O futuro da TAP e do País não se garantem com a submissão à UE e cedência às multinacionais

TAPfotoEstá em distribuição um documento aos trabalhadores do Grupo TAP que elerta parea os últimos desenvolvimentos. O plano recentemente aprovado pela União Europeia conduziu num passado muito recente a despedimentos, cortes salariais, cortes na frota e na assistência em escala. E segundo os ditames da União Europeia, os apoios às consequências da pandemia dependerão de novas medidas de redução da capacidade operacional, da alienação de estruturas de apoio indispensáveis à actividade da empresa e da cedência de áreas de negócio às multinacionais. É o caso da entrega aos concorrentes da TAP de mais posições no Aeroporto de Lisboa (18 faixas horárias por dia) e da imposição de alienação da participação da TAP na SPDH/Groundforce e na Cateringpor. Repudiamos a subserviência do Governo às imposições de Bruxelas e chamamos a atenção para a vontade que poderá haver de uma nova tentativa de privatização da companhia. É o País e não a UE que deve decidir sobre a viabilidade da TAP enquanto empresa estratégica. Portugal necessita duma TAP cuja dimensão permita dar resposta à coesão territorial, à ligação às Regiões Autónomas e às comunidades portuguesas no mundo, à dinamização da economia nacional, à diversificação de relações comerciais mutuamente vantajosas com outros países. Ler aqui documento completo