Despedimento colectivo na TAP é inaceitável!

TAP despedimentosdoc final 21Está em distribuição um documento da célula do PCP na TAP sobre o despedimento colectivo recentemente formalizado. Para o PCP, a tentativa de despedimento na TAP de mais 124 trabalhadores é inaceitável. A TAP, ao longo de todo o chamado “processo de reestruturação“, perdeu capacidade de resposta operacional e os milhares de trabalhadores que foram despedidos colocam a TAP, enquanto empresa estratégica, em maiores dificuldades para responder a toda a operação. Para o PCP, o futuro da companhia depende da intervenção do Estado e de um plano de contingência, e não de um plano de reestruturação imposto por Bruxelas, que permita viabilizar o futuro da companhia aérea de bandeira do país, os direitos dos trabalhadores e os seus postos de trabalho. O Governo do PS teima em não ir ao encontro das necessidades identificadas para a viabilização da empresa. Os comunistas da célula do PCP na TAP apelam à resistência e rejeição por parte dos trabalhadores a mais esta afronta aos seus direitos e postos de trabalho. Ler aqui o comunicado completo.

PCP confronta mais uma vez o Governo com a situação da TAP!

 

TAPfotoÉ no contexto de um processo de reestruturação da TAP, que o PCP denunciou desde o início, que já levou à saída de quase dois mil trabalhadores e que pretende ainda ir mais longe (com um possível despedimento colectivo que pode ser de mais de 200), que surge divulgado um vídeo de dois responsáveis ao nível da direcção de recursos humanos na TAP, em Madrid, a sugerir a realização em Espanha de recrutamentos para a TAP. No momento que se vive nesta empresa, que é estratégica do ponto de vista económico e social para o nosso País, de descaracterização da sua dimensão a vários níveis legitimada pela Administração e pelo Governo, em que os trabalhadores foram os penalizados com um gravíssimo ataque aos seus direitos e aos seus postos de trabalho, com uma “sangria que continua”, é questionável e inadmissível o que é abordado por responsáveis da TAP neste vídeo, assim como a forma como é dito. No essencial, independentemente do Governo já ter tomado posição sobre esta matéria, não deixa de ser quem é o principal responsável pela TAP, sendo o Estado o accionista maioritário. Sendo assim responsável pelo caminho inadmissível que está a ser tomado para a TAP, não tendo avançado com um plano de contingência que mobilizasse recursos para salvaguardar a empresa na sua dimensão estratégica, assim como os direitos dos trabalhadores e os postos de trabalho, num panorama que é contextual, e que espera uma retoma cada vez mais acelerada, e em que até já se fala em falta de trabalhadores para determinados serviços. Por o PCP questionou o Governo:

1.O que sabe o Governo das pretensões da TAP de recrutamento em Espanha num quadro em que  despede milhares de trabalhadores?

2.Assume o Governo que neste contexto haverá um despedimento colectivo nos próximos tempos?

3.Como explica o Governo que se esteja a efectivar para a TAP medidas que estão a descaracterizá-la na sua dimensão estratégica para o País e a deixar numa grave situação milhares de trabalhadores?

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Em distribuição: célula da TAP toma posição sobre novos desenvolvimentos

doctaptapA célula do PCP na TAP afirma que decisão do Governo em promover um administrador não executivo representante dos trabalhadores, que não abrange todo o universo do Grupo TAP, mais não é que uma tentativa de iludir os trabalhadores quanto ao processo de reestruturação em curso. A célula do PCP na TAP lembra que este processo foi imposto pelo Governo e pela Administração da TAP, com todo o processo eleitoral já definido e para um muito diminuto espaço de tempo para a sua concretização, tal como já tinha acontecido no que diz respeito à reestruturação da empresa. A Célula alerta para que este é um meio que o Governo arranjou para tentar envolver, de forma fictícia, os trabalhadores no desastroso processo de reestruturação, em vez de aplicar à companhia um plano de contingência que mobilize recursos para fazer face aos danos causados pela actual situação pandémica que permitisse manter os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores, assim como a dimensão estratégica da TAP, como o PCP desde o início propôs e defendeu. A Célula do PCP na TAP não pode deixar de manifestar o seu repúdio pela forma como foi posto este processo em curso e continua a apelar aos trabalhadores que se unam na luta em defesa dos seus postos de trabalho e dos seus direitos. Ler comunicado completo aqui.

Trabalhadores da TAP concentram-se em defesa dos postos de trabalho

foto plenário TAP1Na semana passada os trabalhadores da TAP reuniram-se em plenário à porta da empresa, onde discutiram a sua situação e repudiaram a acção da Administração e do Governo (sendo o Estado o accionista maioritário), de estarem a proceder a uma série de despedimentos encapotados. Os trabalhadores estão a ser "encostados à parede", nomeadamente para rescindir contrato. Bruno Dias, deputado do PCP, esteve presente no plenário em solidariedade com os trabalhadores, e o grupo parlamentar questionou o Governo sobre esta matéria, reafirmando que os postos de trabalho têm que ser salvagurdados e que a TAP , empresa estratégica para o nosso País, não pode ser descaracterizada na sua dimensão e valências, nem preparada para ser uma sucursal de alguma multinacional do sector.

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Basta de chantagem na TAP. É urgente defender os postos de trabalho!

doctapmaisdespedimentos4Está em distribuição aos trabalhadores da TAP um comunicado da célula do PCP na empresa a denunciar a continuação de destruição de postos de trabalho e da chantagem feita aos trabalhadores. A pressão sobre os trabalhadores da TAP atingiu um nível nunca visto, com a Administração, depois de ter estendido o prazo ao programa de “medidas voluntárias”, estar agora a chamar de forma dirigida aos Recursos Humanos determinados trabalhadores para poder “encostá-los à parede”. Este procedimento não é mais que a tentativa de despedimentos encapotados. A TAP num ano de pandemia já perdeu cerca de 2500 trabalhadores e a administração afirma que devem sair mais 400/500. Num contexto em que se prevê um significativo aumento do número de voos, com as medidas tomadas de combate à situação pandémica, a TAP continua no caminho de fazer sair trabalhadores, havendo já áreas em que o seu número é manifestamente insuficiente para o acréscimo de trabalho que se vislumbra.  Qual o objectivo do Governo e da administração da TAP? Será o de transformar uma empresa estratégica para o País numa qualquer sucursal de uma multinacional do sector aéreo, como é há muito o objectivo da União Europeia?

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Célula do PCP na TAP denuncia chantagem aos trabalhadores

comunicado março 2021 3Está em distribuição na TAP um comunicado da célula do PCP que denuncia a chantagem feita aos trabalhadores por parte da Administração e do Governo. Não podemos dissociar a discussão dos acordos de emergência na TAP da brutal pressão que foi e está a ser exercida pelo Governo e Administração sobre os trabalhadores da companhia aérea nacional, no sentido da retirada de direitos. Como já afirmámos, para o PCP, a solução para a TAP e para a sua salvaguarda deveria ser outra - um plano de contingência e uma mobilização de recursos que salvaguarde uma empresa que é estratégica para o país e os direitos dos seus trabalhadores.

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TAP: pressão e chantagem sobre os trabalhadores

TAPfotoOs designados “acordos de emergência” discutidos nos últimos dias são indissociáveis da brutal pressão sobre os trabalhadores que foi sendo protagonizada desde o início do processo pela Administração da TAP e o Governo. A chantagem continua, e o PCP teve conhecimento da recente carta enviada pela Administração aos trabalhadores. Nessa carta, perante a atual fase do processo (estando a ser convocados os associados para Assembleias Gerais), a TAP afirma que “No caso de esses acordos não merecerem a aprovação dos seus associados, a TAP não terá outra alternativa que não a de implementar unilateralmente o Regime Sucedâneo a esse conjunto de trabalhadores.” E ainda que “caso os acordos que necessitam de ser ratificados em Assembleia Geral sejam rejeitados, não haverá lugar a quaisquer negociações suplementares entre a TAP e as estruturas representativas dos trabalhadores”. Ou seja, podem discutir com os associados, mas a decisão já está arrumada. Para o PCP, é indispensável superar as limitações colocadas e agir para que os trabalhadores da TAP e os seus direitos sejam garantidos. Impõem-se defender a dinamização da TAP como empresa essencial ao país, ao invés de a reduzir a uma miniatura ou uma peça da engrenagem de uma multinacional da aviação civil, como pretende a União Europeia. E para tal é necessária a mobilização de recursos, a valorização dos trabalhadores e a defesa dos postos de trabalho. Neste sentido, o PCP mais uma vez confrontou o Governo com várias questões.

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PCP apresenta Projecto de Resolução para defesa da TAP e dos seus trabalhadores

TAPfotoPerante a situação em que está colocada a TAP e as empresas do Grupo TAP, o PCP, para além da posição que já tomou, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que será discutido no dia 20 de Janeiro, onde exige que seja tomado um outro caminho para a defesa das empresas do Grupo TAP, sem pôr em causa os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores. A célula da TAP está a difundir um comunicado aos trabalhadores da TAP e das empresas do grupo, onde afirma o essencial do conteúdo deste Projecto de Resolução.

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Governo formaliza ataque aos direitos dos trabalhadores do Grupo TAP!

doc tap2dezembroO Conselho de Ministros do dia 22 de Dezembro aprovou a resolução que declara a TAP, a Portugália e a Cateringpor em situação económica difícil. Está assim aberta a porta para a alteração de condições de trabalho e a não aplicação ou a suspensão, total ou parcial, da contratação colectiva dos trabalhadores, com a consequente perda de direitos. Isto a par da perspectiva de despedimentos e cortes nos salários. A situação conjuntural de crise pandémica não pode ser pretexto para destruir direitos e reduzir a TAP. Exige sim que sejam mobilizados recursos para assegurar a empresa neste momento difícil e que se prepare a TAP para o futuro. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado onde apela aos trabalhadores do Grupo TAP que se unam e lutem contra este ataque.

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Célula do PCP na TAP volta a tomar posição em defesa dos trabalhadores

comunicado TAP Dezembro20A célula do PCP na TAP voltou a editar um comunicado aos trabalhadores, demonstrando o repúdio pelo caminho que, ao que tudo indica, estará a tomar o plano de reestruturação: despedimento de milhares de trabalhadores, diminuição da massa salarial e ataques aos acordos de empresa, para além da possibilidade de diminuição da TAP em várias áreas e serviços. A célula reafirma que os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores têm que ser respeitados, assim como aponta a necessidade de salvaguarda da TAP como empresa estratégica para o País, para o seu desenvolvimento económico e social. As medidas a ser tomadas têm inevitavelmente de ter em conta a retoma e o contexto pós -pandemia e o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário da empresa, tem que ser responsabilizado pelo futuro da TAP e dos seus trabalhadores.

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PCP confronta o Governo: não é este o caminho de defesa da TAP e dos seus trabalhadores

tapDepois das promessas do Governo no sentido de manter a TAP como empresa estratégica e com a sua dimensão, vem a público um plano de reestruturação que conta com medidas como: mais redução de trabalhadores, na ordem dos milhares (para além de todos os que nos últimos meses saíram por não renovação de contratos), reduções salariais, ataque à contratação colectiva. Sublinhamos que é preciso tomar medidas para enfrentar a situação actual e enfrentar o futuro. O País não pode ter apenas uma visão de conjuntura para a companhia aérea de bandeira, pelo que é indispensável planear e assegurar capacidades para além das restrições do momento. O PCP considera o caminho anunciado vergonhoso e que o Governo tem que responder pela solução encontrada para a TAP, sendo o principal responsável se este plano de destruição avançar. Neste sentido, o PCP questiona o Governo.

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Não podem ser os trabalhadores da TAP a pagar a crise!

comunicado TAP novembro 2020No processo de reestruturação  da TAP não podem ser os trabalhadores a pagar o preço! Cortar nos custos com o pessoal tem sido o caminho tomado com muitos trabalhadores nos últimos tempos, nomeadamente pela não renovação de contratos, situação contra qual o PCP se insurgiu! À penalização do corte nos seus salários durante meses, acresce a redução de trabalhadores e a perspectiva de se poder ainda reduzir mais ou atacar os seus direitos. Não se pode permitir este ataque aos trabalhadores!O PCP exige que o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário, se responsabilize por este processo e não permita que se tome um caminho de redução da TAP ou de ataque aos seus trabalhadores. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado.

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Trabalhadores em defesa da TAP pública

apresentação manifestoTapFoi apresentado por trabalhadores do sector aéreo e organizações representativas de trabalhadores um manifesto intitulado "Por uma TAP pública ao serviço do País", transformado em abaixo-assinado, que aponta a necessidade de o poder político não poder continuar a ceder aos interesses dos grupos económicos privados e de ter que assumir o desenvolvimento da empresa. Alerta ainda para que o futuro da empresa não passe pela descaracterização da companhia, pela redução do número de trabalhadores ou pela precarização das relações laborais. O PCP está solidário com as acções dos trabalhadores em defesa de uma TAP Pública e pelos direitos dos seus trabalhadores, como tem demonstrado nas suas posições e nas propostas apresentadas na Assembleia da República.

 
 
 

É urgente a defesa da TAP!

A Boston Consulting Group (BCG) foi a consultora seleccionada pelo Conselho de Administração para elaborar o plano de reestruturação da TAP. O PCP relembra que esta foi a consultora americana a quem David Neeleman, em 2016, “encomendou” o estudo que resultou num documento de enorme gravidade para o futuro da companhia, o "Projecto RISE".

 

O PCP denunciou na altura os seus eixos: um projecto de redução da TAP; um estudo que apontava para a redução de largas centenas de trabalhadores, com propostas de redução de rendimentos e direitos e com uma degradação das condições de trabalho; um projecto de reconfiguração indiferente ao interesse nacional e ao futuro da própria TAP.

O PCP denuncia e questiona o Governo sobre a escolha desta consultora para planear a reestruturação da TAP depois dos objectivos que saíram no seu anterior estudo, contrários à defesa desta empresa estratégica para o nosso País e à defesa dos seus trabalhadores.

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