Sector dos Transportes da ORL saúda a luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce

fotolutaspdhEstá em distribuição o seguinte comunicado:

O Sector dos Transportes da Organização Regional de Lisboa do Partido Comunista Português saúda a persistente luta dos trabalhadores da SPdH/ Groundforce pelos seus salários e pelos seus postos de trabalho e futuro da empresa.  É inadmissível que os trabalhadores estejam sem receber o devido salário e subsídios. É necessário que o Governo tenha uma intervenção imediata, tendo em conta a extrema gravidade e urgência da situação da empresa.  Não é aceitável que alguém afirme que não é estratégico um serviço que é de facto indispensável para a operação das companhias aéreas e dos aeroportos sendo, portanto, indispensável esta empresa e os seus trabalhadores.  É inaceitável que os trabalhadores continuem a ser colocados como arma de arremesso e perante um gravíssimo ataque aos seus direitos, incluindo um aspecto tão básico como os salários. Nesse sentido, o PCP apresentou um Projecto de Resolução na Assembleia da República (solicitando que fosse discutido com urgência), para que haja uma intervenção imediata do Governo na empresa, que permita assegurar o pagamento atempado de todos os salários, avalizar o empréstimo necessário para restabelecer o equilíbrio financeiro da empresa e proceder à nacionalização da SPdH/Groundforce, para garantir a estabilidade de uma empresa e de um sector de importância estratégica para a aviação civil e o seu desenvolvimento. É importante sublinhar que a SPdH só irá encerrar se o Governo assim o entender!  Apelamos a que os trabalhadores se mantenham firmes na sua luta, com a confiança de que essa luta será decisiva para a resolução do problema. 

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PCP apresenta Projecto de Resolução para serem pagos os salários e nacionalizada a SPdH/Groundforce

groundforce fotoO PCP deu entrada na Assembleia da República de um Projecto de Resolução onde insta o Governo a assegurar o pagamento atempado de todos os salários e avalizar o empréstimo necessário para restabelecer o equilíbrio financeiro da empresa, assim como a proceder à nacionalização da SPdH/Groundforce, garantindo a estabilidade de uma empresa e de um sector de importância estratégica para a aviação civil nacional e o seu desenvolvimento. Os trabalhadores continuam em luta, e hoje muitas centenas protestaram na residência oficial do Primeiro-Ministro exigindo os seus salarios, a defesa dos postos de trabalho e a nacionalização para a garantia do futuro da empresa. O PCP esteve novamente presente, com uma delegação que incluiu o deputado Bruno Dias, que saudou os trabalhadores e transmitiu a solidariedade do PCP.

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PCP saúda a luta persistente dos trabalhadores da SPdH/Groundforce

foto GroundforceBrunoOs trabalhadores da SPdH/Groundforce continuam em luta pelo pagamento dos seus salários em atraso e pelo futuro da empresa, dos seus postos de trabalho e direitos.

O Grupo Parlamentar do PCP reuniu com a Comissão de Trabalhadores e esteve presente mais uma vez na acção de protesto realizada esta manhã, com várias centenas de trabalhadores na Assembleia da República, saudando os trabalhadores, demonstrando a sua solidariedade e exigindo que a situação se resolva.

A solução para os trabalhadores da SPDH/Groundforce passa pela adopção das medidas que no imediato assegurem o pagamento dos salários e a renacionalização da empresa, integrando-a numa estratégia de desenvolvimento da TAP e do sector da aviação civil em Portugal.

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A luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce continua!

foto grounforce2Os trabalhadores da SPdH/Groundforce continuam a luta pelo pagamento dos seus salários e o seu futuro. Na passada sexta-feira centenas de trabalhadores concentraram-se frente ao Ministério das Infraestruturas a exigir o pagamento dos seus salários em atraso desde o dia 26 de Fevereiro. Mais uma vez  esteve presente uma delegação do PCP, com a deputada Alma Rivera, que contactou com os trabalhadores e transmitiu a solidariedade do Partido. O não pagamento de salários na SPDH/Groundforce é inaceitável. Estamos perante uma empresa perfeitamente viável, afectada pela pandemia que atingiu o sector aéreo há um ano. Trata-se de uma situação para a qual o PCP já alertara em Março de 2020 quando apresentou na Assembleia da República uma iniciativa legislativa para que a TAP e a SPDH fossem objecto dos apoios necessários para sobreviver à crise que então se iniciava. Não foi essa a opção tomada pelo Governo. Nada justifica que os salários não sejam imediatamente pagos, continuando-se a assistir ao arrastamento por parte do accionista privado (que detém 50,1% da empresa) e do Governo da solução que se impunha. O que se tem verificado é uma operação de chantagem sobre os trabalhadores da empresa, que terá como objectivo último o aproveitamento desta situação para reduzir no futuro ainda mais o preço da força de trabalho na SPdH.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce

luta Groundforce2O PCP está solidário com a luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce, que estão desde sexta-feira sem receber os seus salários, e que decidiram manifestar-se junto à sede da empresa. Esteve presente uma delegação do PCP que incluía o deputado Bruno Dias. O PCP já tinha questionado o Governo sobre a situação da empresa e dos seus trabalhadores, reafirmando que a SPDH só poderia sobreviver com um conjunto de medidas que salvaguardassem a sua solvência durante o período de restrição da circulação aérea, e tal deveria ser considerada no quadro dos planos de contingência públicos para o sector. Não podem ser os trabalhadores a pagar a factura, sendo-lhes negado o salário.

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Vinci com Milhões e trabalhadores da Portway com cortes salariais!

Comunicado AHD PortwayMais de 1700 trabalhadores da Portway foram as mais recentes vítimas. A administração da Portway, detida pela multinacional Vinci, anunciou que do total dos seus 1744 trabalhadores, 1204 entram imediatamente em lay-off. Há ainda 511 trabalhadores que continuam a trabalhar, mas com um corte salarial de 20% no vencimento. Em comunicado, a célula da Portway no Aeroporto de Lisboa afirma: impõem-se a intervenção imediata do Governo para pôr fim a este ataque aos trabalhadores!

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Às mãos da Vinci, continua a exploração e a repressão na Portway

req portwayNa empresa de handling Portway, propriedade da multinacional Vinci, continua a mais despudorada exploração e repressão. Damos aqui conta de mais dois requerimentos colocados pelo grupo parlamentar do PCP, uma sobre a violação dos direitos da Comissão de Trabalhadores e outro sobre as situações ilegais de precariedade na empresa.

Ler Requerimento sobre Direitos da CT em PDF

Ler Requerimento sobre Precariedade em PDF

Vinci: Aeroporto num caos, Portway sobre intensa repressão

portwayA Vinci é a principal responsável pelo estado calamitoso do aeroporto de Lisboa. Uma das causas que não pode ser ignorada são as relações laborais, e a sistemática repressão dos trabalhadores como mecanismo de aumentar a exploração e o lucro extraído pelos capitalistas da Vinci. Com a triste e revoltante cumplicidade do Governo e da ACT. Damos aqui nota dos últimos requerimentos colocados sobre a Portway:

Requerimento sobre a repressão na Portway e outro requerimento sobre repressão na Portway

ACT: É preciso reprimir eficazmente as violações sistemáticas das multinacionais

act-efectivaO PCP colocou dois requerimentos ao Governo, sobre a Altice e a Portway, onde no fundo aborda a mesma questão: face às graves violações detectadas que fez a ACT para, de facto, punir estas multinacionais? Num caso enoutro está detectada uma situação de assédio sistemático aos trabalhadores com agravantes, que chegam ao ponto de uma das mutinacionais ter ameaçado os trabalhadores com um parecer da ACT que não existia,

Ler Requerimento em PDF sobre a Portway e sobre a Altice

Acabar com a cumplicidade de Estado com a violação dos direitos dos trabalhadores na Assistência em Escala

req handling2018ccO PCP confrontou o Governo sobre a situação do handling, particularmente no que respeita à contratação colectiva. Sendo as empresas obrigadas a cumprir a contratação colectiva para poderem manter as licenças, quer a ANAC, quer a ACT têm sido objectivamente cúmplices das ilegalidades e da exploração a que são sujeitos os trabalhadores de inúmeras empresas de handling.

Ver o requerimento em PDF