PCP solidário com a luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

foto metroOs trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estiveram hoje em luta, realizando uma greve parcial, pela valorização dos salários e da contratação colectiva, pela necessidade de valorizar as profissões, pela necessidade de efetivar o direito ao transporte. 

O PCP, representado pelo deputado Bruno Dias, esteve presente e solidário junto do piquete de greve no PMO III do Metropolitano de Lisboa.

PCP confronta mais uma vez o Governo com a situação da TAP!

 

TAPfotoÉ no contexto de um processo de reestruturação da TAP, que o PCP denunciou desde o início, que já levou à saída de quase dois mil trabalhadores e que pretende ainda ir mais longe (com um possível despedimento colectivo que pode ser de mais de 200), que surge divulgado um vídeo de dois responsáveis ao nível da direcção de recursos humanos na TAP, em Madrid, a sugerir a realização em Espanha de recrutamentos para a TAP. No momento que se vive nesta empresa, que é estratégica do ponto de vista económico e social para o nosso País, de descaracterização da sua dimensão a vários níveis legitimada pela Administração e pelo Governo, em que os trabalhadores foram os penalizados com um gravíssimo ataque aos seus direitos e aos seus postos de trabalho, com uma “sangria que continua”, é questionável e inadmissível o que é abordado por responsáveis da TAP neste vídeo, assim como a forma como é dito. No essencial, independentemente do Governo já ter tomado posição sobre esta matéria, não deixa de ser quem é o principal responsável pela TAP, sendo o Estado o accionista maioritário. Sendo assim responsável pelo caminho inadmissível que está a ser tomado para a TAP, não tendo avançado com um plano de contingência que mobilizasse recursos para salvaguardar a empresa na sua dimensão estratégica, assim como os direitos dos trabalhadores e os postos de trabalho, num panorama que é contextual, e que espera uma retoma cada vez mais acelerada, e em que até já se fala em falta de trabalhadores para determinados serviços. Por o PCP questionou o Governo:

1.O que sabe o Governo das pretensões da TAP de recrutamento em Espanha num quadro em que  despede milhares de trabalhadores?

2.Assume o Governo que neste contexto haverá um despedimento colectivo nos próximos tempos?

3.Como explica o Governo que se esteja a efectivar para a TAP medidas que estão a descaracterizá-la na sua dimensão estratégica para o País e a deixar numa grave situação milhares de trabalhadores?

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Célula denuncia ataque aos trabalhadores da Portway!

docportway4Está em distribuição um comunicado da célula dos comunistas da Portway no Aeroporto Humberto Delgado que denuncia o ataque de que estão a ser alvo os trabalhadores. A empresa de assistência em escala detida pela Vinci (que tem auferido nos últimos anos milhões de euros de lucro!), que já reduziu drasticamente o número de trabalhadores desde o início da pandemia (cerca de 1000!), ao mesmo tempo que paira com a ameaça de despedimento colectivo, contrata trabalhadores, através de empresas de outsourcing, pois assim a qualquer momento pode "descartar" os mesmos trabalhadores e precarizar ainda mais a força de trabalho. Ao mesmo tempo que contrata trabalhadores "descartáveis", a empresa chama as organizações representativas dos trabalhadores para anunciar que se prepara para apresentar um "acordo de emergência" que prevê cortes nos direitos dos trabalhadores, desde congelamento de carreiras e salários, cortes nos subsídios de turno, alimentação, etc...Uma brutal perda de direitos dos trabalhadores de uma empresa onde parte significativa dos salários é baixa, onde há precariedade e onde os direitos foram conseguidos com muita resistência e luta dos trabalhadores e das suas organizações representativas. Ler aqui comunicado completo

Em distribuição: célula da TAP toma posição sobre novos desenvolvimentos

doctaptapA célula do PCP na TAP afirma que decisão do Governo em promover um administrador não executivo representante dos trabalhadores, que não abrange todo o universo do Grupo TAP, mais não é que uma tentativa de iludir os trabalhadores quanto ao processo de reestruturação em curso. A célula do PCP na TAP lembra que este processo foi imposto pelo Governo e pela Administração da TAP, com todo o processo eleitoral já definido e para um muito diminuto espaço de tempo para a sua concretização, tal como já tinha acontecido no que diz respeito à reestruturação da empresa. A Célula alerta para que este é um meio que o Governo arranjou para tentar envolver, de forma fictícia, os trabalhadores no desastroso processo de reestruturação, em vez de aplicar à companhia um plano de contingência que mobilize recursos para fazer face aos danos causados pela actual situação pandémica que permitisse manter os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores, assim como a dimensão estratégica da TAP, como o PCP desde o início propôs e defendeu. A Célula do PCP na TAP não pode deixar de manifestar o seu repúdio pela forma como foi posto este processo em curso e continua a apelar aos trabalhadores que se unam na luta em defesa dos seus postos de trabalho e dos seus direitos. Ler comunicado completo aqui.

Saudação aos ferroviários em luta!

Foto luta ferrovO PCP saúda a luta realizada hoje, dos trabalhadores da CP e das empresas do Grupo IP, em greve e com concentrações em Lisboa e no Porto, reivindicando aumentos salariais, a redução do horário de trabalho, a valorização das profissões, a contratação de trabalhadores, o cumprimento da contratação colectiva para todos e o retorno a um sistema ferroviário único. Esteve presente na concentração em Lisboa, em frente ao Ministério das Infraestruturas, o deputado Bruno Dias, que demonstrou a solidariedade do Partido com a luta e as reivindicações dos trabalhadores,

PCP saúda a luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

metroO PCP saúda os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa que estiveram hoje em luta, realizando uma greve parcial. Os trabalhadores lutam pela valorização dos salários, pela valorização das profissões, nomeadamente a carreira da manutenção, pela progressão nas carreiras, a efectivação do direito ao transporte e pela prorrogação da vigência do Acordo de Empresa. O PCP compromete-se, como sempre fez, a continuar a colocar na sua intervenção aquilo que são as reivindicações dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores da Carrisbus

foto carrisbus11O PCP solidariza-se com os trabalhadores da Carrisbus que nesta segunda-feira estiveram em luta realizando uma greve parcial. Estão em causa as justas reivindicações da valorização dos salários e direitos, da uniformização de direitos com a Carris, da integração da Carrisbus na Carris. Foi a luta dos trabalhadores e a intervenção do PCP que determinou o avanço de hoje estar em cima da mesa a questão da integração, e é a continuidade da sua luta que irá determinar a sua concretização. O PCP continuará a bater-se junto da Câmara Municipal de Lisboa para a concretização das reivindicações dos trabalhadores.

Sector do Táxi comemora Centenário do PCP e de Vasco Gonçalves

foto sector do táxiNo passado sábado realizou-se uma iniciativa de debate/convívio dinamizado pelo sector do táxi, de comemoração e discussão sobre o Centenário do PCP e de Vasco Gonçalves, com a intervenção de Manuel Gouveia, membro da Comissão para as questões económicas do PCP. Também foram debatidos os problemas dos profissionais do táxi, sector de actividade que foi especialmente atingido pelo contexto pandémico. A exigência de mais apoios para este sector continua a ser fundamental.

Trabalhadores da Carrisbus em luta!

foto plenário carrisbusTrabalhadores da Carrisbus estiveram esta manhã concentrados em plenário na Praça do Município, em luta por aumentos salariais, pela integração da Carrisbus na Carris, pelas 35 horas e pela uniformização dos direitos com a Carris.

Nesta acção esteve presente o vereador do PCP na Câmara Municipal de Lisboa, João Ferreira, que dirigiu palavras de solidadiedade aos trabalhadores e reafirmou o compromisso do PCP de tudo fazer na intervenção municipal para salvaguardar os direitos dos trabalhadores. Os trabalhadores definiram ainda acções futuras de luta em torno destas reivindicações.

Trabalhadores da TAP concentram-se em defesa dos postos de trabalho

foto plenário TAP1Na semana passada os trabalhadores da TAP reuniram-se em plenário à porta da empresa, onde discutiram a sua situação e repudiaram a acção da Administração e do Governo (sendo o Estado o accionista maioritário), de estarem a proceder a uma série de despedimentos encapotados. Os trabalhadores estão a ser "encostados à parede", nomeadamente para rescindir contrato. Bruno Dias, deputado do PCP, esteve presente no plenário em solidariedade com os trabalhadores, e o grupo parlamentar questionou o Governo sobre esta matéria, reafirmando que os postos de trabalho têm que ser salvagurdados e que a TAP , empresa estratégica para o nosso País, não pode ser descaracterizada na sua dimensão e valências, nem preparada para ser uma sucursal de alguma multinacional do sector.

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