PCP saúda ferroviários em luta!

luta ferroviários16Stb21As organizações representativas de trabalhadores da CP e da IP dinamizaram hoje concentrações à porta da administração da CP e junto à residência oficial do Primeiro-Ministro, onde foi transmitida a exigência dos trabalhadores de aumentos salariais, da contratação de mais trabalhadores, da valorização das profissões e harmonização das condições de trabalho e da negociação da contratação colectiva. Foi ainda anunciada uma greve de 24 horas para o dia 8 de Outubro. Em solidariedade com esta luta, esteve presente na acção uma delegação do PCP com o deputado Duarte Alves, que contactou com os trabalhadores em luta.

Ataque aos trabalhadores da White Airways

foto avioOs trabalhadores da White Airlines em Portugal, que já tinham situações de atropelo aos direitos nesta empresa, desde o início da pandemia que viram agravados os seus problemas:  pagamento dos salários com atraso, que se tornou recorrente ao longo deste quase ano e meio, a que se juntou o não pagamento das ajudas de custo, do estacionamento e o congelamento na progressão das carreiras. Importa lembrar que a maioria do serviço da companhia é feita à TAP, sobre a qual o Governo e a administração têm protagonizado, a pretexto das imposições de Bruxelas, os mais gravosos ataques, pondo em causa a sua dimensão estratégica e os postos de trabalho e direitos dos trabalhadores. O PCP confrontou o Governo com esta situação. Ler aqui a pergunta

ANA e Portway tentam reduzir trabalhadores!

aeroporto-de-lisboa-820x430O PCP recentemente questionou o Governo sobre as empresas Portway e ANA terem solicitado a sua consideração de «empresa em reestruturação». Com isto, pretendem aproveitar a presente conjuntura para despedir umas centenas de trabalhadores (472), e contam atraí-los a uma «rescisão por mútuo acordo» através da ameaça que começa a ser recorrente de «ou aceitas a rescisão por mútuo acordo ou vais para o despedimento colectivo". Se conseguirem o peticionado ao Governo, será a Segurança Social (através de subsídios de desemprego) quem arcará com uma parte substancial das despesas em vez da multinacional Vinci. Estamos a falar de uma empresa que registou lucros superiores a mil milhões de euros nos últimos oito anos. Ler aqui a pergunta

Despedimento colectivo na TAP é inaceitável!

TAP despedimentosdoc final 21Está em distribuição um documento da célula do PCP na TAP sobre o despedimento colectivo recentemente formalizado. Para o PCP, a tentativa de despedimento na TAP de mais 124 trabalhadores é inaceitável. A TAP, ao longo de todo o chamado “processo de reestruturação“, perdeu capacidade de resposta operacional e os milhares de trabalhadores que foram despedidos colocam a TAP, enquanto empresa estratégica, em maiores dificuldades para responder a toda a operação. Para o PCP, o futuro da companhia depende da intervenção do Estado e de um plano de contingência, e não de um plano de reestruturação imposto por Bruxelas, que permita viabilizar o futuro da companhia aérea de bandeira do país, os direitos dos trabalhadores e os seus postos de trabalho. O Governo do PS teima em não ir ao encontro das necessidades identificadas para a viabilização da empresa. Os comunistas da célula do PCP na TAP apelam à resistência e rejeição por parte dos trabalhadores a mais esta afronta aos seus direitos e postos de trabalho. Ler aqui o comunicado completo.

PCP saúda a luta dos trabalhadores da CP e do Grupo IP

foto ferroviarios1O PCP saúda e manifesta a sua solidariedade com a luta dos trabalhadores da CP e do Grupo IP, que se materializou nesta quinta-feira numa concentração junto à residência oficial do Primeiro Ministro, onde foi entregue um documento reivindicativo. Uma luta justa que continua pelo aumento dos salários, pela valorização das profissões, pela redução do horário de trabalho, pelo cumprimento da contratação colectiva, pela unificação do sector ferroviário.

O ataque aos trabalhadores da SPdH/Groudforce continua!

doc PCP Groundforce junho21 1Está em distribuição mais um comunicado do PCP a denunciar a situação da SPdH/ Groundforce e a divulgar as perguntas que o Grupo Parlamentar colocou ao Governo. Os trabalhadores foram convocados para trabalho extraordinário de modo a fazer face, segundo a Administração, a um «significativo aumento de actividade que estamos a ter no mês de Junho (e que se prevê continuar em Julho)». Mas no final deste mês são “informados” de que afinal o seu salário só será pago às prestações. Talvez até Julho, quem sabe? Os trabalhadores não podem pagar só 65% das contas nem alimentar apenas 65% dos seus filhos. O que aos trabalhadores é devido tem que ser pago de imediato!

Ler aqui o comunicado

Ler aqui a pergunta

Basta de ataque aos trabalhadores do sector aéreo

docsectoraereofinaljunhoEstá em distribuição no Aeroporto de Lisboa um comunicado do PCP a alertar para os problemas neste sector. O sector aéreo, num contexto de quebra de actividade, foi um dos mais afectados pela questão pandémica. O que se verificou, olhando para o geral das empresas relacionadas com o sector, é que foram sobretudo os trabalhadores a pagar a dita “crise”, com consequências brutais para as suas vidas! Numa situação que é claramente contextual, tendo em conta a raiz do problema, e quando já se vêm significativos sinais de retoma. A necessidade dos trabalhadores se unirem, organizarem e lutarem contra esta ofensiva é imperativa!

Ler aqui o comunicado.

PCP saúda a luta dos trabalhadores da CP e da IP

foto ferroviários

Os trabalhadores da CP, IP e empresas afiliadas estão em greve, pela exigência do aumento dos salários, que ao longo dos anos, devido às políticas de contenção implementadas pelos diversos governos, estão a sofrer a desvalorização e cada vez se situam mais próximos do salário mínimo nacional. O PCP esteve presente e solidário, representado pelo deputado Bruno Dias, no encontro com os activistas que integrariam os piquetes de greve na região de Lisboa.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

foto metroOs trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estiveram hoje em luta, realizando uma greve parcial, pela valorização dos salários e da contratação colectiva, pela necessidade de valorizar as profissões, pela necessidade de efetivar o direito ao transporte. 

O PCP, representado pelo deputado Bruno Dias, esteve presente e solidário junto do piquete de greve no PMO III do Metropolitano de Lisboa.

PCP confronta mais uma vez o Governo com a situação da TAP!

 

TAPfotoÉ no contexto de um processo de reestruturação da TAP, que o PCP denunciou desde o início, que já levou à saída de quase dois mil trabalhadores e que pretende ainda ir mais longe (com um possível despedimento colectivo que pode ser de mais de 200), que surge divulgado um vídeo de dois responsáveis ao nível da direcção de recursos humanos na TAP, em Madrid, a sugerir a realização em Espanha de recrutamentos para a TAP. No momento que se vive nesta empresa, que é estratégica do ponto de vista económico e social para o nosso País, de descaracterização da sua dimensão a vários níveis legitimada pela Administração e pelo Governo, em que os trabalhadores foram os penalizados com um gravíssimo ataque aos seus direitos e aos seus postos de trabalho, com uma “sangria que continua”, é questionável e inadmissível o que é abordado por responsáveis da TAP neste vídeo, assim como a forma como é dito. No essencial, independentemente do Governo já ter tomado posição sobre esta matéria, não deixa de ser quem é o principal responsável pela TAP, sendo o Estado o accionista maioritário. Sendo assim responsável pelo caminho inadmissível que está a ser tomado para a TAP, não tendo avançado com um plano de contingência que mobilizasse recursos para salvaguardar a empresa na sua dimensão estratégica, assim como os direitos dos trabalhadores e os postos de trabalho, num panorama que é contextual, e que espera uma retoma cada vez mais acelerada, e em que até já se fala em falta de trabalhadores para determinados serviços. Por o PCP questionou o Governo:

1.O que sabe o Governo das pretensões da TAP de recrutamento em Espanha num quadro em que  despede milhares de trabalhadores?

2.Assume o Governo que neste contexto haverá um despedimento colectivo nos próximos tempos?

3.Como explica o Governo que se esteja a efectivar para a TAP medidas que estão a descaracterizá-la na sua dimensão estratégica para o País e a deixar numa grave situação milhares de trabalhadores?

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