Rayanair continua ataque aos trabalhadores

Denunciamos vários ataques aos trabalhadores da Ryanair: são perspectivados “cortes selvagens” neste inverno em todas as bases no que diz respeito à capacidade e aos aviões, depois da empresa já ter anunciado que iria cortar 20% do horário planeado para Setembro e Outubro. Tudo isto no contexto do anunciado plano de reestruturação, que pode passar pela eliminação de 3000 empregos, o que representa 15% dos trabalhadores. O PCP denuncia ainda que mais de 30 trabalhadores portugueses (baseados em Ponta Delgada, Lisboa e Porto) da Crewlink, que tripulam os aviões da Ryanair, estão a ser convidados para os quadros da companhia com remunerações base abaixo do SMN (588 euros brutos), tendo como alternativa a relocalização no estrangeiro já em Setembro.

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É urgente a defesa da TAP!

A Boston Consulting Group (BCG) foi a consultora seleccionada pelo Conselho de Administração para elaborar o plano de reestruturação da TAP. O PCP relembra que esta foi a consultora americana a quem David Neeleman, em 2016, “encomendou” o estudo que resultou num documento de enorme gravidade para o futuro da companhia, o "Projecto RISE".

 

O PCP denunciou na altura os seus eixos: um projecto de redução da TAP; um estudo que apontava para a redução de largas centenas de trabalhadores, com propostas de redução de rendimentos e direitos e com uma degradação das condições de trabalho; um projecto de reconfiguração indiferente ao interesse nacional e ao futuro da própria TAP.

O PCP denuncia e questiona o Governo sobre a escolha desta consultora para planear a reestruturação da TAP depois dos objectivos que saíram no seu anterior estudo, contrários à defesa desta empresa estratégica para o nosso País e à defesa dos seus trabalhadores.

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PCP continua a confrontar o Governo com a situação dos estivadores

A situação continua a degradar-se no Porto de Lisboa para os estivadores que aí laboram. Quadros das empresas de estiva continuam, desde Abril, a ser substituídos nos seus postos de trabalho, demonstrando que, depois de terem sido afastados cerca de 150 trabalhadores com a insolvência fraudulenta da A-ETPL, procuram afastar os trabalhadores dos quadros das outras empresas de estiva. O PCP questionou ainda o Governo sobre a susbstituição dos trabalhadores em greve e continua a exigir a sua interveção perante a gravosa situação no Porto de Lisboa.

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PCP solidário com trabalhadores em greve na IP

foto IP1O PCP esteve hoje presente, com uma delegação que incluíu o deputado Duarte Alves, no piquete de greve dos trabalhadores da IP, organizado pelo SNTSF/Fectrans e pela Federação dos Trabalhadores da Função Pública, em solidariedade com a sua luta. Estes trabalhadores das empresas do grupo Infraestruturas de Portugal estão em luta pelo cumprimento do Acordo Colectivo de Trabalho e em protesto pelo bloqueio feito pela administração ao processo de negociação, pondo em causa reivindicações no que diz  respeito à questão salarial e a outras matérias.

Pela defesa da TAP e dos trabalhadores, a nacionalização é o caminho!

comunicado 3 julhoTAPO diferendo entre o Governo e os accionistas privados que se arrastava há quase um mês foi resolvido deixando de parte o cenário que mais defenderia a TAP: a sua nacionalização, assumindo o Estado a totalidade do capital, afastando completamente dos interesses privados.

O PCP reafirma que a TAP não pode estar sujeita aos interesses dos accionistas privados, que já demonstraram ser incapazes de defender a companhia. O PCP também afirma que a TAP não pode estar à mercê das imposições da UE, sendo a única companhia aérea a quem foi imposto que a concessão do empréstimo até 1200 milhões de euros pudesse ter como condição uma reestruturação da empresa, o que poderá querer dizer: redução de trabalhadores, diminuição da actividade ou até alienação de património.

A luta tem que continuar em defesa da TAP pública e dos seus trabalhadores!

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Estivadores: resistência e luta tem que continuar!

comunicado estivafinalO patronato da estiva continua a atacar os trabalhadores e o Porto de Lisboa. E o Governo continua conivente!Perante uma situação em que está em causa o futuro de 149 estivadores e o funcionamento do Porto de Lisboa, torna-se imperativo a reabertura da A - ETPL e a integração de todos os seus trabalhadores, num contexto de um inaceitável encerramento e de um processo de insolvência fraudulento. Ao mesmo tempo, são contratados trabalhadores, uns com contratos a termo, outros temporários, ou seja, contratados ao turno como acontecia com os trabalhadores Eventuais da A-ETPL. 

A perseguição a trabalhadores dos quadros de outras empresas de estiva do Porto continua, com processos disciplinares com vista a despedimento, assim como uma Acção em Tribunal em que o patronato procura tomar uma greve como ilegal. Alguns estão ainda a ser substituidos, em vários postos de trabalho, por trabalhadores subcontratados a empresas exteriores.

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Realizou-se a XV Assembleia do Sector dos Transportes

foto Assembleia 1No passado dia 20 de Junho realizou-se a XV Assembleia de Organização do Sector dos Transportes da ORL, com o lema «Reforçar o Partido. Por aumentos salariais e defesa dos direitos dos trabalhadores . Por mais e melhores Transportes», que contou com a presença de várias dezenas de camaradas. Este foi um momento de análise e reflexão sobre a situação das empresas de transporte e seus trabalhadores no distrito, onde foram traçadas linhas de trabalho para o reforço do Partido e da luta. A resolução política e o Organismo de Direcção, aprovados por unanimidade, são reflexo de uma ampla discussão no sector que permite criar condições para reforçar a intervenção do Partido junto dos trabalhadores das empresas de transporte assim como na defesa do transporte público e de qualidade.

 

Rodoviárias privadas protegem os seus lucros e atacam os trabalhadores

 

É inaceitável que empresas rodoviárias privadas de passageiros com avultados lucros tenham deixado milhares de trabalhadores com um corte atroz nos seus salários pelo layoff no último mês. E mais inaceitável é, que num contexto em que se inicia a retoma da actividade, onde já é visível o aumento da procura e portanto, a necessidade de mais oferta de transportes, existam administrações que insistam em prolongar a situação de layoff, protegendo os seus lucros e prejudicando os trabalhadores, a Segurança Social e pondo em causa a saúde dos seus utentes. São disto exemplo várias empresas que operam no distrito, como as do grupo Barraqueiro Transportes (Barraqueiro Oeste; Boa Viagem; Esevel; Estremadura; Frota Azul; Mafrense), a Scotturb, a Vimeca e o grupo Arriva, que inclui a TST. Estes e outros ataques aos trabalhadores são denunciados em comunicado.

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PCP questiona Governo sobre falta de protecção de trabalhadores de empresas subcontratadas, dando o exemplo da IP

Estação do Entroncamento vista do Viaduto Eugénio Dias PoitoutO PCP questionou o Governo sobre os inúmeros exemplos que vão chegando de empresas subcontratadas por empresas públicas que estão a violar o dever de pagar atempadamente o salário aos seus trabalhadores e a não garantir o fornecimento de máscaras, luvas e outros equipamentos de protecção individual. Casos como o prestador de serviços para a limpeza da Infraestruturas de Portugal, que é ainda particularmente grave pois nalgumas situações tratam-se de instalações de utilização pública.

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Salários por pagar no Sector Aéreo

foto avioÀ dramática situação que se vive no sector aéreo, com despedimentos em curso que podem atingir cerca de 5 mil trabalhadores e com cortes salariais de 20 e 33% a mais de 18 mil, juntam – se agora cerca de 500 trabalhadores da White Airways,que até 12 maio não tinham recebido os salários devidos do mês de Abril. Estes trabalhadores do Grupo OmniAviação, em cima do corte de 33% dos seus salários com a aplicação do Lay-off desde o dia 1 de Abril, requerida pela empresa, veêm agora a sua situação social se agravar de forma dramática com o ainda não pagamento do salário de Abril.

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