Despedimento colectivo na TAP é inaceitável!

TAP despedimentosdoc final 21Está em distribuição um documento da célula do PCP na TAP sobre o despedimento colectivo recentemente formalizado. Para o PCP, a tentativa de despedimento na TAP de mais 124 trabalhadores é inaceitável. A TAP, ao longo de todo o chamado “processo de reestruturação“, perdeu capacidade de resposta operacional e os milhares de trabalhadores que foram despedidos colocam a TAP, enquanto empresa estratégica, em maiores dificuldades para responder a toda a operação. Para o PCP, o futuro da companhia depende da intervenção do Estado e de um plano de contingência, e não de um plano de reestruturação imposto por Bruxelas, que permita viabilizar o futuro da companhia aérea de bandeira do país, os direitos dos trabalhadores e os seus postos de trabalho. O Governo do PS teima em não ir ao encontro das necessidades identificadas para a viabilização da empresa. Os comunistas da célula do PCP na TAP apelam à resistência e rejeição por parte dos trabalhadores a mais esta afronta aos seus direitos e postos de trabalho. Ler aqui o comunicado completo.

PCP saúda a luta dos trabalhadores da CP e do Grupo IP

foto ferroviarios1O PCP saúda e manifesta a sua solidariedade com a luta dos trabalhadores da CP e do Grupo IP, que se materializou nesta quinta-feira numa concentração junto à residência oficial do Primeiro Ministro, onde foi entregue um documento reivindicativo. Uma luta justa que continua pelo aumento dos salários, pela valorização das profissões, pela redução do horário de trabalho, pelo cumprimento da contratação colectiva, pela unificação do sector ferroviário.

O ataque aos trabalhadores da SPdH/Groudforce continua!

doc PCP Groundforce junho21 1Está em distribuição mais um comunicado do PCP a denunciar a situação da SPdH/ Groundforce e a divulgar as perguntas que o Grupo Parlamentar colocou ao Governo. Os trabalhadores foram convocados para trabalho extraordinário de modo a fazer face, segundo a Administração, a um «significativo aumento de actividade que estamos a ter no mês de Junho (e que se prevê continuar em Julho)». Mas no final deste mês são “informados” de que afinal o seu salário só será pago às prestações. Talvez até Julho, quem sabe? Os trabalhadores não podem pagar só 65% das contas nem alimentar apenas 65% dos seus filhos. O que aos trabalhadores é devido tem que ser pago de imediato!

Ler aqui o comunicado

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Basta de ataque aos trabalhadores do sector aéreo

docsectoraereofinaljunhoEstá em distribuição no Aeroporto de Lisboa um comunicado do PCP a alertar para os problemas neste sector. O sector aéreo, num contexto de quebra de actividade, foi um dos mais afectados pela questão pandémica. O que se verificou, olhando para o geral das empresas relacionadas com o sector, é que foram sobretudo os trabalhadores a pagar a dita “crise”, com consequências brutais para as suas vidas! Numa situação que é claramente contextual, tendo em conta a raiz do problema, e quando já se vêm significativos sinais de retoma. A necessidade dos trabalhadores se unirem, organizarem e lutarem contra esta ofensiva é imperativa!

Ler aqui o comunicado.

PCP saúda a luta dos trabalhadores da CP e da IP

foto ferroviários

Os trabalhadores da CP, IP e empresas afiliadas estão em greve, pela exigência do aumento dos salários, que ao longo dos anos, devido às políticas de contenção implementadas pelos diversos governos, estão a sofrer a desvalorização e cada vez se situam mais próximos do salário mínimo nacional. O PCP esteve presente e solidário, representado pelo deputado Bruno Dias, no encontro com os activistas que integrariam os piquetes de greve na região de Lisboa.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

foto metroOs trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estiveram hoje em luta, realizando uma greve parcial, pela valorização dos salários e da contratação colectiva, pela necessidade de valorizar as profissões, pela necessidade de efetivar o direito ao transporte. 

O PCP, representado pelo deputado Bruno Dias, esteve presente e solidário junto do piquete de greve no PMO III do Metropolitano de Lisboa.

PCP confronta mais uma vez o Governo com a situação da TAP!

 

TAPfotoÉ no contexto de um processo de reestruturação da TAP, que o PCP denunciou desde o início, que já levou à saída de quase dois mil trabalhadores e que pretende ainda ir mais longe (com um possível despedimento colectivo que pode ser de mais de 200), que surge divulgado um vídeo de dois responsáveis ao nível da direcção de recursos humanos na TAP, em Madrid, a sugerir a realização em Espanha de recrutamentos para a TAP. No momento que se vive nesta empresa, que é estratégica do ponto de vista económico e social para o nosso País, de descaracterização da sua dimensão a vários níveis legitimada pela Administração e pelo Governo, em que os trabalhadores foram os penalizados com um gravíssimo ataque aos seus direitos e aos seus postos de trabalho, com uma “sangria que continua”, é questionável e inadmissível o que é abordado por responsáveis da TAP neste vídeo, assim como a forma como é dito. No essencial, independentemente do Governo já ter tomado posição sobre esta matéria, não deixa de ser quem é o principal responsável pela TAP, sendo o Estado o accionista maioritário. Sendo assim responsável pelo caminho inadmissível que está a ser tomado para a TAP, não tendo avançado com um plano de contingência que mobilizasse recursos para salvaguardar a empresa na sua dimensão estratégica, assim como os direitos dos trabalhadores e os postos de trabalho, num panorama que é contextual, e que espera uma retoma cada vez mais acelerada, e em que até já se fala em falta de trabalhadores para determinados serviços. Por o PCP questionou o Governo:

1.O que sabe o Governo das pretensões da TAP de recrutamento em Espanha num quadro em que  despede milhares de trabalhadores?

2.Assume o Governo que neste contexto haverá um despedimento colectivo nos próximos tempos?

3.Como explica o Governo que se esteja a efectivar para a TAP medidas que estão a descaracterizá-la na sua dimensão estratégica para o País e a deixar numa grave situação milhares de trabalhadores?

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Célula denuncia ataque aos trabalhadores da Portway!

docportway4Está em distribuição um comunicado da célula dos comunistas da Portway no Aeroporto Humberto Delgado que denuncia o ataque de que estão a ser alvo os trabalhadores. A empresa de assistência em escala detida pela Vinci (que tem auferido nos últimos anos milhões de euros de lucro!), que já reduziu drasticamente o número de trabalhadores desde o início da pandemia (cerca de 1000!), ao mesmo tempo que paira com a ameaça de despedimento colectivo, contrata trabalhadores, através de empresas de outsourcing, pois assim a qualquer momento pode "descartar" os mesmos trabalhadores e precarizar ainda mais a força de trabalho. Ao mesmo tempo que contrata trabalhadores "descartáveis", a empresa chama as organizações representativas dos trabalhadores para anunciar que se prepara para apresentar um "acordo de emergência" que prevê cortes nos direitos dos trabalhadores, desde congelamento de carreiras e salários, cortes nos subsídios de turno, alimentação, etc...Uma brutal perda de direitos dos trabalhadores de uma empresa onde parte significativa dos salários é baixa, onde há precariedade e onde os direitos foram conseguidos com muita resistência e luta dos trabalhadores e das suas organizações representativas. Ler aqui comunicado completo

Em distribuição: célula da TAP toma posição sobre novos desenvolvimentos

doctaptapA célula do PCP na TAP afirma que decisão do Governo em promover um administrador não executivo representante dos trabalhadores, que não abrange todo o universo do Grupo TAP, mais não é que uma tentativa de iludir os trabalhadores quanto ao processo de reestruturação em curso. A célula do PCP na TAP lembra que este processo foi imposto pelo Governo e pela Administração da TAP, com todo o processo eleitoral já definido e para um muito diminuto espaço de tempo para a sua concretização, tal como já tinha acontecido no que diz respeito à reestruturação da empresa. A Célula alerta para que este é um meio que o Governo arranjou para tentar envolver, de forma fictícia, os trabalhadores no desastroso processo de reestruturação, em vez de aplicar à companhia um plano de contingência que mobilize recursos para fazer face aos danos causados pela actual situação pandémica que permitisse manter os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores, assim como a dimensão estratégica da TAP, como o PCP desde o início propôs e defendeu. A Célula do PCP na TAP não pode deixar de manifestar o seu repúdio pela forma como foi posto este processo em curso e continua a apelar aos trabalhadores que se unam na luta em defesa dos seus postos de trabalho e dos seus direitos. Ler comunicado completo aqui.

Saudação aos ferroviários em luta!

Foto luta ferrovO PCP saúda a luta realizada hoje, dos trabalhadores da CP e das empresas do Grupo IP, em greve e com concentrações em Lisboa e no Porto, reivindicando aumentos salariais, a redução do horário de trabalho, a valorização das profissões, a contratação de trabalhadores, o cumprimento da contratação colectiva para todos e o retorno a um sistema ferroviário único. Esteve presente na concentração em Lisboa, em frente ao Ministério das Infraestruturas, o deputado Bruno Dias, que demonstrou a solidariedade do Partido com a luta e as reivindicações dos trabalhadores,