Solidariedade com a luta dos trabalhadores da CP

piqueteCPEstá a decorrer uma greve de 24 horas dos trabalhadores da CP que está a ter uma adesão massiva. Os trabalhadores lutam por aumentos salariais dignos, perante uma proposta de aumento da empresa e do Governo que é de 0.9%! Não há verdadeira aposta na ferrovia sem a valorização dos trabalhadores! A integração dos trabalhadores da ex-EMEF sem perda de direitos e um Regulamento de Carreiras digno está também entre as reivindicações dos trabalhadores. O PCP esteve presente no piquete em Santa Apolónia, com a deputada Paula Santos, prestando solidariedade aos trabalhadores em luta.

Continua a persistente luta no Metro

fotoMetro22No dia 22 de Abril realizou-se uma nova greve parcial dos trabalhadores da área da direcção de operação do Metropolitano de Lisboa. Uma delegação do PCP que incluía a deputada Paula Santos, esteve presente no piquete de greve na Sidónio Pais a expressar solidariedade com a justa luta dos trabalhadores. A luta destes trabalhadores continua pela reposição do quadro de efectivos desta área, contra ataques aos horários e às férias e contra a perseguição de que são alvo.

Trabalhadores do Metro em luta!

grevemetroHoje realizou-se a terceira greve parcial dos trabalhadores da área da direcção de operação do Metropolitano de Lisboa, com uma adesão que continua a ser massiva. Estes trabalhadores lutam, entre outras questões, pela reposição do quadro de efectivos desta área, contra ataques aos horários e às férias e contra a perseguição de que são alvo. Caso a empresa continue a não apresentar soluções, a próxima greve parcial está marcada para dia 22 de Abril. O PCP está solidário com a luta destes trabalhadores por melhores condições de trabalho.

Lutar para garantir o futuro da TAP e o futuro dos trabalhadores!

Documentotap-taptapEstá em distribuição um comunicado da célula do PCP na TAP onde se alerta para os perigos que continuam "em cima da mesa" para a empresa e os trabalhadores. Depois de um plano de reestruturação que conduziu a despedimentos, cortes salariais, cortes na frota e na assistência em escala, o Ministro das Infraestruturas veio afirmar que admite conversações com interessados em entrar no capital da companhia, não descartando que um privado pudesse passar a ser accionista maioritário. Ainda vai mais longe dizendo que o futuro da TAP passa pela integração num grupo de aviação. Ao mesmo tempo que a União Europeia aconselha a TAP a ir mais longe, com novas medidas de redução da capacidade operacional e alienação de estruturas de apoio e em que a empresa já afirma que terão que  haver cortes nos custos no que diz respeito à contratação colectiva. O Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo na Assembleia da República sobre estas matérias. 

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Trabalhadores da ANA protestam contra ataque sem precedentes


concentração ANA1Os trabalhadores da ANA estão em luta e realizaram nos aeroportos nacionais concentrações no dia 1 de Abril em protesto perante a ofensiva brutal da empresa. Está em causa a denúncia por parte da empresa da contratação colectiva, uma proposta irrisória de aumento salarial, assim como a exigência da reposição das contribuições para o fundo de pensões. Estamos a falar de uma empresa estratégica vendida à multinacional francesa Vinci, que nos últimos anos teve lucros de muitos milhões. O deputado Bruno Dias esteve numa delegação do PCP presente na concentração realizada no Aeroporto de Lisboa, demonstrando a sua solidariedade.

Solidariedade com a luta dos trabalhadores da Carris

fotoplenárioCarrisOs trabalhadores da Carris têm estado em luta pelo aumento salarial e pela melhoria das suas condições de trabalho. Dois plenários gerais realizados recentemente com várias centenas de trabalhadores demonstraram o descontentamento perante o que era colocado pela empresa, que iniciou o processo com a proposta de aumento de 10 euros, obrigando-a a avançar naquilo que propunha. O aumento do custo de vida ainda torna mais necessário o aumento justo dos salários de quem trabalha! O PCP está solidário com a luta dos trabalhadores da Carris.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa!

foto AlmaOs trabalhadores da Rodoviária de Lisboa realizaram hoje mais uma greve por aumentos salariais. Actualmente, o ordenado médio de um trabalhador da RL é de cerca de 700 euros (brutos), enquanto o ordenado mínimo nacional é de 705 euros. Entre as reivindicações dos trabalhadores encontram-se ainda a actualização do subsídio de refeição, a redução do intervalo de descanso para o máximo de duas horas e a valorização da carreira da manutenção. O PCP esteve presente e solidário com uma delegação onde esteve deputada Alma Rivera.

 
 

O futuro da TAP e do País não se garantem com a submissão à UE e cedência às multinacionais

TAPfotoEstá em distribuição um documento aos trabalhadores do Grupo TAP que elerta parea os últimos desenvolvimentos. O plano recentemente aprovado pela União Europeia conduziu num passado muito recente a despedimentos, cortes salariais, cortes na frota e na assistência em escala. E segundo os ditames da União Europeia, os apoios às consequências da pandemia dependerão de novas medidas de redução da capacidade operacional, da alienação de estruturas de apoio indispensáveis à actividade da empresa e da cedência de áreas de negócio às multinacionais. É o caso da entrega aos concorrentes da TAP de mais posições no Aeroporto de Lisboa (18 faixas horárias por dia) e da imposição de alienação da participação da TAP na SPDH/Groundforce e na Cateringpor. Repudiamos a subserviência do Governo às imposições de Bruxelas e chamamos a atenção para a vontade que poderá haver de uma nova tentativa de privatização da companhia. É o País e não a UE que deve decidir sobre a viabilidade da TAP enquanto empresa estratégica. Portugal necessita duma TAP cuja dimensão permita dar resposta à coesão territorial, à ligação às Regiões Autónomas e às comunidades portuguesas no mundo, à dinamização da economia nacional, à diversificação de relações comerciais mutuamente vantajosas com outros países. Ler aqui documento completo

Trabalhadores do Metro com razões para votar na CDU!

doc cdu metro 2A célula dos trabalhadores do Metro do PCP editou um documento onde lembra as razões para os trabalhadores votarem na CDU no dia 30 de Janeiro. Por influência e pressão do PCP e da CDU foi possível nestes últimos 6 anos: pôr fim ao processo de privatização do Metro que estava em curso e até já tinha a Avanza como empresa privada que iria assumir a gestão da Empresa; pôr fim ao processo de fusão das empresas: Metro, Carris, Transtejo e Soflusa, através da Transportes de Lisboa; pôr fim ao processo de despedimento em curso no Metro, desenvolvido através da pressão feita aos trabalhadores que as direcções consideravam dispensáveis; pôr fim ao processo de disponíveis que manteve sem actividade profissional, durante muitos anos, vários trabalhadores; pôr fim ao corte dos complementos de reforma; pôr fim aos cortes de salários, subsídios de natal e férias; pôr fim ao congelamento do sistema de avaliação e progressão de carreiras; repor os instrumentos de contratação colectiva na Empresa; a reposição dos feriados roubados; alargar o Passe Social Intermodal, com a redução do seu preço, garantindo um significativo alargamento do direito à mobilidade.

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Contra a renegociação e prolongamento da Concessão do Terminal de Alcântra

porto lisboa 1Foi publicado o Decreto-Lei n.º 117/2021 de 16 de Dezembro, que altera as bases para a concessão do Terminal de Alcântra à multinacional Yldirim, com o governo a anunciar ter o mesmo resultado da negociação desenvolvida com o concessionário.

A concessão - então à Mota Engil - do Terminal de Alcântra, realizada em 1984 por um período de 20 anos, foi uma das muitas opções contrárias ao interesse nacional tomadas no processo contra-revolucionário, então por um governo PS/PSD.

 A opção revelou-se um erro absoluto, do qual apenas beneficiaram os capitalistas detentores da concessão. Além de um longo processo conflitivo, incluindo contra o Estado português, a Liscont lançou diversas vezes o Porto de Lisboa no caos nas múltiplas ofensivas que desenvolveu para tentar liquidar a organização dos trabalhadores portuários e aumentar a taxa de exploração sobre estes.

O Governo decretou agora o prolongamento deste contrato até 2038, anunciando, como de costume, maravilhosas benesses para o erário público da renegociação do contrato entre o Estado e a multinacional turca que agora detém a Liscont.

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