COM A LUTA DOS TRABALHADORES E A INTERVENÇÃO IMEDIATA DO GOVERNO, É URGENTE TRAVAR E REVERTER OS DESPEDIMENTOS EM CURSO!

aeroporto-de-lisboa-820x430O actual surto epidémico, com brutal impacto no sector aéreo, tem de continuar a ser enfrentado, prevenido e combatido com determinação, mobilizando os meios e os recursos indispensáveis à defesa da saúde e da vida.

Como o PCP tem assumido, sendo necessário combater e liquidar o vírus, é inaceitável e condenável que se aproveite o surto epidémico para liquidar direitos laborais e reduzir salários. Assim, o que se constata até esta data no sector aéreo,  com forte incidência no Aeroporto Humberto Delgado(AHD), é que, o que tem faltado no combate ao surto não está a  faltar na aplicação de medidas contra os trabalhadores, tornando ainda mais evidente os impactos das privatizações realizadas no sector aéreo.

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PCP exige protecção dos maquinistas do Metropolitano

O PCP denunciou que, no que diz respeito aos maquinistas do Metropolitano de Lisboa que sofrem de patologias crónicas, considerados de risco no contexto da pandemia do COVID 19, não estão a ser tomadas as medidas de protecção possíveis e necessárias, nomeadamente a sua dispensa com manutenção de todos os direitos (como aliás acontece nas outras áreas). Há um dever de cuidado com os trabalhadores, em que as empresas públicas têm que dar o exemplo, nomeadamente dos que integram os referidos grupos de risco, cabendo ao Metropolitano de Lisboa encontrar forma de os proteger, evitando que prestem a sua actividade profissional que os expõe ao contacto, como propõe o sindicato.

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PCP propõe o imediato controlo público da Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa

estivadores2fotoDeu hoje entrada na Assembleia da República um Projecto de Lei do PCP que define um novo regime jurídico do Trabalho Portuário, apontando para a total inversão do rumo liberalizante que tem sido seguido nos últimos anos nos portos.

Para além de ser um Projecto de Lei mitigador de situações escandalosas como a insolvência fraudulenta da A-ETPL e a tentativa de despedimento dos seus trabalhadores, este insta o Governo para que no imediato, num contexto em que estão em causa necessidades impreteríveis, declare o controlo público da A-ETPL, potenciando os seus trabalhadores, indispensáveis à operação do Porto de Lisboa.

 

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Defender a TAP e os seus trabalhadores!

TAPfotoO PCP realizou hoje uma declaração pública onde defendeu que o Estado português deve assumir a responsabilidade no imediato pela gestão pública da empresa. Exigindo da União Europeia que cheguem à TAP os apoios já anunciados para o sector da aviação civil. Travando a entrega da empresa ao grande capital estrangeiro e transformando os recursos públicos – nacionais ou de fundos comunitários – que sejam necessários mobilizar para salvar a companhia, em capital social da empresa. Repudiou ainda todos os ataques feitos aos trabalhadores da TAP e de várias empresas da Aviação Civil.

 

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PCP repudia despedimentos na CarrisTur

A pandemia criada pelo Covid19 não pode servir de justificação para pôr em causa postos de trabalho e a salvaguarda de direitos dos trabalhadores. Para além de denunciarmos a situação de precariedade destes trabalhadores e o facto de não pertencerem aos quadros da Carris, detentora da CarrisTur, quando há anos que trabalham para a empresa, afirmamos que o contexto actual não pode ser pretexto para «descartar» os trabalhadores com vínculos precários. E confrontámos o Governo sobre esta situação, que se passa numa empresa que é pública.

 

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PCP exige protecção para os trabalhadores do Aeroporto

Perante a falta de condições de protecção dos trabalhadores de vários sectores do Aeroporto de Lisboa, assim como em outros aeroportos nacionais, sujeitos ao contacto com inúmeros passageiros e objectos dos mesmos, o PCP questionou o Governo sobre esta situação e exigiu intervenção. Como exemplos, não estava a ser garantido o espaço de segurança entre pessoas nem, em vários casos, material básico como luvas e desinfectante. 

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PCP exige que Governo actue perante encerramento da Empresa de Trabalho Portuário

O PCP questionou e exigiu a intervenção do Governo perante o encerramento da Associação - Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa que aconteceu no dia de hoje. Estamos perante uma situação de gestão com contornos fraudulentos que está a deixar dezenas de trabalhadores na eminência de um despedimento colectivo, trabalhadores estes que estão em luta e que continuam com salários em atraso.

 

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Deputados do PCP presentes no Porto de Lisboa

 Esteve hoje presente no piquete de greve dos estivadores do Porto de Lisboa uma delegação do PCP com os deputados Bruno Dias e Duarte Alves, prestando solidariedade a estes trabalhadores que lutam para defender o seu direito ao trabalho com direitos e pelo cumprimento das leis da República, que punem a gestão danosa e a fraude, e para que as Autoridades Portuguesas intervenham em defesa do trabalho, da economia e da soberania nacional.

Encontro com trabalhadores sobre «Material circulante e produção nacional»

 Hoje realizou-se na Casa do Alentejo, em Lisboa, um encontro com Organizações Representativas dos Trabalhadores do sector ferroviário, com a presença de Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP, onde se apresentou a análise e propostas do partido relativamente à situação do material circulante no país.

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PCP solidário com a luta dos estivadores do Porto de Lisboa

estivadores

A multinacional turca Yildirim e o restante patronato da Estiva no Porto de Lisboa anunciaram hoje a intenção de provocar a insolvência da Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa (ETPL).

Para se perceber os contornos do processo em curso, em tudo com elementos fraudulentos, é preciso perceber que os donos da ETPL (as empresas de Estiva do Porto de Lisboa) são os seus clientes e que nos últimos anos descapitalizaram a empresa a seu favor através do simples mecanismo de vender a si próprios serviços abaixo do custo de produção.

O PCP volta a exigir a intervenção do Governo para travar o processo em curso, defender os postos de trabalho e a economia nacional, sublinhando que a República tem todos os instrumentos necessários para tal, nomeadamente intervencionando imediatamente a ETPL impedindo a sua destruição pelo patronato.

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