TAP: pressão e chantagem sobre os trabalhadores

TAPfotoOs designados “acordos de emergência” discutidos nos últimos dias são indissociáveis da brutal pressão sobre os trabalhadores que foi sendo protagonizada desde o início do processo pela Administração da TAP e o Governo. A chantagem continua, e o PCP teve conhecimento da recente carta enviada pela Administração aos trabalhadores. Nessa carta, perante a atual fase do processo (estando a ser convocados os associados para Assembleias Gerais), a TAP afirma que “No caso de esses acordos não merecerem a aprovação dos seus associados, a TAP não terá outra alternativa que não a de implementar unilateralmente o Regime Sucedâneo a esse conjunto de trabalhadores.” E ainda que “caso os acordos que necessitam de ser ratificados em Assembleia Geral sejam rejeitados, não haverá lugar a quaisquer negociações suplementares entre a TAP e as estruturas representativas dos trabalhadores”. Ou seja, podem discutir com os associados, mas a decisão já está arrumada. Para o PCP, é indispensável superar as limitações colocadas e agir para que os trabalhadores da TAP e os seus direitos sejam garantidos. Impõem-se defender a dinamização da TAP como empresa essencial ao país, ao invés de a reduzir a uma miniatura ou uma peça da engrenagem de uma multinacional da aviação civil, como pretende a União Europeia. E para tal é necessária a mobilização de recursos, a valorização dos trabalhadores e a defesa dos postos de trabalho. Neste sentido, o PCP mais uma vez confrontou o Governo com várias questões.

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Sector do táxi com João Ferreira

Presidenciais taxi Joao Ferreira 2021Apoiantes da candidatura do João Ferreira do sector do táxi têm em divulgação um documento de campanha que explica as razões que os profissionais do sector têm para votar nesta candidatura no próximo domingo. Porque esteve e está ao lado da luta do sector contra a concorrência desleal. Porque está ao lado dos micro empresários e trabalhadores que lutam por uma regulamentação justa do sector. Porque está contra o impacto da desregulação que favorece as multinacionais. São muitos os homens e mulheres deste sector que já demonstraram o seu apoio à candidatura, não esquecendo quem sempre esteve ao lado dos seus interesses e aspirações.

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Campanha junto dos trabalhadores do sector ferroviário

documento ferroviarios presidenciaisA campanha da candidatura de João Ferreira à Presidência da República continua junto dos trabalhadores do sector ferroviário, agora com um documento específico que afirma os princípios da candidatura e a importância que dá à valorização do trabalho e dos trabalhadores. Uma candidatura que coloca ainda na linha da frente a defesa de sectores estratégicos, como o sector ferroviário, e os valores de Abril, plasmados na Constituição da República Portuguesa. O documento divulga ainda vários apoiantes trabalhadores do sector e das suas organizações representativas.

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Candidatura de João Ferreira em defesa do sector aéreo

presidenciais sector aéreo doc final 1Está em distribuição um documento da candidatura de João Ferreira que reflecte a sua perspectiva sobre o sector aéreo e divulga vários apoiantes trabalhadores deste sector e das suas organizações representativas. Destaca-se a defesa da valorização dos trabalhadores, dos seus salários e direitos, assim como a defesa da TAP como empresa estratégica e a necessidade de retomar o controlo público da gestão aeroportuária. A afirmação desta candidatura torna-se ainda mais importante num contexto em que os trabalhadores do sector aéreo estão a braços com um forte ataque, fruto dos desmandos dos privados e da conivência e acção do Governo, agravado com o contexto pandémico.

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Ferroviários apoiam candidatura de João Ferreira!

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PCP apresenta Projecto de Resolução para defesa da TAP e dos seus trabalhadores

TAPfotoPerante a situação em que está colocada a TAP e as empresas do Grupo TAP, o PCP, para além da posição que já tomou, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que será discutido no dia 20 de Janeiro, onde exige que seja tomado um outro caminho para a defesa das empresas do Grupo TAP, sem pôr em causa os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores. A célula da TAP está a difundir um comunicado aos trabalhadores da TAP e das empresas do grupo, onde afirma o essencial do conteúdo deste Projecto de Resolução.

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Governo formaliza ataque aos direitos dos trabalhadores do Grupo TAP!

doc tap2dezembroO Conselho de Ministros do dia 22 de Dezembro aprovou a resolução que declara a TAP, a Portugália e a Cateringpor em situação económica difícil. Está assim aberta a porta para a alteração de condições de trabalho e a não aplicação ou a suspensão, total ou parcial, da contratação colectiva dos trabalhadores, com a consequente perda de direitos. Isto a par da perspectiva de despedimentos e cortes nos salários. A situação conjuntural de crise pandémica não pode ser pretexto para destruir direitos e reduzir a TAP. Exige sim que sejam mobilizados recursos para assegurar a empresa neste momento difícil e que se prepare a TAP para o futuro. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado onde apela aos trabalhadores do Grupo TAP que se unam e lutem contra este ataque.

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PCP solidário com trabalhadores que são alvo de despedimentos colectivos

imagem duarte2O PCP esteve presente, com o deputado Duarte Alves, numa acção de protesto contra os despedimentos colectivos dos assistentes aeroportuários da Securitas e dos trabalhadores da ISS que procedem à limpeza de aviões da TAP. O PCP demonstrou a sua solidariedade nesta acção dinamizada pelo STAD e reafirma que não podem ser os trabalhadores a pagar para que as empresas salvaguardem os seus lucros! Toda a solidariedade do PCP com a luta pelos postos de trabalho!

Célula do PCP na TAP volta a tomar posição em defesa dos trabalhadores

comunicado TAP Dezembro20A célula do PCP na TAP voltou a editar um comunicado aos trabalhadores, demonstrando o repúdio pelo caminho que, ao que tudo indica, estará a tomar o plano de reestruturação: despedimento de milhares de trabalhadores, diminuição da massa salarial e ataques aos acordos de empresa, para além da possibilidade de diminuição da TAP em várias áreas e serviços. A célula reafirma que os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores têm que ser respeitados, assim como aponta a necessidade de salvaguarda da TAP como empresa estratégica para o País, para o seu desenvolvimento económico e social. As medidas a ser tomadas têm inevitavelmente de ter em conta a retoma e o contexto pós -pandemia e o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário da empresa, tem que ser responsabilizado pelo futuro da TAP e dos seus trabalhadores.

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