Fidelidade: Aumentar salários é um acto de elementar justiça

Em comunicado dirigido aos trabalhadores da Fidelidade, o Sector de Seguros da ORL do PCP lembra que " Nos últimos 7 anos, a Fidelidade obteve sempre lucros consideráveis. Só em 2014 foram 178 232 205 €", e que por isso "é um acto de elementar justiça que os salários sejam aumentados de forma digna e para todos".

 

Ler Documento em PDF

 

Seguros: Defender direitos é construir o futuro, enquanto que a política de direita, os patrões e a UGT nos querem prender ao passado


Na mais recente edição do Boletim Informativo do Sector de Seguros da ORL, os comunistas do Sector lembram que "Se a actual composição da Assembleia da República cria expectativas para a devolução de rendimentos e direitos roubados, a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa suscita preocupações, avaliando as suas ligações aos interesses financeiros e económicos monopolistas que aprisionam o país. Neste contexto é fundamental desmascarar a propaganda que os grandes interesses instalados promovem, o papel da política de direita e da UGT".

 

Ler Boletim Informativo em PDF

Sobre a reposicao dos cortes nos prémios dos trabalhadores da Teleperformance

imagem geralNo passado mês de Dezembro, tivemos conhecimento que a Teleperformance - uma das maiores empresas de Contact Centre e com mais lucros, do país - se preparava para cortar os prémios de assiduidade dos trabalhadores em, pelo menos, 30 euros.

Continuar...

Na Mapfre Assistência, dois pesos e duas medidas

Em comunicado aos trabalhadores da Mapfre Assistência, os trabalhadores comunistas do Sector dos Seguros lembram que uma das mais flagrantes injustiças que se praticam nesta empresa "é a existência simultânea de dois contratos para a mesma função: o contrato Mapfre Assistência e o contrato Ibero Assistência. Se o primeiro reconhece as 35 horas semanais e tem um vencimento base maior, já o segundo aplica 40 horas semanais e paga menos. Existe um princípio geral para a dignidade no trabalho que afirma que a trabalho igual, salário igual. É isso que defendemos."

 

Comunicado aos trabalhadores da Mapfre Assistência | Dezembro de 2015

Luta e confiança na defesa dos direitos dos trabalhadores dos Seguros

Na edição de Dezembro do seu Boletim Informativo, o Sector de Seguros da ORL apela à unidade dos trabalhadores pela defesa dos seus direitos afirmando que está claro que o "que as Companhias (com a «colaboração» dos sindicatos da UGT) pretendem é terem ao seu serviço trabalhadores a quem não aplicam a contratação colectiva, sem direitos, trabalhando mais horas com metade do salário. Não é uma previsão de futuro é a descrição da vida dos trabalhadores dos centros de contacto e (na quase totalidade) das seguradoras telefónicas, entre muitos outras situações."

 

Ler Boletim Informativo em PDF | Dezembro 2015

Trabalhadores do Grupo Tranquilidade: Votar CDU é dar mais força a quem trabalha

Marca diferenciadora da campanha CDU, porta a porta, empresa a empresa, sempre em contacto com os trabalhadores. Nos Seguros, com a participação de Jorge Martins, candidato da CDU à Assembleia da República, ontem na Europ Assistance (entre outras empresas do Sector como Novo Banco Vida e Novo Banco Seguros) e hoje, na Logo e Tranquilidade. Com um documento específico dirigido aos trabalhadores do Grupo Tranquilidade, a CDU lembra que após o "novo accionista do Grupo  Tranquilidade, após a compra nos saldos do Governo, “garantiu” a manutenção dos direitos, mas assim que entrou já ameaça reduzir as pré-reformas para 80% do salário, agravou as condições do seguro de Saúde, inscrito na contratação colectiva, não negoceia com as estruturas dos trabalhadores e não está a cumprir a lei quando viola direitos contratuais". Sendo inadiável a necessidade de mudança de políticas é feito o apelo ao voto na CDU e apresentadas propostas concretas aos trabalhadores.

 

Ler documento em PDF

Junto dos trabalhadores, esclarecer e mobilizar para o voto na CDU

Prossegue a campanha da CDU junto dos trabalhadores do Sector Segurador. Hoje, o candidato à Assembleia da República, Jorge Martins, trabalhador dos Seguros e dirigente sindical, em conjunto com outros activistas, realizou uma acção de contacto junto dos trabalhadores da Allianz com um documento específico do Sector onde se recorda que "Durante a vigência do governo PSD/CDS-PP os trabalhadores dos seguros foram alvo de ataques nunca vistos. O mais evidente foi o ataque aos direitos consagrados na contratação colectiva. Os salários e o poder de compra degradam-se a cada dia que passa, as perspectivas de carreira diminuem, as pressões e abusos aumentam. Mais despedimentos, mais precariedade. Mas não foi (nem é) mau para todos. Entre 2010-2014, as seguradoras obtiveram 1 695 milhões de euros de lucros. "

Ler Documento em PDF

Seguros, Assistência e telefónicas: Votar CDU é dar força à luta a quem trabalha

Milhares de trabalhadores dos seguros têm vínculos precários. Desta forma vêm os seus direitos condicionados, o seu futuro hipotecado, os salários reduzidos e sentem a ameaça do desemprego a pairar a todo o instante. Há empresas a pagar salários muito abaixo dos valores definidos nas tabelas dos Contratos Coletivos (CCT) e, muitas vezes, por 8 horas de trabalho (quando o horário no sector é de 7 horas/dia).

Continuar...

Em contacto com trabalhadores da Fidelidade

Miguel Tiago e Jorge Martins (empregado de uma empresa de Assistência do Grupo Fidelidade e dirigente sindical), candidatos da CDU às próximas Eleições Legislativas estiveram hoje em contacto com trabalhadores da Fidelidade, à porta do edifício na Alexandre Herculano, em Lisboa. Em conjunto com outros trabalhadores e reformados do Sector do Seguros, lembraram os graves prejuízos que a privatização desta empresa causou e causa ao país e à sua economia e apresentaram propostas concretas para a valorização do trabalho e dos trabalhadores e a necessidade do controlo público dos sectores estratégicos.

 

Ler documento dirigido aos trabalhadores da Fidelidade em PDF

O CTT 2008 dos Seguros está em vigor: Vitória da dignidade de quem trabalha

O Supremo Tribunal de Justiça deu razão aos trabalhadores e ao seu sindicato de classe (SINAPSA): o Contrato Colectivo de 2008 está em vigor. O Organismo de Direcção do Sector de Seguros da Organização Regional de Lisboa do PCP saúda todos os colegas trabalhadores e o seu sindicato de classe por esta vitória. Pela coragem, pela firmeza, pelo exemplo de honestidade e integridade de terem suportado este brutal ataque à sua dignidade, certos que a razão estava do lado de quem trabalha.  Ler Comunicado em PDF

 Ler Boletim Informativo Abril/Junho em PDF

 

"Avaliação" de desempenho? Somos todos competentes para lutar pelos nossos direitos

O Sector dos Seguros da ORL do PCP no seu Boletim Informativo de Abril/Junho aborda a farsa da "Avaliação" de Desempenho nas companhas de Seguros e a caridade como escapatória para o aumento da exploração dos trabalhadores. No espaço "Memória" é descrito como a polícia política impediu um colóquio no Sindicato dos Seguros de Lisboa a poucos dias da Revolução de Abril. No final o apelo para a participação na Marcha do Povo do próximo dia 6 de Junho.

 

Ler comunicado em PDF

Supremo Tribunal de Justiça confirma validade do CCT 2008 dos Seguros

Em comunicado aos trabalhadores, o SINAPSA (Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins) anunciou que "Numa decisão histórica, o Supremo Tribunal de Justiça confirmou a decisão do Tribunal do Trabalho do Porto (1.ª instância), reconhecendo a validade do CCT de 2008 e indeferindo o recurso apresentado pela APS. Mais do que reafirmar a razão do SINAPSA na sua luta incessante pelo reconhecimento da validade do CCT de 2008, queremos realçar a vossa perseverança e combatividade para que, em unidade, tenhamos conseguido derrotar todos os que, unilateralmente e sem quaisquer decisões jurídicas favoráveis, quiseram ditar o fim do nosso Contrato Colectivo de Trabalho. Agora é a hora da APS e as seguradoras reconhecerem em definitivo que a razão nunca lhes assistiu e reporem, de imediato, aos trabalhadores de seguros vinculados ao CCT de 2008 os seus direitos retirados de forma abusiva e ilegítima." Ver Aqui

Despedimento colectivo na AXA: PCP exige respostas ao Governo

Face à intenção da Axa Portugal – Companhia de Seguros S.A. de promover um despedimento coletivo que envolve 67 trabalhadores, em que "despediu primeiro e perguntou depois. Numa clara violação das regras do despedimento coletivo", o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República colocou as seguintes questões ao Ministério da Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social: "1.º Que informações possui este Ministério quanto a este despedimento coletivo?; 2.º Foi este Ministério informado da intenção de promover este despedimento?; 3.º Que razões justificam estes despedimentos?; 4.ª Tendo em conta que a Administração da AXA - Portugal não comunicou à comissão de trabalhadores a intenção de despedimento encerrando as suas lojas, que medidas nomeadamente punitivas vai a ACT tomar?". Ler Pergunta em PDF

 

Trabalhadores da Axa Seguros Portugal denunciam despedimento colectivo ilegal

O SINAPSA promoveu no passado dia 10 de Abril, uma manifestação de solidariedade para com os 67 trabalhadores da AXA Seguros, abrangidos por um despedimento colectivo, que considera ilegal. Muitas dezenas de trabalhadores da Axa Seguros Portugal reclamaram a anulação deste processo nas concentrações no Porto e em Lisboa. Em comunicado, o SINAPSA afirma que "A luta continua até que este processo (ilegal) de despedimento colectivo seja pura e simplesmente cancelado pela Axa Seguros Portugal e em que seja assegurado aos trabalhadores visados o seu regresso aos estabelecimentos ou locais de trabalho que foram ilegalmente encerrados pela Administração da seguradora".