CDU - Melhor Saúde é Possível!

logo2011.jpgO Sector da Saúde editou um comunicado onde demonstra a possibilidade de uma outra política para a saúde, que inverta o caminho de destruição do SNS que tem sido trilhado, e rejeite aingerência externa.

 

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Jovens enfermeiros denunciam a precariedade à frente do Hospital Júlio de Matos

mini-sepcopiaweb.jpgO núcleo de Jovens do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, no âmbito da mobilização para a Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores, promoveu junto ao Hospital Júlio de Matos uma denuncia publica da precariedade no sector - Existem só na região de Lisboa cerca de 850 enfermeiros com vínculos precários, na sua maioria jovens, muitos deles com falsos recibos verdes e sub-contratos. O Hospital Júlio de Matos é um exemplo do uso do trabalho precário por parte do estado com cerca de 38 contratados a termo certo e 11 subcontratados a falsos recibos verdes, com horário, chefes e hierarquia e um posto de trabalho fixo.
A Luta continua, numa necessidade de terminar com a precariedade e o desemprego, e com o apelo a que todos os jovens trabalhadores estejam na manifestação de dia 1 de Abril convocada pela Interjovem/CGTP-IN.

Sector da Saúde do PCP saúda grande adesão à greve geral

saudedez.jpgO Sector da Saúde editou um número especial do seu Boletim, dedicado à greve geral de 24 de Novembro, onde se saúda a forte participação dos trabalhadores da Saúde na luta, numa jornada em defesa das suas condições de vida e de trabalho na prestação de cuidados de saúde.

 Sect

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Sector da Saúde do PCP apela aos trabalhadores do Sector a lutar pela saúde aderindo à greve geral

saude2010nov.jpgO Sector da Saúde de Lisboa do PCP está a distribuir aos trabalhadores do sector o seu Boletim de Novembro. Um documento onde se aborda o ataque ao Serviço Nacional de Saúde em curso, bem como as consequências que tal ataque tem sobre a população e os trabalhadores. Um Boletim onde se apela à adesão à Greve Geral como forma de "Lutar pela Saúde!".

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PCP: Em defesa da Saúde para todos e dos direitos dos trabalhadores do Sector

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Está em distribuição o Boletim do Sector da Saúde da ORL do PCP. De entre o conjunto de artigos dedicados ao sector, destacamos os seguintes: Viva o Serviço Nacional de Saúde; De como o dinheiro para a Saúde vai parar aos bolsos dos privados; "taxas moderadoras"; Em risco o ACT para os Hospitais EPE; O silenciamento do PCP e das suas iniciativas; extinsão das carreiras nos serviços gerais de saúde. 

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Célula do PCP no Curry Cabral edita comunicado

ccabral.jpgA Célula do PCP no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, dirige-se aos trabalhadores do Hospital, num comunicado onde contesta o modelo de gestão imposto pela política de direita, e sublinha as consequências desse modelo para utentes e trabalhadores.

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Mais de Mil Enfermeiros em Luta por melhores salários e carreira digna!

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Concentraram-se hoje, em frente ao Ministério da Saúde em Lisboa, várias centenas de enfermeiros vindos de todo o país. Mobilizados e organizados por quatro sindicatos, SEP, SERAM, SIPE e SE vieram até Lisboa, exigir da Ministra da Saúde, que se preocupe "menos" com a gripe e respeite a grelha salarial que tem, no entender dos profissionais, de ser correspondente às características da sua profissão. Profissionais licenciados e com elevado risco no desempenho das suas funções de tão grande importância em todos os serviços de saúde. Entre as palavras de ordem ouvia-se, "exigimos remuneração adequada à formação", "basta de ser explorada a formação especializada". 

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Trabalhadores do Sector da Saúde (Lisboa) apoiam a CDU

saudecdu.pngOs vários governos que se sucederam no poder, depois da criação do Serviço Nacional de Saúde, apostaram na sua desvalorização e privatização. O actual Governo PS/Sócrates prosseguiu e agravou a mesma política de direita, ao serviço dos grandes grupos financeiros visando transformar a saúde um fabuloso negócio.  As próximas eleições para o Parlamento Europeu, a que a CDU se apresenta, constituem uma oportunidade para penalizar esta política.

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Grande Manifestação de Enfermeiros com 5000 profissionais nas ruas!

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O Dia Internacional do Enfermeiro, ficou hoje, marcado pela Luta e pela Greve destes profissionais. Milhares de enfermeiros concentraram-se em frente ao Ministério da Saúde, onde uma delegação dos sindicatos entregou a lista dos enfermeiros precários, para que tenham um contrato de trabalho digno. Seguiram depois, numa grande manifestação, a maior de todos os tempos no país, até São Bento, para na residência oficial do primeiro ministro, fazerem ouvir o seu protesto. Por uma carreira profissional digna, para que não sejam licenciados de segunda, para que seja respeitada a importância que tem o seu trabalho, nos hospitais e centros de saúde.
 

Sector da Saúde da ORL lança Boletim de Maio

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A criação de um serviço público de saúde resultou em Portugal da iniciativa revolucionária do povo e de muitos profissionais de saúde no contexto da Revolução de Abril. A Constituição designou-o como Serviço Nacional de Saúde e inscreveu-o como instrumento da concretização da responsabilidade prioritária do Estado em garantir o direito à saúde (art.º 64º).

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Sector da Saúde da ORL lança Boletim

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Como todos sabem o PCP sempre se bateu pela criação e pela defesa de carreiras para todos os profissionais nos departamentos do Estado. Tem sido uma luta renhida, travada pelos sindicatos no seu âmbito de intervenção, com particular destaque para os trabalhadores comunistas.

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Porque é tão atacado o SNS?

Editou o Sector da Saúde da ORL o seu Boletim de Janeiro, onde se pode ler: Quase quatro anos passados de Governo Sócrates/PS são já bem perceptíveis as verdadeiras intenções do seu executivo, nomeadamente na área da saúde. E o que faz correr estes pseudo-socialistas, na breve passagem pelo Governo (trampolim para as confortáveis cadeiras de concelhos de administração empresariais): satisfazer os interesses dos grandes grupos financeiros!

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Greve Enfermeiros (30/9 e 1/10) com 72% de adesão!


A Greve dos Enfermeiros que se iniciou este 30 de Setembro e prossegue no dia 1 de Outubro, regista níveis de adesão muito elevados - 72% às 12.45 - confirmando o profundo descontentamento e mobilização dos enfermeiros portuguesesa.

Sobre a Integração do Hosp. Pulido Valente em Santa Maria

COMUNICADO

A INTEGRAÇÃO NO HOSPITAL DE SANTA MARIA (HSM) DO HOSPITAL DE PULIDO VALENTE (HPV)


1 O Hospital Pulido Valente tem obtido resultados assinaláveis, como reconheceu no ano passado a revista “Sábado” em estudo conjunto com a Escola Nacional de Saúde Pública. É também reconhecido o acolhimento humano prestado pelos profissionais do HPV pois o testemunham numerosos doentes.

Quando tanto se fala em acessibilidades e em aproximar os hospitais das populações, não se deve ignorar que na zona norte de Lisboa se observa grande actividade de construção urbanística pelo que a população desta área deveria ser naturalmente servida pelo HPV.

2 Face a esta realidade o PCP considera, contrariando o Plano Regional de Saúde, elaborado em 1998-1999, que previa a desactivação do HPV, que este tem lugar na rede hospitalar de Lisboa.

3 Há vários anos que equipas do HPV participam no serviço de Urgência do Hospital Santa Maria e esta associação pode sem dúvida alargar-se a outros sectores de maneira vantajosa para os utentes. Por exemplo, a aquisição em comum de medicamentos, equipamentos, reagentes é uma medida de boa gestão assim como o aproveitamento das tecnologias instaladas no Hospital de Santa Maria e inexistentes no HPV.

Porém, outras medidas levantam fortes reservas. A nova equipa administrativa anunciou que não se iam reduzir as camas de doentes agudos nem extinguir serviços. Ora quase imediatamente é, na prática, dissolvido o serviço de Patologia Clínica, cuja privatização estava na agenda da anterior administração.

4 Ficando no HPV apenas a secção de Microbacteriologia e uma urgência reduzida ao mínimo é de temer que a transferência das restantes amostras se faça em condições inadequadas quanto à rapidez de transporte, o acondicionamento, o tempo de resposta, etc. Os meios informáticos, e muito menos os telefónicos, não conseguem ultrapassar todas as dificuldades que o diálogo presencial quantas vezes resolve.

5 Quando hoje nos países desenvolvidos se orienta a organização dos serviços laboratoriais para soluções globais e integradas em que a distinção entre análises urgentes e não urgentes tende a esbater-se, estas primeiras medidas na prática representam uma solução que desvaloriza o serviço e, através dele, o Hospital.

As análises excluídas da curta lista do “posto avançado” chegarão oportunamente às unidades de cuidados intensivos ou às mãos dos assistentes das dezenas de casos diários urgentes? Duvidamos e por isso consideramos que esta decisão configura uma primeira grande machadada no HPV. Não foi já tentada a venda do edifício Rainha D. Amélia à Misericórdia?

6 Em vez de se atacarem problemas a necessitar de correcção imediata como o das refeições de má qualidade para doentes e pessoal, conservadas em contentores durante a noite, parece que a nova equipa tomou já o caminho do desmantelamento do HPV com tiques de comportamento autoritário e de desconsideração por trabalhadores e hierarquias de serviços do Hospital.

A CHAMADA REMODELAÇÃO DA FUNÇÃO PÚBLICA

Declarando que não cederá nos pontos essenciais, o Secretário de Estado da Administração Pública entregou aos Sindicatos um projecto de lei sobre vínculos, carreiras e remunerações em que anuncia o fim dos vínculos actuais. Todos os trabalhadores passariam a regime de contrato… desde que comprovem possuir a aptidão física e o perfil psicológico adequado!!!...Estamos a voltar ao antigamente?

Segundo este projecto-lei, os quadros seriam extintos e substituídos por mapas. Estes, anualmente propostos pelo director de serviço, dependerão do orçamento. É óbvio que se o orçamento não for compatível com o número de trabalhadores existente… alguém será afastado, talvez com base na avaliação do desempenho, isto é nos despedimentos sem justa causa.

A actual política para o Serviço Nacional de Saúde está reger-se por medidas economicistas para este ser entregue progressivamente às grandes empresas privadas.

Neste quadro o PCP apela a um protesto generalizado no dia 30 de Maio, sob a forma de GREVE GERAL, convocada pela CGTP-IN, contra esta política de destruição do Serviço Nacional de Saúde traduzida na liquidação das carreiras e dos vínculos públicos, no aumento e criação de novas taxas moderadoras, na extinção de CATUS, serviços de urgência, maternidades e na desactivação de hospitais públicos necessários ao país abrindo espaço aos hospitais privados.

O Sector da Saúde da Organização Regional de Lisboa do PCP

Maio 2007

Maio 2007

Governo PS – Promotor ou Coveiro do Serviço Nacional de Saúde?

COMUNICADO

Governo PS – Promotor ou Coveiro do Serviço Nacional de Saúde?


Ultrapassada a barreira da propaganda do governo, em particular do Primeiro-ministro, o que sobra da sua Política de Saúde são:

Opções, medidas e actos, encadeados ou dispersos, que tornam mais caro e mais difícil o acesso da maioria dos Portugueses aos cuidados de saúde;

Taxas “moderadoras” em cima de taxas “moderadoras”, indo já em mais de 400 taxas para vários actos de saúde (Portaria Nº 395-A de 30 de Março 2007). Destas, 201 taxas têm um valor superior a 2 euros e podem ir até mais de 20€; segundo o aumento recente que sofreram, que atinge nalguns casos 250 %;

Encerramento de vários serviços e privatizações crescentes de sectores clínicos essenciais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com o sector privado a consumir já quase 50% do orçamento do SNS. Só o Grupo Melo/Saúde teve em 2006, 104.6 Milhões de Euros de lucro com a sociedade gestora do Hospital (público) Fernando Fonseca (Amadora/Sintra).

Para continuar a degradação do SNS e facilitar o seu controlo e domínio por parte dos grandes grupos privados, o governo anunciou recentemente que pretende acabar de facto e formalmente com as carreiras profissionais e com os vínculos laborais públicos na quase totalidade da Administração Pública (AP) e instituir o Contrato de Trabalho privado na Administração Pública – quer para os funcionários do quadro, quer para os que já têm contrato individual.

É uma pura mistificação apresentar esta política como salvadora de alguma coisa.

O que de facto está em marcha é o enterro a prazo do SNS e de todas as funções sociais do Estado.

Um retrocesso social para a esmagadora maioria dos Portugueses.

H.S. Maria – Que balanço e perspectiva?

A célula do PCP, aquando da passagem em Janeiro de 2006 do HSM a EPE, exprimiu a sua total oposição a tal modelo de gestão hospitalar por ele viabilizar e permitir a prazo o desmantelamento e a privatização de sectores essenciais do SNS e do HSM.

No quadro duma política de saúde do governo muito negativa e nefasta para os trabalhadores e os utentes, estes primeiros 16 meses da existência do HSM-EPE revelam um balanço contraditório, traduzido, nomeadamente, por:

Um largo conjunto de investimentos (que há muito eram reclamados) nalguns casos essenciais na humanização dos cuidados prestados e noutros assegurando a eficiência dos recursos existentes, mas sem avanços significativos na concretização do seu Plano Estratégico e de Modernização;

Várias medidas de gestão com um sentido positivo, mas sem um enquadramento politico adequado e o envolvimento necessário dos profissionais do HSM indispensável ao seu completo sucesso;

Progressos na área laboral com o estabelecimento de alguns contratos sem termo mas sem uma política de recursos humanos centrada na motivação, no empenhamento e na melhoria das condições de trabalho e sociais com persistência na redução de efectivos sem sustentação numa reestruturação efectiva e permanente da prestação de cuidados;

Persistência da precariedade laboral para cerca de 30% dos trabalhadores; Alargamento da contratação directa de trabalhadores a recibo verde e do recurso a empresas de aluguer de mão-de-obra;

Crescimento considerável da prestação externa de serviços;

Total ausência de perspectivas de promoção e progressão nas carreiras face á política do Governo de ataque aos Funcionários Públicos, situação esta de que são vítima também os trabalhadores com contrato individual;

Aplicação de taxas moderadoras aos profissionais do HSM que sob a capa de uma medida igualitária e de reposição da legalidade que não foi mais que um grave erro de gestão de recursos humanos. Salienta-se entretanto, o cumprimento da lei com a criação do serviço de saúde ocupacional, apesar das suas actuais fragilidades;

Saída significativa de profissionais qualificados e persistência de carências graves nas áreas dos Serviços Gerais, Enfermagem, Administrativa e de algumas Especialidades Médicas;

Recurso excessivo a médicos internos para os serviços de urgência (Central e Interna) sem tempo e espaço para a sua formação adequada;

Medidas de gestão positivas mas que mal assessoradas e acompanhadas se vem traduzindo em frustração para muitos profissionais que continuam a não ver os benefícios dos processos em curso mas apenas os custos, nomeadamente a falta de alguns equipamentos e materiais consumíveis diversos que chegam a pôr em causa a qualidade dos cuidados de saúde prestados em alguns serviços do hospital.

Face ao actual quadro político mais geral são essenciais três questões para o futuro do HSM:

Manter todas as áreas fundamentais do hospital (clínicas e outras) sob gestão pública, integradas no SNS e com uma gestão eficaz e sustentada;

Avançar na concretização do Plano Estratégico e de Modernização;

Adoptar um quadro de pessoal do HSM com a integração de todos os trabalhadores e o fim da precariedade laboral e dar satisfação ás suas justas expectativas de promoção na carreira profissional.

A situação e os problemas mais agudos que o HSM enfrenta resultam da política de direita seguida pelos vários Governos, muitas vezes camuflada com um discurso tecnocrata de esquerda e até por acções dispersas e incoerentes cujo resultado se traduz sempre em prejuízo para os portugueses, em particular quando doentes, e em beneficio sistemático dos grupos económicos que desta situação lucram.

A sua solução eficaz está assim associada à luta e à acção política convergente por uma nova política de saúde e por uma alternativa política de esquerda para Portugal.

Neste sentido a célula do PCP apela aos trabalhadores do Hospital de Stª Maria à sua adesão à GREVE GERAL, convocada pela CGTP, para 30 de Maio.

Lisboa, Maio de 2007

                                                  Célula do PCP no HSM