Sector Empresas Sintra edita Boletim

O Sector de Empresas de Sintra editou um novo Boletim dirigido aos trabalhadores do Concelho, onde destaca a mobilização para a luta de 18 de Outubro promovida pela CGTP-In. No Boletim, informa-se ainda da situação laboralnum conjunto de empresas do concelho, bem como se fornece os últimos números sobre o crescimento da riqueza dos capitalistas portugueses e o crescimento da exploração dos trabalhadores.

Aprovada Moção de Censura à Junta da Agualva

A CDU votou favoravelmente a Moção de Censura (aprovada com os votos da CDU, PS e BE) à Junta de Freguesia da Agualva, dando nota nesta nota de imprensa  (Ler Mais) das razões porque tomou esta posição.

CDU Terrugem edita Boletim

Abordando diversas matérias de interesse relevante para a freguesia (Gestilamas, aterros ilegais, ferro velho, jardim de infância, obras do SMAS) e algumas matérias de interesse nacional (precariedade, flexigurança) este Boletim da CDU encontra-se em distribuição na freguesia da Terrugem.

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Especulação com Edifício da Fábrica Melka no Cacém

A CDU de Sintra denunciou, em nota de imprensa, mais uma negociata imobiliária no Concelho, desta vez a colocação do antigo edíficio da fábrica Melka em hasta pública, pela sociedade Cacém Polis.

AGUALVA - PSD, PP e PS anulam concurso para Centro de Saúde

A Coligação Mais Sintra (PSD/CDS), com a cumplicidade do PS, anulou o concurso público para a construção do novo Centro de Saúde de Agualva. Apenas a CDU votou contra mais este atentado aos cidadãos do Concelho.

CDU Colares edita Boletim

A CDU de Colares, em Sintra, fez sair o seu Boletim, onde aborda matérias importantes para a freguesia como a Central de Biomassa de Sintra, a construcção da Escola EB 2/3 da Sarrazola e o adiamento da Assembleia de Freguesia - entre outras matérias.

 

Educação em Sintra – Regresso ao passado

Educação em Sintra – Regresso ao passado


Foi anunciado recentemente pelo Vereador da Educação da Câmara Municipal de Sintra a colocação de diversos pavilhões pré-fabricados em algumas escolas do concelho, de que são exemplo a EB Visconde de Juromenha e a EB de Casal de Cambra.

Esta medida, de carácter provisório, é elucidativa da incapacidade da câmara e da empresa municipal EDUCA em construir equipamentos educativos tão necessários no nosso concelho.

Menos de 6 meses após a aprovação da polémica Carta Educativa o panorama de melhoria do parque educativo é verdadeiramente calamitoso.

Dos equipamentos previstos para 2006 a ampliação da EB1 n.º. 2 de Rio de Mouro apenas terminou em Janeiro de 2007 e a EB1 de Monte Abraão estará terminada na melhor das hipóteses em Setembro deste ano, com quase um ano de atraso.

Relativamente às obras previstas para 2007, JI n.º. 2 do Cacém, JI do Linhó, JI Monte Abraão, EB1/JI do Algueirão, EB1/JI Varge Mondar, EBI/JI de Belas, EB2/3 Serra das Minas e Escola Secundária de Casal de Cambra, ainda nenhuma se iniciou e ao que parece não têm sequer dotação orçamental para que possam avançar. Desta forma nunca estarão concluídas antes, na melhor das hipóteses, de 2009.

A falta de planeamento no Concelho de Sintra traduz-se depois em gastos de verbas na ordem de um milhão de euros na colocação de pré-fabricados nas nossas escolas. Sem uma política definida e com um rumo traçado sofrem as crianças e as respectivas famílias pela falta de condições do parque escolar concelhio. A CDU tem desde sempre defendido que a Educação deve ser uma das prioridades do Concelho não apenas nas palavras mas também nos actos.

Lamentamos assim este regresso ao passado quando a câmara municipal de Sintra deveria proporcionar às nossas crianças e jovens melhores condições de aprendizagem.

Sintra, 27 Junho de 2007

Centro de Saúde de Massamá - até quando o abandono?

CENTRO DE SAÚDE DE MASSAMÁ
ATÉ QUANDO O ABANDONO?


O edifício onde prevê que fique instalada a extensão do Centro de Saúde de Queluz está concluído desde Agosto de 2006. A Assembleia Municipal ratificou já o contrato de comodato celebrado em 28 de Janeiro entre a Câmara de Sintra e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Esta é uma medida prioritária para a cidade de Queluz, para os seus habitantes e, particularmente para a população de Massamá. Desde que, em 1999, o PS decidiu colocar cartazes a anunciar a construção do Centro de Saúde e, em boletim autárquico, anunciou a mesma para daí a 6 meses, que os habitantes de Massamá desesperam pela concretização das promessas sempre prometidas e sempre adiadas.

Mas a vontade do Governo, bem como do PSD e do CDS-PP é bem diferente. Basta verificar que, ao longo dos anos, sempre em votação do Orçamento de Estado, PS, PSD e CDS-PP se aliaram para inviabilizar a construção do Centro de Saúde: ou conferindo verbas irrisórias para a sua edificação ou, como sucedeu no Orçamento de Estado para 2007, atribuindo unicamente 30.000 € para pagamento dos custos de construção – cerca de 4 milhões de euros pagos pela Câmara de Sintra – e o seu equipamento.

O Governo, mais preocupado em fechar Maternidades, Hospitais e Centros de Saúde e em aumentar as taxas moderadoras, enquanto, alegremente, cria condições para o incremento do sector privado na Saúde, não tem qualquer pejo em continuar a sacrificar os habitantes de Queluz e de Massamá, não se incomodando minimamente que existam mais de 18.000 utentes sem médico de família na Cidade.

Até quando este abandono? O que é que o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Massamá tem feito para alterar esta situação?

Entretanto, avolumam-se rumores de que será intenção governamental atribuir ao Sector privado a gestão do Centro de Saúde de Massamá e os novos abutres perfilam-se para aproveitar mais esta benesse.

Não o podemos permitir! O direito ao Serviço Nacional de Saúde, universal e tendencialmente gratuito é um direito constitucional de que não podemos nem queremos abdicar. Os portugueses, esmagados por impostos, têm direito aos bens essenciais que competem ao Estado garantir.

Importa por isso que façamos ouvir a nossa voz e exijamos a imediata entrada em funcionamento do Centro de Saúde, público e dotado das infra-estruturas necessárias para atender às necessidades da população.