Metro não se rende: A luta continua!

1610789 967351169955754 2916412320602432564 nFoi com um Plenário de Trabalhadores que se iniciou a greve do Metropolitano deste dia 18. Uma luta onde os trabalhadores exigem que seja abandonada a ideia de privatizar a exploração comercial da empresa e que seja imediatamente parada a reestruturação ilegal que está a ser imposta para preparar essa privatização. O Vereador do PCP presente, único autarca da CM Lisboa que aceitou o convite das ORT's, sublinhou que os 230 milhões de euros por ano que o Estado se propõe entregar ao privado eram mais que suficientes para que as empresas públicas funcionassem com superavit operacional, reduzindo preços e alargando a oferta - mas com este Governo só há dinheiro para os capitalistas.

É preciso democratizar a gestão das empresas públicas

metrocconsultivoO PCP exigiu hoje na Assenbleia da República que o governo cumprisse a lei no Metropolitano de Lisboa também no que ao seu Conselho Consultivo diz respeito. Por incrível que possa parecer, este órgão criado por uma lei da República há cinco anos, nunca foi empossado, contribuindo para a crescente opacidade da gestão desta empresa pública.

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Metro em luta contra a destruição da empresa

Os trabalhadores do Metro de Lisboa realizam hoje mais uma grande greve contra o processo em curso de destruição da empresa e de entrega à exploração capitalista de todas as actividades operacionais da empresa. Uma luta que é pela justa defesa dos direitos dos trabalhadores mas é igualmente em defesa do serviço público de transportes e contra a privataria que tomado de assalto a nossa economia e a nossa soberania.

Trabalhadores do Metro em Greve contra a destruição da empresa e as privatizações

pedtpesdaOs trabalhadores do Metro de Lisboa realizam hoje uma grande greve contra o processo em curso de destruição da empresa e contra as diversas privatizações de que estão a ser alvo, desde a tentativa de subconcessionar a privados a exploração comercial até à tentativa de entregar os comboios a uma multinacional numa operação financeira desastrosa. O PCP reafirma a sua total solidariedade com a luta travada e exige que o Governo abandone o caminho desestabilizador em que se encontra apostado. O PCP apela a uma forte participação na Marcha contra as Privatizações que está marcada para dia 21 de Maio por mais de 40 organizações de trabalhadores e utentes.

Privataria: Quando sobra a imaginação mas falta a vergonha!

ppp lesaebackO PCP colocou na Assembleia da República um requerimento onde confronta o Governo com mais uma PPP que está a ser preparada no sector dos transportes, agora com o material circulante do Metro de Lisboa, que querem oferecer a uma multinacional para depois o voltar a alugar, numa daquelas «operaçoes financeiras» que já custaram centenas de milhões de euros à empresa,  e que são sempre apresentadas com nomes em inglês e com rótulos de grande modernidade, mas que no final acabam por representar ganhos vergonhosos para a banca e as multinacionais à custa das empresas públicas e dos trabalhadores.

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Metro em luta contra as PPP e em defesa do serviço público

mini-metro luta 2015Os trabalhadores do Metro cumpriram hoje a primeira das jornadas de luta decididas no plenário do passado dia 22 de Abril: uma greve parcial que paralizou a circulação até às 10h00 da manhã. Os trabalhadores lutam contra o processo de destruição da empresa, contra as privatizações e as PPP e por um serviço público de transportes. O PCP expressa a sua activa solidariedade com a luta dos trabalhadores do Metro.

PCP saúda a luta dos trabalhadores do Metro de Lisboa

grevemetroO PCP saúda mais uma jornada de luta dos trabalhadores do Metro, que realizaram com sucesso duas greves parciais nos dias 16 e 18 de Março. O PCP lamenta a cega intransigência do Conselho de Administração do Metro, que em vez de respeitar os trabalhadores e as suas organizações contínua apostado na destruição da empresa, dos direitos e da fiabilidade do serviço público prestado aos utentes da Área Metropolitana de Lisboa. O PCP expressa a sua confiança que, brevemente, será esta gente - ministros, secretários de estado e administradores - apenas uma má recordação enquanto o Metro e os seus trabalhadores continuarão, com toda a dignidade, ao serviço das populações e do país.

Processo de subconcessão da Carris e Metropolitano de Lisboa: mais uma PPP

O PCP condena a decisão hoje tomada em Conselho de Ministros de lançar o concurso público para a subconcessão da Carris e do Metropolitano de Lisboa, e denuncia os verdadeiros objectivos de mais esta Parceria Público Privada: através da mercantilização dos transportes públicos, transferir rendas para o grande capital ao mesmo tempo que se promove a redução da oferta e o aumento de custos para os utentes.

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Metro parado por quem o faz andar: os seus trabalhadores!

Os trabalhadores do Metro de Lisboa realizaram hoje com sucesso uma nova jornada de luta através de uma greve de quatro horas que paralizou a circulação a 100%. Exigem o respeito pela contratação colectiva e a contratação de novos trabalhadores para a empresa para suprir as crescentes lacunas do quadro de pessoal. O PCP lamenta que o Governo e a sua Administração prossigam um clima de guerra com os trabalhadores e suas organizações. O PCP sublinha a justeza das reivindicações apresentadas e a importância da sua satisfação para o correcto funcionamento da empresa. O PCP recorda a profunda degradação da fiabilidade da operação do metropolitano de lisboa ocorrida nos últimos 3 anos, fruto dos cortes do Governo, que recusa a entrada de trabalhadores para poupar uns milhares e depois autoriza o pagamento de milhões em swaps, juros e afins.

Um ano depois do roubo dos complementos de reforma: A LUTA CONTINUA!

20150127refmetCerca de 300 reformados do Metropolitano de Lisboa participaram  num plenário na Estação do Metro do Marquês de Pombal, assinalando a passagem de um ano desde o início do roubo dos complementos de reforma no Metro e na Carris. Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP interveio no plenário saudando a determinação, unidade e luta revelada nesta justa luta que acabará por derrotar este Governo e a sua política. Bruno Dias interveio expressando a solidariedade activa do PCP.

No Metro de Lisboa: a luta continua!

PlenarioML14Jan2015Os trabalhadores do Metro presentes no Plenário (foto) realizado no Auditório do Alto Moinho decidiram das formas de continuação da sua luta. Face à nomeação de uma nova administração, decidiram aguardar até ao final deste mês por respostas concretas aos problemas que afectam os trabalhadores. Respondendo ao convite feito a todos os grupos parlamentares e às Autarquias para estarem presentes,  expressaram a solidariedade activa do PCP,  David Costa, deputado do PCP na Assembleia da República, João Ferreira e Carlos Moura, Vereadores do PCP em Lisboa e Tiago Matias, Vereador da CDU em Loures.

Adesão esmagadora dos trabalhadores do Metro à greve de hoje

Os trabalhadores do Metro de Lisboa realizam hoje uma nova jornada de luta em defesa da contratação colectiva, contra o roubo dos salários e contra a privatização da empresa. O PCP expressa a sua solidariedade com a justa luta destes trabalhadores, e apela ao reforço da luta contra este Governo e pela ruptura com a política de declinio nacional em curso. 

No Metro, a luta continua!

Os trabalhadores do Metro realizam hoje uma nova jornada de luta, com uma greve de 24 horas que está a paralizar a circulação ferroviária. Esta luta, além das reivindicações centrais que têm animado a luta na empresa - resistir a privatização, defender a contratação colectiva e combater os roubos no salário e pensões - apresenta a particularidade da denúncia do comportamento da direcção da Exploração Operacional da empresa, que tem multiplicado os comportamentos provocatórios contra os trabalhadores. O PCP exige que o Governo pare o processo de degradação e privatização do Metro de Lisboa, e respeite os direitos dos trabalhadores e dos utentes.

No Metro, a luta continua! Hoje com um Plenário e Marcha da Sede à Sidónio Pais

mini-20141205metrolutaOs trabalhadores do Metro realizaram hoje um plenário frente à Sede da Empresa na Barbosa do Bocage, tendo depois desfilado até à Fontes Pereira de Melo, outra sede da empresa, tendo destacado que os dois edifícios estão a ser esvaziados para serem vendidos, mas vendidos para pagar swaps e não para assumir as responsabilidades do Metropolitano para com os utentes e os trabalhadores. A Marcha concluiu na Sidónio Pais onde se encontra a sede da EO, com o objectivo de denunciar o comportamento arrogante, ilegal, incompetente e mesquinho do director da EO.

Centenas de Reformados do Metro em gigantesco plenário reafirmam: contra o roubo dos complementos, a luta continua!

20141203 reformadosmetroForam centenas os reformados do Metro de Lisboa que hoje se reuniram em plenário no PMO III na Pontinha (na foto). No plenário aprovaram a resposta a apresentar ao Governo e decidiram prosseguir a luta exigindo o pagamento dos complementos de reforma que o governo está a roubar. Presente na iniciativa, o Secretário-Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, saudou a unidade e determinação demonstrado por mais esta acção de luta, e expressou a confiança que mais cedo que tarde o Governo será obrigado a recuar.