PCP na Assembleia da Republica com os trabalhadores do Aeroporto

spdh3.jpgO PCP - através do seu Deputado Bruno Dias - apresentou na Assembleia da República dois requerimentos ao Governo. Um, sobre a situação na SPDH, assente num conjunto de questões colocadas pelos sindicatos e pela Ct da Empresa, de cuja gravidade se pode aferir por esta citação da exposição escrita apresentada pelos Sindicatos a 6 de Março: «O Governo na audiência que nos concedeu (a 19 de Novembro de 2008), avançou que todos os cenários já estiveram em cima da mesa, ou seja, encerramento total da Empresa, parcial, transferência de trabalhadores para empresa concorrente através da ANA Aeroportos SA (...) Decisão final, depois das eleições (Legislativas), “tratamos disso…” » . Na mesma ocasião, o PCP apresentou um requerimento sobre a situação dos trabalhadores da Prosegur no aeroporto.

Sector dos Transportes comemora o 88º Aniversário do PCP

20090313transp.jpgMais de 80 militantes e simpatizantes do PCP no Sector dos Transportes da ORL participaram na passada 6ª feira dia 13 no Jantar Comemorativo do 88º Aniversário do PCP. Na intervenção realizada na iniciativa, Paulo Raimundo, da Comissão Política do CC do PCP, valorizou a grande acção de luta que concentrou em Lisboa 200 mil trabalhadores, bem como as recentes lutas dos trabalhadores dos transportes.

Transportes: PCP leva as Intervenções no XVIII Congresso aos Trabalhadores do Sector

Saiu agora o Boletim do Sector dos Transportes da OR Lisboa dedicado ao XVIII Congresso do PCP. Nele podemos encontrar resumos das 7 intervenções (Célula do Metro, TAP/SPdH, Carris, Ferroviários, Redoviários, Sector Mar e Portos e Sector do Táxi) que os delegados do Sector levaram ao Congresso.

Ver Boletim em PDF

Governo tem que cumprir a lei! PCP solidário com luta promovida pela FECTRANS

A Concentração/Vigilia que a FECTRANS está a realizar desde o passado dia 3 de Novembro até ao próximo dia 7 de Novembro, merece desde a primeira hora a total solidariedade do PCP.  Uma luta que diz muito sobre o estado da democracia e da liberdade em Portugal, quando se torna necessário lutar para que seja cumprida a lei! Mas os acontecimentos do dia de ontem (5 Novembro), com a instrumentalização da PSP e da Policia Municipal levaram o PCP a apresentar na Assembleia da República a exigência do cabal aprofundamento das responsabilidades. Em Ler Mais colocamos, além da Nota de Imprensa do Sector de Transportes da ORL, a fotoreportagem dos acontecimentos de ontem, que nenhum órgão  de comunicação social realizou.(Última Hora: Às 14.00 de 6 de Novembro, perante a marcação de reuniões pelas Secretarias de Estado dos Transportes e das Comunicações, foi levantada a vigilia! Vale a pena lutar nesta luta que continua!

Células da TAP/SPdH, Carris e Sector do Táxi apelam: TODOS À LUTA A 28!

As Células do PCP na TAP/SPdH, na Carris e no Sector do Táxi  estão a distribuir um comunicado ao trabalhadores de apelo à participação na Manifestação Nacional de 28 de Junho, onde sublinham que não é com mais exploração (como pretendem Governo e Patronato) que se resolvem os problemas do país e do povo, e que a luta é o caminho para derrotar a revisão gravosa do código do trabalho e para suster a degradação do poder de compra dos trabalhadores.

Ler Comunicado da TAP/SPdH

Ler Comunicado da CARRIS

Ler Comunicado do Sector do Táxi 

Em Movimento: Sector Transportes edita Boletim

O Sector de Transportes da ORL lançou o seu Boletim de Fevereiro, onde aborda matérias como: O Tratado e os Trabalhadores dos Transportes; Novo Código do Trabalho cheira a bafio; Linha Azul do Metro, Administração desrespeita trabalhadores e utentes; Novo Aeroporto, ao serviço do país e não do capital; compra da PGA pela TAP defraudou espectativas; Rede 7 igual a pior serviço na carris; a crise é só para os trabalhadores; aumentos nos transportes; conferência nacional do PCP; marcha de 1 de Março.

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Por um Novo Aeroporto de Lisboa ao serviço do país e não do capital

Os trabalhadores comunistas do Aeroporto de Lisboa iniciaram a distribuição de um comunicado sobre o novo Aeroporto de Lisboa, onde destacam a necessidade de reforçar a luta para que este grande e necessário investimento público não seja expropriado pelo capital.

No mesmo comunicado, saudam os trabalhadores da SPdH que depois de perto de 20 dias de greve alcançaram o essencial dos seus objectivos. 

Ler o Comunicado em PDF  

Comunistas no aeroporto de Lisboa editam jornal

Os trabalhadores comunistas no Aeroporto de Lisboa começaram a editar um Jornal sobre o Aeroporto. Neste primeiro número, abordam em particular as situações de precariedade aí vividas, bem como a luta actualmente em curso na empresa SPdH.

Par ler o Jornal em PDF 

Comunicado aos Aos Pequenos e Médios Industriais de Táxis

Aos Pequenos e Médios Industriais de Táxis

Participemos na GREVE GERAL
de 30 de Maio!

Os industriais de táxis comunistas do distrito de Lisboa apelam à solidariedade dos pequenos e médios industriais de táxis com os trabalhadores de todos os sectores de actividade que vão aderir à GREVE GERAL decretada pela CGTP/IN para o dia 30 de Maio e à sua participação na mesma.

Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem e trabalham com as camadas mais carenciadas do população e com menos recursos económicos, sentem que este protesto é justo e necessário, dada a constante degradação do poder de compra daqueles que normalmente utilizam o táxi.

Por isso, todos os altos e baixos na vida de quem trabalha e vive apenas do seu salário, tem reflexos profundos na economia destes profissionais de táxi, cada vez mais carregados com impostos e com taxas de toda a espécie…

Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem essencialmente da actividade do táxi, reclamam há muito tempo outra política para o sector, nomeadamente a redução do preço do gasóleo, a abolição do PEC (Pagamento Especial por Conta) e melhores condições de segurança.

Como se tudo isto não bastasse, tal como os restantes portugueses, sofrem um ataque feroz do Governo aos serviços públicos, de que são exemplos gritantes os encerramentos de inúmeras unidades de saúde (urgências, pediatria, centros de saúde, etc.) e a redução do acesso da população aos cuidados de saúde.

Por isso, exigem que é a altura do Governo mudar de política e fazer uma inflexão profunda nas suas opções económicas e sociais que só penalizam quem trabalha e vive da sua modesta actividade, no caso concreto, os pequenos e médios empresários de táxi.

- POR UMA NOVA POLÍTICA!
- POR MAIS JUSTIÇA SOCIAL!

PARTICIPEMOS NA GREVE GERAL DE 30 DE MAIO!

Lisboa 21 de Maio de 2007                                                    
A Célula do PCP dos Pequenos e Médios Industriais de Táxis de Lisboa

Comunicado aos Trabalhadores da TAPe da SPdH

COMUNICADO

Célula do Partido Comunista Português na TAP – Maio / 2007

Aos trabalhadores da TAP e SPdH

Basta de tanta injustiça!

30 DE MAIO TODOS NA GREVE GERAL

A política do actual governo tem vindo a agravar a vida dos trabalhadores e do Povo em geral, através de um conjunto de medidas lesivas dos direitos conquistados.

Os contratos a termo são cada vez mais utilizados pelos patrões e pelas administrações para poderem inibir os trabalhadores do exercício dos seus direitos e para pagarem salários mais baixos. Os contratos a recibos verdes são outra modalidade da exploração do trabalho que alastra cada vez mais. A instabilidade torna-se a única certeza na vida de muitos trabalhadores, particularmente os jovens. Estes são também forçados a aceitar contratos temporários e contratos a tempo parcial. Muitos destes contratos são ilegais porque não respeitam os requisitos exigidos pela lei, mas a Inspecção do Trabalho raramente pune as empresas prevaricadoras.

Esta precariedade galopante coexiste com o aumento do desemprego que atinge no nosso País uma das mais elevadas taxas de sempre. Os salários são dos mais baixos da Europa comunitária. São encerrados serviços públicos essenciais, como urgências, centros de saúde, maternidades, escolas, reduzindo-se a resposta às necessidades das populações e abrindo espaço à instalação de negócios privados.

Nos últimos tempos, governo e patrões lançaram uma intensa campanha de promoção de uma coisa a que chamam “flexigurança”.

Para que serve? Unicamente para flexibilizar. Como? Dando aos patrões o poder de despedirem sem justa causa (proibido pela Constituição), de formatarem os horários de trabalho à sua vontade, de manipularem os salários, carreiras, etc. a seu bel-prazer.

Para o trabalho ficar completo, foi criada uma nova lei de bases da Segurança Social, que reduziu o valor das reformas a partir de 2008 para quem quiser reformar-se aos 65 anos, ou então terá que trabalhar além dessa idade para melhorar a reforma. E assim, no dizer do governo e de uma legião de “analistas”, ficará garantida a sustentabilidade da Segurança Social. É nisto que eles querem que os trabalhadores acreditem para implementarem medidas de retrocesso social.

O custo de vida continua a aumentar, reduzindo o poder de compra dos salários, o acesso aos cuidados de saúde é cada vez mais caro, o direito à educação é reduzido, etc.

Entretanto, o governo pretende prosseguir o desmantelamento do que resta do sector empresarial do Estado, anunciando a privatização da TAP e da ANA. No que se refere à TAP, a nossa posição é conhecida e inequívoca: a TAP deve manter-se como empresa pública de capitais exclusivamente do Estado, sem quaisquer segmentações ou privatizações parcelares. É desta maneira que se poderá garantir a continuidade do serviço público de ligação aérea às Regiões Autónomas e às comunidades portuguesas no estrangeiro, como uma companhia estratégica para a economia do país, na qual os direitos dos trabalhadores serão salvaguardados.

O exemplo da segmentação do handling da TAP, a criação e privatização da SPdH é a prova acabada das consequências da entrega aos privados.

Os trabalhadores da SPdH podem confirmar até que ponto este processo foi lesivo para os seus interesses, para a TAP e para a economia nacional.

Têm, pois, os trabalhadores da TAP e SPdH razões de sobra para reagirem contra esta política. Para exigirem um rumo diferente, melhores condições de trabalho e de vida, o respeito pelos direitos e pela dignidade de quem trabalha e cria a riqueza.

É o que vai acontecer com a GREVE GERAL marcada para o dia 30 deste mês, a que os comunistas da TAP e SPdH vão aderir e exortam os demais trabalhadores da empresa a aderirem também, pois estão todos cobertos pelos pré-avisos de greve do SITAVA e da CGTP/IN.

Vamos fazer deste dia uma jornada de luta que certamente será uma vitória de todos nós.

Lisboa 21 de Maio de 2007

O Secretariado da Célula do PCP na TAP

VAMOS TODOS ADERIR À GREVE GERAL DE 30 DE MAIO!