Passe Social: Uma pequena vitória numa luta que continua!

mobO Executivo da DORL do PCP emitiu hoje uma nota de imprensa onde saúda o recuo da Vimeca e da Scotturb, fruto da luta das populações, apesar de ser apenas um recuo táctico. Numa nota onde denuncia o desvio de milhões para as empresas privadas, o PCP apela a que as populações mantenham activa a luta em defesa do passe social intermodalidade, que governo e capitalistas querem destruir para provocar nova escalada nos preços.

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PCP edita comunicado em defesa do passe intermodal e apela à luta das populações

21marcopasseA DORL do PCP está hoje a distribuir à população da região um comunicado contra a tentativa de destruição do passe social intermodal em curso, uma acção onde o Governo e os capitalistas que parasitam o sector procuram criar as condições para um novo e brutal aumento de preços paralelo a uma brutal redução da mobilidade das populações. Um projecto mais vasto, mas que hoje está ligado à tentativa de liquidar o passe social intermodal nas carreiras da Vimeca e da Scotturb, medida ilegal contra a qual o PCP apela à intensificação da luta das populações.

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PCP propõe a redução de preços nos transportes

aum ilegalO grupo parlamentar do PCP propôs a redução dos preços dos transportes públicos em projecto de resolução chumbada na Assembleia da República pelos partidos da troika: PS, PSD e CDS. Como se pode ver no texto anexo, o PCP demonstrou que a actual política de brutais aumentos de preços está a reduzir a procura e a penalizar as famílias e a sua mobilidade. São gerados, deste modo, enormes prejuízos ao país e são criadas condições para entregar a exploração de mais um negócio vantajoso aos capitalistas.

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Nos transportes, unidade na luta contra a exploração

 

Cerca de três dezenas de Organizações Representativas dos Trabalhadores dos Transportes reuniram-se num plenário sectorial onde participaram ainda diversos reformados do sector que viram recentemente os seus direitos serem brutalmente atacados. A unidade na luta contra o brutal crescimento da exploração dos trabalhadores do sector e a necessidade de uma mudança de políticas para salvar o próprio sector das políticas destrutivas em curso motivou a decisão de promover um vasto conjunto de lutas convergentes, reforçando o processo de resistência em curso.

Transportes: a luta é o caminho!

transportes 31janA Célula do PCP na Carris saúda a determinação daqueles que, respondendo ao apelo do STRUP/CGTP-IN, participaram hoje na concentração de trabalhadores e reformados no Camões. São justas as causas que os levaram a aderir a esta acção: a solidariedade com a camarada Luísa Bota, dirigente da CT da Carris despedida depois de anos de perseguições; a luta contra o roubo do direito ao transporte dos reformados e familiares: a luta contra a multiplicação dos roubos a quem trabalha, nomeadamente na Carris. Como apontado na resolução aprovada, o caminho é o do alargamento da luta - a todos os trabalhadores da empresa, aos utentes, ao trabalhadores do sector, a todos os trabalhadores e ao povo português. A luta é o caminho!

Câmara de Lisboa sem coragem nem vontade para se opôr à privatização da TAP e da ANA, mas preocupada com as consequências para a Cidade

taplutalogoNo dia 19 de Dezembro, o PCP apresentou na Câmara Municipal de Lisboa uma Moção contra a privatização da TAP e da ANA e contra o aumento das taxas aeroportuárias em Lisboa que o Governo anunciou como consequência da privatização. Os pontos contra a privatização foram rejeitados, pois só o PCP os aprovou (PSD/CDS votaram contra, PS e «independentes» abstiveram-se). Já a condenação do aumento de taxas foi aprovado pois se o PSD/CDS manteve o voto contra, já o PS e os «independentes» votaram este alínea com o PCP. Ou seja, duas posições claras e no meio uns artistas que pensam ser possível estar de acordo com um processo e contra as suas consequências!

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Aeroporto de Lisboa - Uma grande greve geral!

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Fruto da adesão de milhares de trabalhadores do sector, está-se a construir uma grande greve geral no sector aéreo. A manutenção da TAP com mais de 90% de adesão à greve é o sector de mais forte adesão, mas são muitos os trabalhadores da SPDH, da Portway, da ANA, da NAV, da TAP e da SATA que hoje estão em greve, levando a que cerca de 70% da operação aeroportuária não se realize e que a restante esteja a ser realizada em violação das regras mínimas de segurança, como já foi denunciado pelos sindicatos. 

Estamos a construir uma grande greve geral

mini-metro2012ggNuma curta intervenção junto de um dos piquetes de greve do Metropolitano de Lisboa, Arménio Carlos sublinhou a grande greve que os trabalhadores portugueses estão a cumprir nesta madrugada: o Porto de Lisboa encerrado, a CP e o Metro paralizados, centenas de Empresas privadas como a Sotancro e Saint-Gobain, e de locais de trabalho da Administração Pública estão com adesões entre os 80 e os 100%. O ATAQUE É BRUTAL, A GREVE É GERAL!

Transportes: Reforça-se a luta contra a exploração e o empobrecimento de quem trabalha!

mini-IMAG0299Num dia em que os trabalhadores de duas empresas privadas de transportes - Rodoviária do Tejo e Barraqueiro Transportes - erguiam uma grande jornada de luta, os trabalhadores do Metro, num plenário que cortou a Rua Barbosa do Bocage frente à Sede (depois da administração ter recusado a cedência desta para a realização do plenário), decidiram do prosseguimento da sua luta com uma grande adesão à greve geral de 14 de Novembro. 

PCP denuncia aos trabalhadores mais um assalto às empresas públicas pelo capital: a especulação com as swaps!

metro20121008Num momento em que aos trabalhadores continuam a ser impostos cada vez mais roubos, a Célula do PCP no Metropolitrano de Lisboa dá conta do Requerimento do PCP na Assembleia da República sobre as perdas de milhares de milhões de euros em pura especulação financeira nas empresas públicas com as «swaps», numa prática que só no primeiro semestre custou 176 milhões de euros ao Metropolitano de Lisboa. Para se perceber a dimensão do roubo, o total das despesas com pessoal no Metro (trabalhadores e administração, salários, horas extras, impostos, TSU, pensões e afins) no primeiro semestre foram de 34 milhões, menos de 20% do gasto em «swaps». Dinheiro que saiu do Metro mas foi direitinho para os especuladores financeiros internacionais!

Ler Comunicado do PCP