PCP exige anulação de aumento de preços ilegal nos transportes e critica opções do Governo

dorlaumentoprecosEm Nota de Imprensa, o PCP critica os aumentos de preço nos transportes públicos, considerando-os errados, injustos e ilegais, e face a essa notória ilegalidade, o PCP exige a anulação dos aumentos praticados. No mesmo comunicado, o PCP sublinha que estes aumentos são a continuação de um caminho errado para os transportes públicos, e anunciou uma nova fase da sua campanha «Pelo Alargamento do Passe Social Intermodal a toda a área metropolitana, todos os operadores e todas as carreiras», peça central de uma visão radicalmente diferente das políticas de transporte, colocadas ao serviço dos utentes e não dos grupos monopolistas.

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PCP contra a opção do Governo de se submeter aos especuladores no caso Santander

swaps santaderO PCP colocou um requerimento ao Governo sobre os desenvolvimentos do processo das swaps do Santander. O PCP critica a opção do Governo de continuar o caminho errado de aceitar que um Tribunal da City decida sobre a «legalidade» de algo que é completamente ilegal em Portugal: gestores públicos e governantes jogarem com o dinheiro dos contribuintes. O Governo, mais uma vez, escolheu seguir os passos do anterior governo, adiando o pagamento (cerca de 2 mil milhões de euros de perdas especulativas) em vez de reunir forças para enfrentar os banqueiros e os especuladores.

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Transportes Públicos: Deixem-se de promessas, deixem-se de hipocrisias, resolvam os problemas! !

O PCP interveio hoje no debate sobre transportes públicos recordando que o essencial dos problemas já foi por diversas vezes colocado ao Governo, e este tem até agora prometido muito e cumprido pouco, e desmascarando a hipocrisia de PSD/CDS, que depois de terem arrasado com as empresas durante o seu mandato no governo, vem agora dar razão aos utentes que tanto ugnoraram e prejudicaram enquanto foram governo.

PCP confronta Governo pela satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores da CarrisTur

carristur leidagreveNa CarrisTur, os trabalhadores lutam há um ano contra o roubo perpetuado nos seus salários pelo Governo e pela Administração, quando lhes reduziram os salários de 630 para 560 por não ser «legal» aplicar aos trabalhadores o aumento negociado no quadro do CCTV. Mas os mesmos legalistas (que até inventam leis para melhorar roubar quem trabalha) já não sentem a mesma veia legalista quando os trabalhadores vão à luta, e vale tudo para retirar efeitos a essa luta. O PCP, face à luta e às violações comprovadas da lei, questionou o Governo exigindo a satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores.

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PCP leva à Assembleia da República problemas dos trabalhadores da CarrisBus

carrisbus dpdavisitaNa sequência da visita realizada à empresa, o PCP levou um conjunto de problemas dos trabalhadores da CarrisBus à Assembleia da República, e questionou o governo sobre a situação dos trabalhadores precários que deveriam estar todos como efectivos, sobre a ausência de contratação colectiva e sobre a não tomada de medidas de prevenção de acidentes de trabalho (que já custaram uma vida).

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Contra a liberalização do táxi, a luta continua!

taxi10012017A Célula do PCP no Sector do Táxi está a distribuir aos restantes profissionais um comunicado onde se faz o ponto da situação da resistência ao processo de liberalização do sector. Um comunicado onde o PCP alerta que essa luta tem que correr a par da luta contra a crescente exploração e precariedade dos trabalhadores do sector. Um comunicado onde se sublinha que apesar das intenções do Ministro do Ambiente e das multinacionais, o que hoje está em vigor (e se deve exigir ser aplicado) é a Lei 35/2016, e que hoje, «viaturas sem alvará não podem transportar
passageiros a pagar, e é ilegal a angariação de clientes para essas viaturas sem alvará.» 

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Contra a impunidade das multinacionais, contra a exploração do trabalho, PCP com o sector do táxi!

contrailegaisO PCP aproveitou o debate na Assembleia da República sobre o sector do táxi para confrontar o governo com o facto de não estar a ser cumprida a lei aprovada na Assembleia da República em 2015 que pune a actividade ilegal e as plataformas que angariam passageiros para o transporte ilegal. É uma situação inaceitável e que causa a revolta no sector. O PCP sublinhou ainda que estará contra qualquer tentativa de fazer legislação à medida das multinacionais, e que a proposta de lei que o Governo enviou para a Assembleia (e a comunicação social fez crer já estar em vigor) terá que ser alterada para garantir a defesa do sector do táxi.

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Carris: Em 2017, só a luta vai permitir avançar!

04012017carrisA Célula do PCP na Carris está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre a as implicações do Orçamento de Estado para 2017 para os trabalhadores da empresa e suas participadas. Um comunicado onde se sublinha os avanços conquistados em 2016 (fruto da luta travada desde 2009) mas onde igualmente se constata os limites desses avanços. A Célula alerta ainda para o facto de o Orçamento de Estado para 2017 abrir a possibilidade de recuperar rendimentos roubados pelas políticas impostas desde 2009, mas sublinha que só uma acção firme e determinada conseguirá impor a Governo e Administração a sua efectivação.

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Vitória da Luta: No refeitório do Metro já se cumpre o AE!

referitoriometro20170102O dia começou mal. Os preços praticados no Refeitório do Metro violavam o Acordo de Empresa e ainda faziam aplicar uma norma que vigorou nos OE de 2011 a 2016, mas foi retirada do OE2017. Face à recusa dos trabalhadores em pagar o preço que lhes estava a ser ilegalmente cobrado, e com a activa participação de dirigentes do STRUP/FECTRANS e da CT, a Administração acabou por reconhecer a razão dos trabalhadores e fazer aplicar o preço acordado. Eis um exemplo (aliás apontado no comunicado de hoje da célula do PCP) de como será a unidade e luta dos trabalhadores o factor decisivo para materializar os avanços possíveis de serem alcançados.

Depois de importantes vitórias em 2016, a luta continua em 2017!

02012017metrolisboaValorizando os avanços conseguidos em 2016 pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, a Célula do PCP sublinha a necessidade de continuar a luta em 2017, sublinhando duas vertentes dessa luta: a luta em defesa do serviço público prestado, que atinge níveis brutais de degradação da fiabilidade e qualidade; a luta pela plena concretização do Orçamento de Estado de 2017 e pela acesso pleno à contratação colectiva de todos os trabalhadores do Metropolitano. Um comunicado onde a Célula convida todos os trabalhadores a reforçarem o PCP.

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