PCP avança com Projecto-Lei para revogar as alterações aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa

Na sequência das alterações introduzidas em Junho de 2009 aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa, o PCP de imediato apresentou o pedido para a sua apreciação parlamentar, que no entanto não se verificou. Passados estes meses, com os escândalos e suspeitas crescentes sobre a Administração das Empresas Públicas, entende o PCP ser ocasião para recolocar a questão na Assembleia da República, desta vez com um decreto-lei que propõe a revogação das alterações introduzidas, que na opinião do PCP governamentalizam a fiscalização da empresa, e afastam trabalhadores e CM Lisboa da participação que detinham anteriormente.

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PCP questiona Governo sobre as Condições de Trabalho na Linha do Oeste

O PCP questionou o Governo sobre as condições de trabalho na linha do Oeste, na sequência de um levantamento realizado nas Estações de Mafra, Pero Negro, Dois Portos, Sabugo e Outeiro da Cabeça, pelo SNTSF, e onde foram detectadas situações como: esquentadores colocados sem saída de gases, degradação extrema do mobiliário, instalações sanitárias e do pessoal à chuva, acesso às agulhas pelo lamaçal, inexistência de água canalizada, estuque a cair. (em Ler Mais, algumas fotos ilustrativas).

 

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Tribuna Pública da Carris denuncia condições de trabalho na Empresa

mini-tpublica.jpgOs dirigentes e delegados do STRUP, os membros da CT e alguns trabalhadores disponíveis participaram nesta Tribuna Pública de denúncia da degradação das condições de trabalho, materializada pela intenção da CML de remoção do quiosque da Estrela, uma instalação de grande utilidade para os trabalhadores se resguardarem das intempéries, disporem da instalação sanitária ali existente, e para tomarem pequenas refeições enquanto aguardam pelas rendições das carreiras 28 e 25 de eléctricos que ali ocorrem. Exigiram da CML e do Conselho de Administração da Carris a preservação desta instalação assim como a criação de condições nos inúmeros locais de rendição, que o C.A. fez proliferar, sem instalações sanitárias e sem condições para aguardar pelas rendições.

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PCP exige que Governo respeite a contratação colectiva na EMEF e as decisões da ACT

A ACT (Autoridade para as condições do trabalho) do Barreiro condenou a EMEF a respeitar a contratação colectiva da empresa, nomeadamente o direito à hora para ir receber, prevista no AE, e que unilateralmente e ilegalmente a empresa deixou de cumprir há alguns anos. O PCP, saúda a luta que os trabalhadores vêm desenvolvendo desde então, sublinha que esta tem que prosseguir agora reforçada com esta decisão, e apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo perguntando SE É DESTA QUE O GOVERNO VAI CUMPRIR A LEI NA EMEF!

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17 Dezembro - Ferroviários dinamizam acção de luta Europeia contra a liberalização do Sector

17dez09.jpgEsta jornada constou de uma Manifestação em Bruxelas, onde o Sindicato dos Ferroviários se fez representar por uma delegação de 3 dirigentes e, na mesma hora, por acções em diversos países. Em Portugal, o SNTSF em conjunto com a Comissão de Trabalhadores da CP realizou uma concentração simbólica, com dirigentes e delegados sindicais e membros da CT, em frente à representação da União Europeia em Portugal, onde foi entregue o documento publicado em Ler Mais.

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PCP pela liberdade sindical e de organização na Carris

O PCP denunciou na Assembleia da República a ilegalidade cometida pela Admnistração da Carris, que socorrendo-se de uma "habilidade", promove a penalização pecuniária da acção sindical e das comissões de trabalhadores, comportamente ilegal e anticonstitucional que é agravado pelo facto de se tratar de uma empresa tutelada pelo Governo.

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PCP promove Audição Pública das Comissões de Trabalhadores dos Transportes

Realizou-se esta terça-feira, 15 de Dezembro, uma Audição Pública do PCP às Comissões de Trabalhadores do Sector dos Transportes, promovida pela Organização Regional de Lisboa. Sob o lema "Sim, é possivel! Desenvolvimento económico, Trabalho com Direitos!", marcaram presença nesta Audição as CT's das seguintes empresas: Metropolitano de Lisboa, Carris, TAP, SPDH, INAC, CP, Refer, Emef, Rodoviária de Lisboa. Depois da intervenção das diversas CT's, interveio o Secretário-Geral do Partido, numa intervenção que pode ler aqui, em Ler Mais.

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PCP leva à Assembleia da República ilegalidade no Metropolitano de Lisboa

Com a tomada de posse do novo Governo, questionouo o PCP sobre a ilegalidade que desde 1991 vem sendo praticada no Metropolitano de Lisboa, por todos os Governos (sejam do PS ou do PSD). "Sobre a questão do representante dos trabalhadores no Conselho de Fiscalização do Metropolitano de Lisboa, pretende este Ministério manter a prática dos anteriores governos de ostensiva violação da lei e da vontade expressa dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, ou vai finalmente proceder à nomeação do representante eleito pelos trabalhadores?"

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PCP apela à luta contra a nova tentativa de privatizar a SPDH

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Perante a decisão da Autoridade da Concorrência de mandar privatizar a SPDH, a célula do PCP na TAP/SPDH editou este comunicado aos trabalhadores, onde começa por sublinhar a falta de independência desta dis Autoridade, subordinada ao Governo e aos interesses do capital, para depois recordar que foi a privatização inicial da SPDH que lançou o sector no caos, prejudicando a TAP e a SPDH. O comunicado termina com um apelo à luta dos trabalhadores contra esta nova ofensiva privatizadora, que a não ser derrotada significará a sua destruição. 

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Em defesa da Manutenção da TAP e do Aparelho Produtivo Nacional

tap_manut.jpgA Célula do PCP na TAP/SPDH lançou um comunicado aos trabalhadores sobre uma nova escalada na política que este Governo tem implementado para o Sector: o envio do primeiro avião para realizar a manutenção no Brasil. Depois de o Governo ter tomado a opção de adiar os investimentos em Portugal, e ter autorizado a drenagem de centenas de milhões de euros para a compra da deficitária VEM (Brasil), começam agora a ficar visíveis as consequências destas opções, que prejudicam e põe em causa um sector altamente lucrativo do aparelho produtivo nacional. Na Assembleia da República, o PCP questionou de imediato o Governo sobre estes desenvolvimentos, mas no seu comunicado aos trabalhadores o PCP sublinha que só a luta dos trabalhadores pode parar e derrotar esta política, que liquida a economia nacional, os salários e os direitos dos trabalhadores.

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