Não tomam as medidas para o Metro funcionar regularmente, mas continuam a prometer coisas extraordinárias!

req metro anonovoO Governo continua a proibir a Administração do Metropolitano de contratar os trabalhadores em falta: faltam maquinistas para repor a oferta; faltam operários para dar resposta à manutenção de equipamento e infraestrutura; faltam trabalhadores para as estações. E o Metro continua sem dar resposta ao seu serviço regular porque faltam trabalhadores. Ora se o Metro não tem trabalhadores para a sua operação regular, muito menos os tem para operações extraordinárias, mesmo que organizadas às três pancadas, sem respeitar os utentes e tentando intimidar os trabalhadores. O PCP volta a questionar o Governo exigindo a entrada dos trabalhadores em falta.

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A Ryanair tem que respeitar os direitos dos seus trabalhadores

req ryanair handlingO PCP confrontou o Governo com a passividade das autoridades portuguesas perante a sistemática e grosseira violação da lei pela Ryanair. Neste caso, são os trabalhadores do handling que justamente reclamam que a empresa lhes aplique a contratação colectiva a que têm direito. O PCP sublinha que perante o incumprimento da multinacional, nem ACT, nem ANAC, nem Governo interveem, deixando assim a multinacional impune.

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PCP exige respostas para as necessidades operacionais da EMEF

req emef declaraO PCP confrontou hoje o Governo, novamente, com a ausência de medidas para repor a resposta operacional na EMEF, onde é já o Presidente do Seu Conselho de Administração que reconhece que vão começar a parar (mais!) comboios se o Governo continua a proibir a entrada de trabalhadores. O mesmo governo que depois autoriza a entrada prestadores de serviços e de precários. São critérios inaceitáveis, que degradam a imagem das empresas públicas, prejudicam utentes e trabalhadores, e com os quais é preciso romper.

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Governo promete perdão de multas às multinacionais afrontando a lei em vigor

req multas uberSão graves as declarações do Secretário de Estado dos Transportes, prometendo às multinacionais UBER e CABIFY um perdão das multas que lhe estão a ser aplicadas devido à lei. Graves porque um membro do Governo atreve-se a assumir publicamente que as leis só são para cumprir por alguns, e que é o Governo quem pode decidir quem tem que obedecer à lei e quem de tal está dispensado. Graves porque confirmam as responsabilidades do governo no continuado funcionamento ilegal e impune de multinacionais em concorrência desleal com o sector do táxi. Face à gravidade destas declarações, o PCP optou por chamar o seu autor a prestar esclarecimentos na Assembleia da República.

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Os trabalhadores do Metro e o Orçamento de Estado para 2018

capametro17dezEm comunicado aos trabalhadores a Célula do PCP no Metropolitano de Lisboa dá conta da sua avaliação do Orçamento de Estado para 2018, apontando as suas insuficiências, os avanços que materializa e as oportunidades que abre para a conquista de importantes reivindicações dos trabalhadores como seja a valorização salarial e a contratação dos trabalhadores em falta.

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Boletim do Sector Ferroviário valoriza resultados da luta no agente único e no OE 2018

bol ferr dez 2017Está em distribuição o Boletim de Dezembro do Sector Ferroviário, onde: se valoriza a vitória alcançada na luta contra a implementação do Agente Único, alertando no entanto para a necessidade de continuar mobilizados e activos até ao final do processo de negociação agora iniciado; se valoriza os avanços no OE 2018, mas se alerta para a necessidade de, através da luta organizada, aproveitar as oportunidades abertas para a valorização remuneratória e para a melhoria das condições de trabalho no sector.

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ANAC continua a adiar saída das licenças de handling em Lisboa beneficiando a multinacional Vinci

req anac concO PCP solicitou à Comissão de Economia da Assembleia da República a que exija da ANAC esclarecimentos cabais face ao sucessivo adiamento das licenças de handling no Aeroporto de Lisboa. Um comportamento que beneficia a Portway (presidida anteriormente pelo Presidente da ANAC) e prejudica a SPDH, e muito contribui para a desregulamentação das relações laborais que prejudica todos os trabalhadores e só beneficia a multinacional Vinci e as operadoras aéreas.

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É possível. É urgente. Transportes Públicos de Qualidade!

20171206desfiledefesatransportespublicosqualidadelisboa1O PCP promoveu uma Marcha em Lisboa exigindo do Governo respostas aos problemas urgentes que afectam os transportes públicos. Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa destacou a situação no Metropolitano, onde a não contratação dos trabalhadores em falta está a degradar a operação a níveis nunca antes vistos. No final da Marcha, foi aprovada uma resolução que foi entregue ao Ministro do Ambiente.

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Metro: Comboios parados, Utentes prejudicados, Trabalhadores por contratar

req manmetrodezO PCP questionou o Governo sobre o que está a acontecer à Manutenção do Metro, onde o Governo continua a não autorizar a contratação dos trabalhadores em falta, querendo agora subcontratar precários para onde se recusa a autorizar a entrada dos trabalhadores que fazem falta. Quando já são mais de 30 os comboios parados, esta atiitude do Governo está a prejudicar os utentes e a empresa.

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No Mar e nos Portos, defender a soberania nacional, promover o trabalho com direitos

20171204audicaomarportosO PCP promoveu uma Audição na Assembleia da República sobre o Sector Marítimo-Portuário. Do vasto conjunto de informação recolhida, destacamos: a necessidade de revisão da Lei do Trabalho Portuário, porta escancarada à precariedade e à exploração; a necessidade de apostar na formação, de agilizar e tornar idóneo o processo de certificação de trabalhadores, de garantir a fiscalização  inspecção; a necessidade de uma política para o sector onde o Estado deixe de ser o moço de recados do grande capital e se assuma um projecto nacional de desenvolvimento do aparelho produtivo nacional, assente na reconstrução da Marinha Mercante nacional em todas as suas vastas valências e na rentabilização dos vastos recursos nacionais; da necessidade de acabar com a política de multiplicação dos prestadores de serviço, reintegrando as dragagens, as bancas, e tantos outros serviços no seio da administração pública portuária. O PCP assumiu o compromisso de continuar a intervenção em defesa do sector, com um  pacote de iniiativas decorrentes desta Audição a apresentar em Janeiro.