Não podem ser os trabalhadores da TAP a pagar a crise!

comunicado TAP novembro 2020No processo de reestruturação  da TAP não podem ser os trabalhadores a pagar o preço! Cortar nos custos com o pessoal tem sido o caminho tomado com muitos trabalhadores nos últimos tempos, nomeadamente pela não renovação de contratos, situação contra qual o PCP se insurgiu! À penalização do corte nos seus salários durante meses, acresce a redução de trabalhadores e a perspectiva de se poder ainda reduzir mais ou atacar os seus direitos. Não se pode permitir este ataque aos trabalhadores!O PCP exige que o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário, se responsabilize por este processo e não permita que se tome um caminho de redução da TAP ou de ataque aos seus trabalhadores. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado.

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PCP repudia despedimento colectivo da Securitas no Aeroporto de Lisboa

comunicado 31 Outubro APA 1Os trabalhadores assistentes aeroportuários (APA) do Aeroporto de Lisboa da empresa de segurança privada Securitas estão neste momento perante um despedimento colectivo, com o seu futuro colocado em causa.

É inadmissível que sejam os trabalhadores a pagar a factura do contexto actual para que as empresas salvaguardem os seus lucros. Depois de tentar impor que trabalhadores passassem a part time, a Securitas  cumpriu a ameaça para quem não aceitou, e hoje, vários trabalhadores já estão a receber a carta de despedimento. Ao mesmo tempo, parte dos trabalhadores da outra empresa de segurança privada que opera no Aeroporto de Lisboa, a ICTS, continuam em lay off, e por isso há meses com cortes nos seus salários, A ANA/ Vinci, que subcontrata a estas empresas este serviço, pressiona também para a diminuição destes trabalhadores a operar no Aeroporto. O PCP, solidário com estes trabalhadores, tudo fará para denunciar e combater esta situação e apela à sua união e luta em defesa dos seus postos de trabalho.

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O acidente no Metropolitano de Lisboa e opções de investimento

foto audição ORT Metro

Esta segunda-feira o PCP promoveu na Assembleia da República a Audição Parlamentar sobre a situação actual e o futuro do Metropolitano de Lisboa, com organizações representativas dos trabalhadores da empresa. Foram vários os alertas dados sobre a degradação da capacidade técnica da estrutura do Metropolitano, com a saída de inúmeros técnicos especializados (em particular durante a governação PSD/CDS) que nunca foram substituídos, e as crescentes dificuldades da empresa no acompanhamento a obras que dizem diretamente respeito às suas infraestruturas e funcionamento. No dia seguinte ocorre o acidente na Linha Azul, com o desabamento do tecto de parte de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a Praça de Espanha. A CML afirmou que o acidente se deveu a “um erro técnico”, acrescentando que “não é uma questão de problemas de manutenção” do Metropolitano. Sabemos, no entanto, que a intervenção em causa inclui trabalhos que implicam a entrada no perímetro de segurança do túnel do Metro e, como tal, exigem não só o parecer técnico vinculativo como o acompanhamento desses trabalhos por parte da empresa. O PCP questionou o Governo. Ler aqui a pergunta

Trabalhadores em defesa da TAP pública

apresentação manifestoTapFoi apresentado por trabalhadores do sector aéreo e organizações representativas de trabalhadores um manifesto intitulado "Por uma TAP pública ao serviço do País", transformado em abaixo-assinado, que aponta a necessidade de o poder político não poder continuar a ceder aos interesses dos grupos económicos privados e de ter que assumir o desenvolvimento da empresa. Alerta ainda para que o futuro da empresa não passe pela descaracterização da companhia, pela redução do número de trabalhadores ou pela precarização das relações laborais. O PCP está solidário com as acções dos trabalhadores em defesa de uma TAP Pública e pelos direitos dos seus trabalhadores, como tem demonstrado nas suas posições e nas propostas apresentadas na Assembleia da República.

 
 
 

Rayanair continua ataque aos trabalhadores

Denunciamos vários ataques aos trabalhadores da Ryanair: são perspectivados “cortes selvagens” neste inverno em todas as bases no que diz respeito à capacidade e aos aviões, depois da empresa já ter anunciado que iria cortar 20% do horário planeado para Setembro e Outubro. Tudo isto no contexto do anunciado plano de reestruturação, que pode passar pela eliminação de 3000 empregos, o que representa 15% dos trabalhadores. O PCP denuncia ainda que mais de 30 trabalhadores portugueses (baseados em Ponta Delgada, Lisboa e Porto) da Crewlink, que tripulam os aviões da Ryanair, estão a ser convidados para os quadros da companhia com remunerações base abaixo do SMN (588 euros brutos), tendo como alternativa a relocalização no estrangeiro já em Setembro.

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É urgente a defesa da TAP!

A Boston Consulting Group (BCG) foi a consultora seleccionada pelo Conselho de Administração para elaborar o plano de reestruturação da TAP. O PCP relembra que esta foi a consultora americana a quem David Neeleman, em 2016, “encomendou” o estudo que resultou num documento de enorme gravidade para o futuro da companhia, o "Projecto RISE".

 

O PCP denunciou na altura os seus eixos: um projecto de redução da TAP; um estudo que apontava para a redução de largas centenas de trabalhadores, com propostas de redução de rendimentos e direitos e com uma degradação das condições de trabalho; um projecto de reconfiguração indiferente ao interesse nacional e ao futuro da própria TAP.

O PCP denuncia e questiona o Governo sobre a escolha desta consultora para planear a reestruturação da TAP depois dos objectivos que saíram no seu anterior estudo, contrários à defesa desta empresa estratégica para o nosso País e à defesa dos seus trabalhadores.

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PCP continua a confrontar o Governo com a situação dos estivadores

A situação continua a degradar-se no Porto de Lisboa para os estivadores que aí laboram. Quadros das empresas de estiva continuam, desde Abril, a ser substituídos nos seus postos de trabalho, demonstrando que, depois de terem sido afastados cerca de 150 trabalhadores com a insolvência fraudulenta da A-ETPL, procuram afastar os trabalhadores dos quadros das outras empresas de estiva. O PCP questionou ainda o Governo sobre a susbstituição dos trabalhadores em greve e continua a exigir a sua interveção perante a gravosa situação no Porto de Lisboa.

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PCP solidário com trabalhadores em greve na IP

foto IP1O PCP esteve hoje presente, com uma delegação que incluíu o deputado Duarte Alves, no piquete de greve dos trabalhadores da IP, organizado pelo SNTSF/Fectrans e pela Federação dos Trabalhadores da Função Pública, em solidariedade com a sua luta. Estes trabalhadores das empresas do grupo Infraestruturas de Portugal estão em luta pelo cumprimento do Acordo Colectivo de Trabalho e em protesto pelo bloqueio feito pela administração ao processo de negociação, pondo em causa reivindicações no que diz  respeito à questão salarial e a outras matérias.

Pela defesa da TAP e dos trabalhadores, a nacionalização é o caminho!

comunicado 3 julhoTAPO diferendo entre o Governo e os accionistas privados que se arrastava há quase um mês foi resolvido deixando de parte o cenário que mais defenderia a TAP: a sua nacionalização, assumindo o Estado a totalidade do capital, afastando completamente dos interesses privados.

O PCP reafirma que a TAP não pode estar sujeita aos interesses dos accionistas privados, que já demonstraram ser incapazes de defender a companhia. O PCP também afirma que a TAP não pode estar à mercê das imposições da UE, sendo a única companhia aérea a quem foi imposto que a concessão do empréstimo até 1200 milhões de euros pudesse ter como condição uma reestruturação da empresa, o que poderá querer dizer: redução de trabalhadores, diminuição da actividade ou até alienação de património.

A luta tem que continuar em defesa da TAP pública e dos seus trabalhadores!

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Estivadores: resistência e luta tem que continuar!

comunicado estivafinalO patronato da estiva continua a atacar os trabalhadores e o Porto de Lisboa. E o Governo continua conivente!Perante uma situação em que está em causa o futuro de 149 estivadores e o funcionamento do Porto de Lisboa, torna-se imperativo a reabertura da A - ETPL e a integração de todos os seus trabalhadores, num contexto de um inaceitável encerramento e de um processo de insolvência fraudulento. Ao mesmo tempo, são contratados trabalhadores, uns com contratos a termo, outros temporários, ou seja, contratados ao turno como acontecia com os trabalhadores Eventuais da A-ETPL. 

A perseguição a trabalhadores dos quadros de outras empresas de estiva do Porto continua, com processos disciplinares com vista a despedimento, assim como uma Acção em Tribunal em que o patronato procura tomar uma greve como ilegal. Alguns estão ainda a ser substituidos, em vários postos de trabalho, por trabalhadores subcontratados a empresas exteriores.

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