Estivadores: resistência e luta tem que continuar!

comunicado estivafinalO patronato da estiva continua a atacar os trabalhadores e o Porto de Lisboa. E o Governo continua conivente!Perante uma situação em que está em causa o futuro de 149 estivadores e o funcionamento do Porto de Lisboa, torna-se imperativo a reabertura da A - ETPL e a integração de todos os seus trabalhadores, num contexto de um inaceitável encerramento e de um processo de insolvência fraudulento. Ao mesmo tempo, são contratados trabalhadores, uns com contratos a termo, outros temporários, ou seja, contratados ao turno como acontecia com os trabalhadores Eventuais da A-ETPL. 

A perseguição a trabalhadores dos quadros de outras empresas de estiva do Porto continua, com processos disciplinares com vista a despedimento, assim como uma Acção em Tribunal em que o patronato procura tomar uma greve como ilegal. Alguns estão ainda a ser substituidos, em vários postos de trabalho, por trabalhadores subcontratados a empresas exteriores.

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Realizou-se a XV Assembleia do Sector dos Transportes

foto Assembleia 1No passado dia 20 de Junho realizou-se a XV Assembleia de Organização do Sector dos Transportes da ORL, com o lema «Reforçar o Partido. Por aumentos salariais e defesa dos direitos dos trabalhadores . Por mais e melhores Transportes», que contou com a presença de várias dezenas de camaradas. Este foi um momento de análise e reflexão sobre a situação das empresas de transporte e seus trabalhadores no distrito, onde foram traçadas linhas de trabalho para o reforço do Partido e da luta. A resolução política e o Organismo de Direcção, aprovados por unanimidade, são reflexo de uma ampla discussão no sector que permite criar condições para reforçar a intervenção do Partido junto dos trabalhadores das empresas de transporte assim como na defesa do transporte público e de qualidade.

 

Rodoviárias privadas protegem os seus lucros e atacam os trabalhadores

 

É inaceitável que empresas rodoviárias privadas de passageiros com avultados lucros tenham deixado milhares de trabalhadores com um corte atroz nos seus salários pelo layoff no último mês. E mais inaceitável é, que num contexto em que se inicia a retoma da actividade, onde já é visível o aumento da procura e portanto, a necessidade de mais oferta de transportes, existam administrações que insistam em prolongar a situação de layoff, protegendo os seus lucros e prejudicando os trabalhadores, a Segurança Social e pondo em causa a saúde dos seus utentes. São disto exemplo várias empresas que operam no distrito, como as do grupo Barraqueiro Transportes (Barraqueiro Oeste; Boa Viagem; Esevel; Estremadura; Frota Azul; Mafrense), a Scotturb, a Vimeca e o grupo Arriva, que inclui a TST. Estes e outros ataques aos trabalhadores são denunciados em comunicado.

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PCP questiona Governo sobre falta de protecção de trabalhadores de empresas subcontratadas, dando o exemplo da IP

Estação do Entroncamento vista do Viaduto Eugénio Dias PoitoutO PCP questionou o Governo sobre os inúmeros exemplos que vão chegando de empresas subcontratadas por empresas públicas que estão a violar o dever de pagar atempadamente o salário aos seus trabalhadores e a não garantir o fornecimento de máscaras, luvas e outros equipamentos de protecção individual. Casos como o prestador de serviços para a limpeza da Infraestruturas de Portugal, que é ainda particularmente grave pois nalgumas situações tratam-se de instalações de utilização pública.

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Salários por pagar no Sector Aéreo

foto avioÀ dramática situação que se vive no sector aéreo, com despedimentos em curso que podem atingir cerca de 5 mil trabalhadores e com cortes salariais de 20 e 33% a mais de 18 mil, juntam – se agora cerca de 500 trabalhadores da White Airways,que até 12 maio não tinham recebido os salários devidos do mês de Abril. Estes trabalhadores do Grupo OmniAviação, em cima do corte de 33% dos seus salários com a aplicação do Lay-off desde o dia 1 de Abril, requerida pela empresa, veêm agora a sua situação social se agravar de forma dramática com o ainda não pagamento do salário de Abril.

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Por Mais e Melhores Transportes Públicos - é preciso optar pelo povo

tp covid19 maiO PCP alerta para a necessidade de as medidas de desconfinamento serem seguidas de um aumento muito significativo da oferta de transportes públicos, necessidade que já se fazia sentir antes da crise provocada pelo COVID 19 e que é agravada pelas novas condições para uma circulação em segurança. Um aumento de oferta que tem que ser imediato, e que pode ser imediato, mas que tem que ser igualmente lançando agora as medias que poderão resolver o problema a médio prazo. Um comunicado onde ainda se alerta para a necessidade de oferecer máscaras aos utentes e de acabar com o lay-off em algimas empresas privadas de transporte público. E se recorda que os 850 milhões oferecidos aos donos do Novo Banco pagavam todas as medidas reivindicadas pelo PCP para os próximos  4 anos!

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PCP continua a exigir intervenção do Governo nos ataques ao Porto de Lisboa

O PCP confrontou o Governo com a continuidade do ataque ao Porto de Lisboa e aos seus estivadores. Desta vez sobre a formação que decorreu no processo de contratação dos recentes trabalhadores que o patronato procura que substituam os estivadores da A-ETPL, que, para além de não ter sido ministrada pelas Empresas de Formação que normalmente o fazem, foi uma “apressada formação”, insuficiente para a aquisição das competências necessárias, nomeadamente para acautelar o risco de acidentes. Já decorreram neste contexto, nos últimos dias, designadamente na empresa Liscont, várias situações anómalas e mesmo acidentes.

 
 

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Projecto-lei para a recuperação do controlo público da TAP e da SPdH/Groundforce

 

O PCP apresentou um projecto-lei para a recuperação do controlo público do Grupo TAP e da empresa de assistência em escala SPdH/Groundforce. É hoje claro que o capital privado não irá salvar a TAP, e que esta será destruída se nada for feito pelo Estado. Sendo indispensável o controlo efectivo destas empresas pelo Estado, na defesa do interesse nacional e dos direitos dos trabalhadores destas empresas, a proposta do PCP preconiza a adopção de uma posição maioritária pelo Estado no seu capital, e a recuperação integral de todos os direitos sobre a gestão que essa maioria deve implicar, independentemente das formas jurídicas que venham a ser assumidas.

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Contra os despedimentos na Carristur!

O PCP denuncia mais uma vez os despedimentos, por via da não renovação de contratos , de dezenas de trabalhadores da Carristur (motoristas e promotores de vendas), de empresas de trabalho temporário subcontratadas, vários deles há anos a laborar nesta empresa. A precariedade é inadmissível, tal como o pretexto da pandemia para despedir trabalhadores. O PCP interveio na Câmara Municipal de Lisboa e na Assembleia da República a repudiar esta situação e a exigir medidas. 

PCP em acção de contacto com o sector do táxi

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O PCP distribuiu e divulgou um comunicado de solidariedade aos profissionais do táxi perante a difícil situação que estão a viver, exigindo e apresentando propostas para o reforço de apoios.