Total conivência do Governo PS no ataque à contratação colectiva no Sector Segurador

Intervenção de Rita Rato, deputada do PCP à Assembleia da República, na Audiência que o SINAPSA teve na Comissão de Trabalho e Segurança Social, no passado dia 5 de Julho relativo ao esquema implementado pela patronato para a violação continuada do direito à contratação colectiva livremente negociada no sector segurador.

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Seguros: A ânsia pelo aumento dos lucros é incompatível com uma justa repartição da riqueza criada e valorização do Trabalhoalorização do Trabalho.

Em documento aos trabalhadores do Sector, os trabalhadores comunistas dos Seguros dão nota das conclusões da sua 10ª Assembleia da Organização "De uma análise efetuada à “evolução” do Sector, verifica-se que apenas 4 grupos económicos constituídos por capital total ou maioritariamente estrangeiro (FOSUN, APOLLO, AGEAS e BPI), dominam cerca de 60% do mercado. Como se a fuga de capitais estratégicos nacionais para o estrangeiro não fosse suficiente, o mercado segurador nacional confronta-se actualmente com um ataque especulativo sem precedentes". Apresentando dados e problemas concretos sobre a realidade com que os trabalhadores se confrontam nos seus locais de trabalho, os trabalhadores comunistas de Seguros irão apresentar em breve nesta página da internet o documento aprovado com uma análise empresa a empresa sobre as perspectivas de luta e soluções para os variados problemas existentes.

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De que lado está o Governo PS no grosseiro ataque aos direitos dos trabalhadores dos Seguros?

Na sequência do pedido de reunião formalizado pelo SINAPSA (Sindicato dos Profissionais de Seguros e Afins) ao Grupo Parlamentar do PCP, foi colocada uma pergunta ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o inaceitável ataque à contratação colectiva neste sector. Recorde-se que a Associação Patronal se auto-extinguiu para desta forma tentar fazer caducar o Contrato Colectivo de Trabalho de 2008 que se encontra ainda em vigor, apesar das entidades patronais insistirem na sua não aplicação, prejudicando de forma grosseira e ilegal os legítimos direitos dos trabalhadores.

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Trabalhadores dos Seguros exigem respeito pela Contratação Colectiva

Trabalhadores e activistas sindicais do SINAPSA concentraram-se hoje, dia 15 de Dezembro, à porta do Ministério do Trabalho em luta pelo respeito pela contratação colectiva no Sector. A acção de luta contou ainda com a participação de Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN, Libério Domingues, coordenador da União de Sindicatos de Lisboa e de Paulo Machado, dirigente sindical do STRUP e trabalhador do Metro de Lisboa que lembrou a dura luta dos trabalhadores desta empresa e a grande vitória alcançada no passado mês com a celebração do novo contrato colectivo.

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No Sector dos Seguros: Defender e conquistar direitos é ganhar o futuro

Todos os dias querem-nos impor a ideia de que os direitos dos trabalhadores são coisa do passado. Mas a verdade é esta: se há coisa velha é esta conversa. Os lucros das companhias e os salários milionários das administrações provam que o que não falta é dinheiro, está é muito mal distribuído. No verso deste documento encontrarás soluções para o quebra cabeças em que querem transformar a tua vida.

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Fidelidade Assistência: "Modernidade" que cheira a mofo

Nas últimas décadas, PS, PSD e CDS-PP introduziram alterações profundamente negativas à legislação laboral. Com uma intensa campanha de manipulação ideológica procurou-se inculcar na consciência dos trabalhadores que os seus direitos são um entrave ao desenvolvimento económico do país.Actualmente os trabalhadores criam riqueza que se transforma em salários baixos, por contraponto com os chorudos dividendos dos accionistas e salários principescos dos membros dos Conselhos de Administração. Acresce que na Fidelidade Assistência, o trabalho desenvolvido sujeita os trabalhadores a um enorme desgaste físico e mental.

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Não dar tréguas à lei da selva dos despedimentos no Sector dos Seguros

No Sector Segurador intensifica-se o recurso ao despedimento sucessivo de trabalhadores. Concretizaram-se centenas de rescisões nos últimos dois anos, com maior expressão na Axa, Açorena e Zurich, muitas vezes com recurso à coacção, à violência psicológica e impedimento de acesso a locais de trabalho. Recentemente foi a vez do Grupo Novo Banco - Companhia de Seguros Vida, que anunciou o despedimento de 13 trabalhadores depois de ter encerrado 2015 com lucros de 96,5 milhões de €. 

 

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Tranquilidade: Palavras bonitas não pagam contas

Depois da oferta do Grupo Tranquilidade a um Fundo de Investimento estrangeiro por parte do anterior Governo PSD/CDS-PP é necessário ter presente que "Não basta a Administração valorizar o desempenho dos trabalhadores com palavras bonitas e gestos de ocasião. Nada disso permite fazer face ao aumento sucessivo do custo de vida. O que é necessário é que os trabalhadores vejam o seu trabalho devidamente valorizado e respeitado com o aumento dos salários (com a preservação e conquista de novos direitos) e que exista uma estratégia de consolidação da empresa a médio/longo prazo, que garanta a manutenção e criação de postos de trabalho."

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Mapfre Assistência: Degradação contínua dos direitos dos trabalhadores

A degradação das condições de trabalho na Mapfre Assistência (Sector dos Seguros) acentua-se, conhecendo novos episódios a cada dia que passa. Insistimos: a existência de dois contratos de trabalho para a mesma função constitui uma das mais evidentes injustiças que a empresa promove. O contrato Ibero Assistência, ao aplicar 40 horas semanais por um menor salário do que o contrato da Mapfre de 35 horas atenta contra o princípio mais básico da dignidade no no trabalho: para trabalho igual, salário igual!

 

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