PCP recusa morte do Centro Hospitalar Lisboa Central

HospitalAtravés de Despacho publicado em 27 de Novembro, o Governo lançou um concurso "para a concepção, o projecto, a construção, o financiamento, a conservação, a manutenção e a exploração do Hospital de Lisboa Oriental", confirmando que será mais uma Parceria Público Privada (PPP) e assinando a sentença de morte aos seis hospitais que integram o CHLC (S. José, Capuchos, Sta. Marta, D.Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa).

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Boletim do Centro Hospitalar Lisboa Norte

logo campanha2016Vamos parar no dia 20!

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais emitiu um pré-aviso de Greve Nacional para os trabalhadores da saúde para o dia 20 de Janeiro. É tempo do governo dar resposta às exigências dos trabalhadores da sáude. Basta de promessas. 

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Defender o CHLC é defender o Serviço Nacional de Saúde

get imgO CHLC, instituição que integra hospitais centenários, está sob fogo cerrado. Interesses privados e negócios pouco claros, sobrepõem-se ao interesse público e às disposições constitucionais que asseguram o direito à saúde.

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Situação dos trabalhadores da cantina do Hospital de S. José

ng5568746No passado dia 31 de outubro, os trabalhadores da cantina do Hospital de S. José, em Lisboa, realizaram uma ação de luta para denunciar a falta de condições de trabalho. De acordo com as declarações públicas prestadas pelos trabalhadores, as “más condições de trabalho têm colocado em risco a higiene e segurança na instituição”.

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«Centro Hospitalar Lisboa Central impõe restrições aos Direitos, Liberdades e Garantias dos trabalhadores»

enhanced-22396-1391617749-1O Grupo Parlamentar do PCP teve conhecimento que o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC) emitiu uma circular informativa que impõe um conjunto de regras sobre o “relacionamento dos colaboradores do CHLC com a Comunicação Social”.

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Alerta na urgência do Hospital de São José

PCP Cinfes 29.01.2015É da maior urgência a contratação de  profissionais que há anos estão comprovadamente em falta, integrando-os em carreiras atractivas, valorizando-os social e profissionalmente, promovendo a estabilidade laboral. Chegou a hora, agora que o governo mudou, de mudarem também as políticas. É exigência dos portugueses. É exigência do PCP. Reafirmamos, pois, que a Célula do CHLC do PCP está e estará ao lado dos trabalhadores e das populações na luta por um SNS Geral, Universal e Gratuito e apela aos profissionais e às populações que lutem também em

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Uma Visita ao Hospital Miguel Bombarda em Defesa do Património Histórico/Cultural

0No dia 1 de Outubro, uma delegação do PCP, da qual fazia parte a candidata e deputada da AR Rita Rato e o candidato e deputado Municipal Carlos Silva Santo, visitou o Hospital Miguel Bombarda, correspondendo ao pedido de uma das organizações que integram o Movimento para a Classificação do Património Edificado do Hospital Miguel Bombarda, pelo inegável valor museológico (dois desses edifícios já classificados). Nesta visita, participada por cerca de duas dezenas de pessoas, maioritariamente ex-trabalhadores daquela instituição, mas também especialistas na área da cultura, designadamente da história da arte (Prof. Vítor Serrão) e também o autor de uma obra sobre o Panótico (Dr. Victor Freire) e fundador do museu instalado no edifício desse estilo arquitetónico, único em Portugal, e dos poucos existentes no mundo. A visita foi conduzida por este ex-administrador daquele hospital. Não se tratou de uma típica ação de campanha, visto aquela instituição, pioneira na assistência psiquiátrica, estar desativada e entregue a uma degradação acelerada, que a deputada testemunhou. Mas tratou-se, de uma clara posição de apoio à salvação de um património histórico, arquitetónico e científico, no domínio das ciências medicas, testemunhado por um riquíssimo acervo documental que corre o risco de se perder em vez de se transformar num verdadeiro Arquivo que as instalações daquela instituição tem todas as condições para acolher. O Hospital Miguel Bombarda faz parte de um conjunto instalado num espaço que em termos “olissiponensis” se chama “ Colina de Santana”, uma entre as outras que fazem de Lisboa uma das mais belas cidades do mundo. Nela se encontram outros hospitais (S. José, Capuchos, Sta. Marta) também eles instalados em monumentos que pertenceram a diversas Ordens Religiosas com alguns edifícios também já classificados. No contexto arquitetónico lisboeta há que assinalar o soberbo panorama que se oferece a quem sobe, por exemplo, ao Castelo de S. Jorge de onde se observa como se combinam as águas do Tejo com suas margens naturais da “ Outra Banda”, a vastidão do seu estuário, o “Mar da Palha”, a harmonia da margem lisboeta com os seus monumentos de épocas diversas que se elevam acima do vermelho dos velhos telhados da “Lisboa Antiga”, num equilíbrio policrómico que deslumbra tanto os visitantes. É o tempo de decidir se, se vai deixar avançar a subversão do betão e do vidro espelhado que nos cega na cidade dos negócios improdutivos. Por isso é urgente por a salvo a harmonia das colinas da cidade, a de Santana entre as outras, de uma empresa pública (ESTAMO) cuja atuação desmente a sua natureza que deveria ser o interesse público e se comporta como uma agência imobiliária em negócios de duvidosa transparência como foi o caso da venda do degradado Hospital de Arroios. É que há outros bárbaros muito mais sofisticados do que aqueles destroem à marretada património da humanidade em cidades como Palmira… O PCP assumirá a defesa deste património que corre o risco de se degradar irremediavelmente.

Lisboa, 16 Outubro de 2015
O Sector da Saúde da ORL

CDU: A defesa do Serviço Nacional de Saúde

201509 cartaz vota cduAs propostas da CDU visam o combate à privatização da saúde e a responsabilização do Estado por garantir um Serviço Nacional de Saúde universal e gratuito.

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Centro Hospitalar Lisboa Norte despede trabalhadora grávida

A Célula do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) do PCP na edição de Julho/Agosto do seu Boletim Informativo denuncia que foi despedida "uma assistente operacional pela simples razão de se encontrar grávida. O hospital pela voz da própria chefe e supervisora fez saber à trabalhadora que não seria uma mais-valia para aquele ou qualquer outro serviço” por estar grávida." No mesmo documento são ainda abordadas diversos outros ataques aos direitos dos trabalhadores das unidades de saúde do CHLN e seus utentes.

 

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