Trabalhadores em luta nos hotéis da Avenida da Liberdade

IMG 20190417 154852Os trabalhadores dos hotéis manifestaram-se hoje, dia 17 de Abril, na Avenida da Liberdade em Lisboa, uma iniciativa promovida pelo Sindicato da Hotelaria do Sul, em defesa do contrato colectivo de trabalho - que os patrões já denunciaram -­, por aumentos nos salários e pela diminuição da precariedade, que hoje se alastra pelos hotéis de todo o País.

A AHP, Associação dos Patrões da Hotelaria, patrões esses que hoje apresentam altíssimas taxas de lucros e de ocupação, que saltam à vista com a realização de obras de alargamento de diversos hotéis e a abertura de várias novas unidades, têm por outro lado manifestado um elevado nível de prepotência para com os trabalhadores, mas estes não se deixam intimidar e prometem voltar à luta e à porta dos hotéis enquanto não forem ouvidas as suas justas revindicações. 

PCP lança o Boletim do Sector da Hotelaria e Restauração

Lodo n2-página001Já saiu o Lodo, este é o segundo número do Boletim do sector da Hotelaria e Restauração. Neste podemos ler um texto assinado pelo Américo Nunes, histórico dirigente sindical e militante comunista, que aborda a realidade dos trabalhadores deste sector; ler sobre a luta dos trabalhadores da Almeida e Cadima, dos serviços de alimentação dos comboios de longo curso; podemos ainda ler sobre trabalho do PCP na Assembleia da Republica onde interroga-mos os ministérios da saúde e do trabalho, sobre sobre os serviços de alimentação dos hospitais de São José e Capuchos; entre outras Noticias.

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PCP questiona na assembleia sobre serviço de alimentação dos hospitais de são José e dos Capuchos

Após uma reunião do PCP com a estrutura sindical dos trabalhadores do serviço de alimentação dos hospitais de São José e Capuchos, questionamos o Ministério da Saúde e do Trabalho, sobre um conjunto de problemas que estão intimamente ligados à opção de concessão e privatização deste serviço.
Foram levantadas questões como a falta de pessoal, os baixos salários e a falta de condições de trabalho. Nestes dois hospitais, nos últimos seis anos houve uma redução de cerca de 200 para 100 trabalhadores, uma drástica redução que se traduz no aumento da carga de trabalho e da redução da qualidade do serviço prestado. A estes trabalhadores, que lidam com os doentes, são exigidas capacidades técnicas e humanas, mas têm de trabalhar com falta de equipamento e  em estado obsoleto, e no fim de tudo apenas levam para casa, aproximadamente o Salário Mínimo.Ler a pergunta do PCP AQUI! 

Cantinas: Trabalhadores avançam para a greve dia 6 de Julho. Eurest e TAP tentam limitar a liberdade sindical

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Os trabalhadores do refeitório da TAP, decidiram aderir à greve convocada para as cantinas e refeitórios no dia 6 de Julho, mesmo após todas medidas que a TAP e a Eurest tomaram para  restringir a realização de plenários sindicais, e o  livre exercício das actividades sindicais.

A Eurest um empresa multinacional, que em conjunto com a Trivalor, controlam mais de 50% dos serviços de cantinas e refeitórios em Portugal. A cantina da TAP que esteve concessionada à ITAU (Trivalor), passou para a Eurest, neste infindável carrossel das concessionárias. Como já é sabido, quando uma empresa entra num refeitório trazem sempre uma nova receita para o sucesso, aumento da eficiência do uso dos recursos, etc, etc e, no final, quem paga é sempre o trabalhador.

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PCP solidário com a Luta dos trabalhadores da Servirail

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Uma delegação do PCP, incluindo a deputada Rita Rato esteve esta segunda-feira com os trabalhadores da Servirail, que cumprem o 5.º dia de greve e convocam para o dia 3 de junho o 6.º dia greve. O PCP demonstra toda a solidariedade para com a luta destes trabalhadores que não desistem da greve cujas razões são muitas. A deputada do PCP dirigiu uma pergunta à Assembleia da Republica (ver aqui), desta forma o PCP procurou dar voz às preocupações e reivindicações dos trabalhadores

Trabalhadoras da EUREST do refeitório TAP enfrentam repressão e convocam greve

reftap maio18As trabalhadoras do refeitório TAP demonstraram no dia 8 de maio mais uma vez uma grande atitude e firmeza ao deslocarem-se para fora das instalações e concentrarem-se á porta de serviço da empresa TAP para poderem participar no plenário convocado pelo sindicato de hotelaria sul, porque os seus representantes sindicais são impedidos pela TAP de entrarem nas instalações para realizar uma reunião plenária com as mínimas condições e para que as trabalhadoras possam denunciar, organizar e combater no seu local de trabalho a exploração que estão a ser vitimas por parte da empresa concecionária EUREST, que após  o mês de Fevereiro de 2018 ter ganho a concessão do refetório da TAP tomou de imediato a medida de cortes na retribuição de todas as trabalhadoras, sendo que esses valores sempre fizeram parte do seu rendimento mensal, prémio de assiduidade de 12,00€ mensais e pagamento dos valor da hora noturna a partir das 20:00h em conformidade com o Contrato coletivo aplicável. Após varias tentativas por parte das trabalhadoras no local de trabalho e com promessas verbais pelo representante da entidade patronal que os cortes iriam ser repostos no final de Março de 2018, e até á presente data nada foi concretizado, as trabalhadoras em plenário mandataram os seus representantes sindicais para até ao final do corrente mês exigir junto da EUREST a reposição com retroatividade ao mês de Fevereiro  do  despojo a que todas foram sujeitas, sendo que, não havendo  reposição as trabalhadoras aprovaram greve, com data a marcar no final do mês de Maio ou inicio de Junho.

TAP impede a entrada de dirigentes sindicais da Hotelaria de entrarem nas instalações para realizarem um plenário

foto 2 1 1Trabalhadoras da EUREST do refeitório TAP convocam greve.

 

As trabalhadoras do refeitório TAP demonstraram no dia 8 de maio mais uma vez uma grande atitude e firmeza ao deslocarem-se para fora das instalações e concentrarem-se à porta de serviço da empresa TAP para poderem participar no plenário convocado pelo sindicato de hotelaria sul, porque os seus representantes sindicais são impedidos pela TAP de entrarem nas instalações para realizar uma reunião plenária com as mínimas condições e para que as trabalhadoras possam denunciar, organizar e combater no seu local de trabalho a exploração que estão a ser vitimas por parte da empresa concessionária EUREST, que após o mês de Fevereiro de 2018 ter ganho a concessão do refeitório da TAP tomou de imediato a medida de cortes na retribuição de todas as trabalhadoras, sendo que esses valores sempre fizeram parte do seu rendimento mensal, prémio de assiduidade de 12,00€ mensais e pagamento dos valor da hora noturna a partir das 20:00h em conformidade com o Contrato coletivo aplicável.

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Lodo: O Boletim do Sector da Hotelaria e Alimentação

usarwebcapalodoEstá a ser distribuído aos trabalhadores da Hotelaria e Alimentação o Lodo, que destaca na capa a necessidade de construir um grande 1º de Maio no quadro da luta contra a exploração. Um boletim onde se fala da luta nas Cantinas, na Cantina da TAP, no Hotel Marriott, na Servirail e no Sheraton, e onde ainda se faz o apelo à participação nas comemorações populares do 25 de Abril.

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Trabalhadores da Hotelaria em Luta

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Os trabalhadores do sector da hotelaria e restauração de norte a sul juntaram-se no passado dia 4 de Abril, para reclamar melhores salários e mais direitos, defendo um melhor contrato colectivo de trabalho para o sector. levaram as suas reivindicações a ARESP, à respectiva associação patronal (AHP) e ao Ministério da Economia.

Trabalhadores da Newrest/Servirail em Greve

Greve servirail 1Trabalhadores no piquete de greve da Newrest/Servirail, começaram a juntar-se a em Santa Apolónia a partir das 6h00 da manhã, de acordo com o delegado sindical de Hotelaria, a adesão forte como noutros anos, contudo a grande quantidade de trabalhadores precários na empresa, faz com que a adesão tivesse rondado aproximadamente os 80%.

A empresa presta o serviço de alimentação dos passageiros em viagens de longo curso. Estes trabalhadores há muito que reivindicam reais aumentos salariais, a empresa apresenta um aumento de 6 euros, com a perda de um conjunto de direitos, o que é completamente incompreensível e inaceitável, para alem disso é também uma greve de solidariedade entre os trabalhadores que prestam serviço nos comboios para com os trabalhadores dos armazéns e da confeção de Santa Apolónia, que ao contrario dos restantes funcionários que trabalham 4 dias e folgam 2, estes trabalham 5 e folgam 2.

É de espírito animado e de confiança, que este trabalhadores se encontram para prosseguir a luta pelos seus direitos.