S. Vicente
S. Vicente de Fora: PCP presta contas
A Organização do PCP em S. Vicente de Fora, Lisboa, prestou contas do seu trabalho autárquico na freguesia, com a edição de um boletim que distribuiu à população, em contactos porta-a-porta, durante a manhã de dia 25 de Fevereiro. À tarde, realizou uma sessão pública na colectividade «Grupo dos Nove», onde se debateu o trabalho até agora realizado e perspectivas futuras, a situação política e social com que a cidade e a freguesia estão confrontadas. No dia anterior, realizaram-se reuniões com colectividades da freguesia para aprofundar o conhecimento das realidades que o movimento associativo popular se depara neste momento. Estas iniciativas decorreram no âmbito das Jornadas Autárquicas que o PCP está a desenvolver até 17 de Março, em Lisboa, sob o lema «Ouvir a cidade, Construir a alternativa».
Sapadores e Praça do Chile: contra corte de carreiras e aumentos de preços nos transportes

Realizaram-se hoje duas acções, ao final do dia, na Largo de Sapadores e junto ao metro na Praça do Chile, de contacto com a população sobre o corte de carreiras da Carris, em particular o 797, e sobre o aumento do preço dos transportes. Em ambas foram aprovadas moções que reivindicam o direito ao serviço público de transporte com qualidade, repudiam o aumento dos passes e a perspectiva de despedimentos na Carris. Foi, ainda apelado à população a participação na manifestação de 11 de Fevereiro convocada pela CGTP-IN.
O Governo foi inaugurar o quê à Escola Gil Vicente?
A propósito da inauguração da Escola Gil Vicente pelo Governo, com a pompa e a circunstância que a propaganda governamental exige, o PCP vem questionar essa iniciativa, apresentando dois factos concretos: A escola existe desde 1914; as obras de requalificação agora realizadas não só estão mal direcionadas como nem sequer estão ainda terminadas!
PCP em defesa da Escola Gil Vicente
A escola Gil Vicente, inaugurada em 1949 foi construída em materiais duráveis. Apesar dos seus 60 anos de idade mantinha-se em razoável estado de conservação necessitando de obras de adaptação às necessidades tecnológicas, sanitárias e de segurança. As obras iniciaram-se em Julho de 2008 e para além de ainda não estarem terminadas, é hoje visível que a Escola Gil Vicente não tem condições de trabalho, é insegura, pouco funcional, pouco higiénica e de degradação rápida. O PCP, quer através do seu Grupo Parlamentar, quer através dos seus eleitos na autarquia, tem desenvolvido uma intensa acção em apoio à luta de professores e estudantes da escola.Ler Comunicado em PDF
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