Mandatário da Candidatura CDU ao Concelho de Cascais

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A Coordenadora Concelhia da CDU apresenta o seu mandatário à candidatura ao Concelho de Cascais, o Professor Doutor António Borges Coelho. Aos 84 anos, o historiador poeta e escritor, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago e  resistente anti-fascista que esteve preso 6 anos, aceitou abraçar o projesto CDU para o Concelho de Cascais. Um projecto reconhecido pelo seu trabalho, honestidade e competência.

 

 

 

 

 

 

Acto Público de Apresentação da Candidatura da CDU às Freguesias de Cascais e Estoril

apresentacao cdu_cascais_mesaDecorreu, no passado dia 18 de Junho, na Biblioteca Municipal de Cascais na Casa da Horta da Quinta de Stª Clara, o primeiro acto publico de apresentação da candidatura CDU às Freguesias de Cascais e Estoril, que contou com a participação de Clemente Alves, candidato CDU à Presidência da Câmara Municipal de Cascais. Guilherme Antunes é o cabeça de lista desta candidatura a duas das freguesias do Concelho que foram alvo do mais cruel ataque ao poder local democrático de Abril, imposto através da lei de extinção de freguesias do governo PSD/CDS de Passos Coelho e Paulo Portas.

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Debate Público sobre o Programa do PCP

debate publico_democracia_avancada_mesaNo passado dia 2 de Junho realizou-se no Auditório da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana um debate público sob o tema "Uma Democracia Avançada - Os Valores de Abril no Futuro de Portugal". O programa do PCP foi assim debatido e divulgado num evento organizado pela Comissão Concelhia de Cascais do PCP e que contou com a participação da camarada Maria da Piedade Morgadinho, membro da Comissão Central de Controlo do Partido Comunista Português.

PELOS DIREITOS DAS POPULAÇÕES E DOS TRABALHADORES

PELOS DIREITOS DAS POPULAÇÕES E DOS TRABALHADORES



Face aos recentes encerramentos das estações dos CTT em Carcavelos (São Jorge) e no Estoril (Monte Estoril), a Concelhia de Cascais do PCP manifesta a sua total e activa solidariedade com a luta das populações e dos trabalhadores.


A não serem impedidos estes encerramentos definitivos, que são parte de um plano mais vasto de privatização dos serviços de Correios, as populações ficam mais pobres e privadas de um serviço indispensável e insubstituível, assim como são colocados em risco postos de trabalho.


Afirma o PCP que não basta que estejamos contra os encerramentos destas estações, pois é necessário continuar a luta pela sua imediata reabertura, contra a sua privatização, luta essa que é inseparável da luta pela derrota deste governo e desta política, política de saque e esbulho dos recursos e serviços públicos que são de todos nós, que são do povo.


Activamente ao lado das populações e dos trabalhadores das referidas estações, o PCP reafirma que continuará a denúncia do crime que a administração dos CTT estão a levar a cabo nas costas do povo, a mando deste governo que por via da violação sistemática da Constituição, assume a marginalidade e configura-se como fora da lei, e que, ainda assim, tem no Presidente da República um fiel protector.


No âmbito da sua acção e intervenção, os eleitos do PCP nos orgãos autárquicos têm assumido e continuarão a assumir o compromisso de continuar a luta até à reabertura das estações de CTT, luta essa que se integra na luta pela demissão do governo, pela marcação de eleições antecipadas, que abram caminho a uma política patriótica e de esquerda, que valorize e defenda o serviço público de CTT, o emprego público e os direitos das populações..



A LUTA CONTINUA!



Pela Comissão Concelhia de Cascais do PCP
Cascais, 31 de Maio de 2013

Concentração em Carcavelos contra o encerramento da Estação de Correios de S. Jorge

protesto ctt_carcavelos_geral_2Respondendo ao apelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) a população de Carcavelos concentrou-se, no dia 29 de Maio, junto à Estação dos Correios de S. Jorge em protesto contra o seu encerramento. Trata-se de um crime levado a cabo pela administração dos CTT que assim vai destruindo um serviço público fundamental às populações, à economia nacional, ao desenvolvimento regional e à coesão territorial.

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