Trabalhadores das LFP em luta

lfp.jpgNa segunda-feira, os trabalhadores das Lojas Francas de Portugal vão para a greve, em defesa do direito à revisão salarial e à negociação colectiva, numa empresa tutelada pelo Estado e onde, apesar dos lucros registados e previstos, também o Governo pretende intensificar a exploração.  Altura para recordar o requerimento que (há já dois meses!) o PCP colocou ao Governo sobre esta mesma questão, e expressar a nossa total solidariedade com os trabalhadores em luta.

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Lojas Francas de Portugal: Aumento de Lucros e Congelamento Salarial. A luta é o caminho!

lfp.jpgAs Lojas Francas de Portugal, cujo capital maioritário pertence à TAP (ou seja, é tutelada pelo Governo), anunciaram simultaneamente o crescimento de lucros em 2008, a previsão de lucros para 2009, e o congelamento dos salários dos seus trabalhadores. Fica assim (mais uma vez) bem patente que a contenção salarial é SEMPRE um objectivo do patronato. E que só a acção colectiva e organizada dos trabalhadores pode inverter o actual rumo de crescimento permanente da sua exploração. O PCP, ao mesmo tempo que apela à luta dos trabalhadores desta empresa, questiona o Governo na Assembleia da República sobre as orientações que deu para esta empresa, que desmascaram a verdadeira matriz das suas políticas. 

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Transtejo - Lutar pela reposição da legalidade

O "Avante!" de hoje informa que a administração da Transtejo accionou 58 notas de culpa contra trabalhadores que não cumpriram os «serviços mínimos» impostos pela administração na greve geral. Mas informa também que, porque em causa está o direito à greve, no plenário de dia 17, os trabalhadores decidiram prosseguir com a greve às horas suplementares até que seja reposta a legalidade. E que perante as tentativas de impor a substituição de trabalhadores em greve, os trabalhadores da Soflusa avançaram com um pré-aviso de greve à prestação de serviços na Transtejo.