Aumentos de rendas nos Bairros Municipais de Lisboa vão aos 5,7%!

O PS no Governo e na Câmara continuam a agravar a vida das populações. Agora a CMLisboa, através da Gebalis, pretende aumentar o valor das rendas nos Bairros Municipais em 5,7%, com base na Resolução Municipal nº 1/CM/85 («Diário Municipal» nº 14 580, 25 de Fevereiro de 1985), em que o aumento anual é indexado ao valor do aumento do salário mínimo.
Este valor é significativamente superior quer à taxa da inflação (2,1%), quer ao aumento dos salários (2,1%).
Na Câmara como no Governo não existem preocupações sobre as dificuldades dos trabalhadores e dos reformados. Só a luta pode parar mais esta ofensiva.

Utentes da Carris em defesa de um melhor serviço público

O Movimento de Utentes da Carris fez hoje a entrega das milhares de assinaturas recolhidas por um melhor serviço público da Carris. Na ocasião tornou público um comunicado onde se pode  ler "Com apoio do Governo, a Carris impôs a tudo e todos a sua famigerada Rede 7. Não se conhece um único benefício de serviço deste projecto. Mas a Carris teve o beneplácito do Governo e do PS para com ele lesar todos os utentes. Não há um único bairro, da Ajuda a Marvila, de Alcântara aos Olivais, de Carnide a Benfica, de Campolide à Baixa, de Campo de Ourique a Alfama…que não tenha sido prejudicado com a Rede 7." (Encontram o Comunicado na íntegra em Ler Mais).

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Relatório da Sindicância ao Urbanismo da CML dá razão ao PCP

A gestão PSD na Câmara de Lisboa (2002-2007) é arrasada pela Sindicância que decorreu no último ano nos Serviços de Urbanismo da CML, e dá razão ao PCP enquanto condena gravemente os seis anos de gestão PSD com o apoio no fundamental do PS

O PCP defende que as decisões feridas do vício de nulidade devem ser de imediato suspensas.
 

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Orçamento da CMLisboa para 2008 é fictício e não serve a Cidade e os lisboetas

O Orçamento da CML para 2008 é fictício e não serve a Cidade e os lisboetas, pois não insere verbas respeitantes a dívidas de curto prazo a fornecedores nem as correspondentes ao empréstimo em contratação, cortando verbas elevadas às Juntas e ao Movimento Associativo. Por essas e por outras razões, o PCP vota contra esta proposta de Orçamento para 2008.     

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