Desenvolvimento da Rede do Metro: Não à demagogia, Sim à responsabilidade!

Durante o anterior período eleitoral, diversos membros do Governo e do PS anunciaram e prometeram o alargamento do Metropolitano até Carnaxide e Oeiras, Queluz, Loures e Vila Franca de Xira. Depois das eleições, o Governo "mudou" de opinião, dizendo apostar na expansão da Rede dentro da Cidade de Lisboa. Fica a clara ideia que o Governo e o o PS utilizaram a expansão da rede do Metropolitano de Lisboa como "arma" eleitoral", em acções de profunda demagogia.

Só que perante a importância do tema para o Distrito, o PCP recusa que esta questão não seja tratada com uma outra responsabilidade e respeito pelos cidadãos e pelos trabalhadores da empresa, questionando o Governo sobre todo este processo.

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PCP avança com Projecto-Lei para revogar as alterações aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa

Na sequência das alterações introduzidas em Junho de 2009 aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa, o PCP de imediato apresentou o pedido para a sua apreciação parlamentar, que no entanto não se verificou. Passados estes meses, com os escândalos e suspeitas crescentes sobre a Administração das Empresas Públicas, entende o PCP ser ocasião para recolocar a questão na Assembleia da República, desta vez com um decreto-lei que propõe a revogação das alterações introduzidas, que na opinião do PCP governamentalizam a fiscalização da empresa, e afastam trabalhadores e CM Lisboa da participação que detinham anteriormente.

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PCP leva à Assembleia da República ilegalidade no Metropolitano de Lisboa

Com a tomada de posse do novo Governo, questionouo o PCP sobre a ilegalidade que desde 1991 vem sendo praticada no Metropolitano de Lisboa, por todos os Governos (sejam do PS ou do PSD). "Sobre a questão do representante dos trabalhadores no Conselho de Fiscalização do Metropolitano de Lisboa, pretende este Ministério manter a prática dos anteriores governos de ostensiva violação da lei e da vontade expressa dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, ou vai finalmente proceder à nomeação do representante eleito pelos trabalhadores?"

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PCP por uma gestão democrática do Metropolitano de Lisboa

mini-jernimo.jpgO PCP, sublinha a Célula do Metropolitano de Lisboa, chamou à Apreciação Parlamentar o Decreto-Lei que altera os Estatutos da Empresa, e fê-lo por duas razões essenciais: Porque nem Presidente da República, nem Primeiro-Ministro, nem Governo, cuidaram da constitucional obrigação de ouvir o parecer da Comissão de Trabalhadores da Empresa. E porque se trata de uma proposta que torna menos transparente a gestão da empresa, permitindo o seu crescente enfeudamento à agenda dos interesses privados que vão tomando conta do próprio sector público.

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Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa apelam ao voto na CDU

metrom.jpgA Comissão de Apoio à CDU no Metropolitano de Lisboa fez sair um comunicado aos trabalhadores apelando ao voto na CDU, onde sublinha que o voto na CDU está profundamente vinculado com a defesa dos direitos dos trabalhadores da Empresa e com o próprio futuro desta, já que ambos se encontram sobre a mira dos interesses do grande capital.

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Por 60%, trabalhadores do Metro elegem Amável Alves para a Comissão de Fiscalização

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Realizaram-se hoje as eleições para o representante dos trabalhadores na Comissão Fiscalizadora do Metropolitano de Lisboa. Amável Alves, membro do CC do PCP, foi eleito por 60% dos votos expressos, numas eleições onde participaram 7 outros candidatos e perto de 700 trabalhadores. Esta eleição, hoje rara quando a contra-revolução já destruiu muito dos mecanismos que facultavam aos trabalhadores algum controlo da gestão, deve ser um estímulo à luta por um maior controlo da gestão por parte dos trabalhadores, numa situação social onde os grupos económicos privados destroem empresas e emprego (incluindo no sector público, que hoje instrumentalizam) na busca de lucros e da manutenção dos seus previlégios.

Governo sobre o Metro: Por Decreto, nas costas dos trabalhadores e do Parlamento!

logoml.jpgFoi por decreto que hoje o Governo alterou o Estatuto do Metropolitano de Lisboa. Como é sua prática, fê-lo nas costas dos trabalhadores e do próprio parlamento, num processo conduzido no secretismo e onde só os interesses económicos do costume foram tidos em conta. O Grupo Parlamentar do PCP irá chamar esse decreto-lei ao Parlamento, e a célula do PCP na Empresa apela aos trabalhadores à vigilância e à determinação, pois no momento presente, só os trabalhadores tem a capacidade e a força de defender as Empresas das corrosivas políticas neoliberais.

No Metro, é preciso colocar os pontos nos iiiis sobre a Assinatura do AE!

metro13mar09.jpgA Célula do Metropolitano de Lisboa do PCP está a distribuir aos trabalhadores da Empresa um seu comunicado sobre a assinatura do Acordo de Empresa a 18 de Março. Aí se responde à demagogia do PS/Metro, que apesar de ter visto o seu Governo denunciar o AE, e só dois anos de luta dos trabalhadores ter imposto ao seu Governo a assinatura de um novo AE, ainda consegue arranjar lata para vir tentar recolher louros dessa assinatura!

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Jerónimo de Sousa com os trabalhadores do Metro

pagina.jpgNo quadro das comemorações do 50º Aniversário do início da exploração do Metropolitano, a Célula do PCP na Empresa convidou o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, para um almoço no refeitório do PMO III. Na ocasião, Jerónimo de Sousa destacou a importância - nos dias de hoje - do exemplo da luta dos trabalhadores do Metropolitano na defesa do seu AE: desde o momento em que a Administração (no início de 2007) decidiu revogar o Acordo de Empresa até à conclusão já concretizada da negociação do AE para 2009/2013 salvaguardando os direitos conquistados, sublinhando a importância das grandes lutas de 2007 que determinaram o processo e a sua conclusão.

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Grande plenário no Metropolitano de Lisboa

Integrado na Jornada de Luta da CGTP-IN deste dia 1 de Outubro, decorreu pelas 10.00 da manhã um plenário convocado pela CT do Metro de Lisboa, apoiado pelo STRUP(CGTP-IN), SIMDEM, STTM e SITRA (UGT), onde interveio Amável Alves da FECTRANS / CGTP-IN. O plenário contou com a participação mais de 150 trabalhadores. Entretanto a FECTRANS fornecia mais resultados das diversas acções que decorriam neste dia de luta: Rodoviária Lusitânia (97% de adesão); CP Carga da Bobadela e Alhandra (parada a circulação); diversas estações de comboios encerradas; adesão perto de 100% na Soflusa e a circulação interrompida.