99% de adesão paralisa Metro de Lisboa em defesa da Empresa, dos Direitos e dos Utentes!

mini-usarmetro.jpgOs trabalhadores do Metro, dando mostra de uma enorme unidade e determinação, paralizaram a circulação do Metropolitano de Lisboa em todo o período de greve (6h30 às 10h00). Esta luta desenvolve-se contra o ataque do Governo, que pretende destruir a Empresa, reduzir brutalmente os salários, liquidar o Acordo de Empresa, reduzir serviços de forma irracional e impor novos aumentos de preços. Uma política contrária aos interesses do povo, e que está a ser imposta para servir os interesses das multinacionais e dos grupos capitalistas portugueses.

Trabalhadores do Metropolitano decidem em plenário defender a sua empresa e os seus direitos!

mini-imag0057.jpgFace à brutal ofensiva lançada pelo governo contra o Metropolitano de Lisboa, contra os seus trabalhadores e os utentes do serviço público, os trabalhadores do Metropolitano, reunidos hoje em Lisboa, decidiram intensificar a luta em defesa da sua contratação colectiva, em defesa da sua empresa que há 50 anos serve a população de Lisboa, e contra a brutal agressão a todo o nosso povo em que o Governo e a troika estão empenhados. Entre outras formas de luta, no dia 8 de Novembro, o Metro avança para uma greve no período da manhã e no dia 24 junta-se à Greve Geral.

Também no Metropolitano de Lisboa, CDU é o voto útil aos trabalhadores!

metrocdu2011.jpgEstá em distribuição no Metropolitano um comunicado aos trabalhadores da Empresa onde se sublinha que o voto é uma opção com consequências, se lembra o que os diferentes partidos fizeram  com os votos que receberam em 2009, e se recorda o que já afirmaram ir fazer com os que venham a receber. um comunicado onde se apela ao voto na CDU, o voto útil aos trabalhadores!

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Sindicatos do Metropolitano dinamizam acção de esclarecimento e mobilização dos utentes

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Os sindicatos do Metropolitano de Lisboa distribuiram hoje aos utentes um comunicado onde, além de apresentarem as razões da sua luta, fazem questão de informar sobre a verdade da empresa onde trabalham. Um comunicado onde denunciam a falsificação das suas razões e da realidade da empresa, e apelam aos utentes a estarem solidários com a sua luta.

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Contra o roubo nos salários, trabalhadores paralisam Metropolitano

Face à determinação dos trabalhadores do Metropolitano, a greve de hoje voltou a encerrar a circulação em todo o período da greve. A Célula do PCP na Empresa, saudando a luta, reafirmou a profunda justeza dos seus objectivos - contra o roubo dos salários e em defesa da contratação colectiva - e exige que o Governo resolva o problema que criou, em vez de prosseguir uma política de sistemática pilhagem dos trabalhadores para alimentar os parasitas da banca e da especulação.

Em defesa do Acordo de Empresa, contra o roubo nos salários: Metro em Luta!

Decorreu hoje mais uma greve dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, que resultou na paralisação da circulação a 100%, fruto da grande adesão à luta. O PCP, activamente solidário com os objectivos da luta, exige novamente do Governo a reposição da contrataçãocolectiva na Empresa, e saúda os trabalhadores que resistem à ofensiva em curso. Em comunicado da célula do PCP na Empresa é chamada a atenção para a manipulação mediática da realidade da empresa por parte de uma comunicação social controlado pelos exploradores do povo e dos trabalhadores. 

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Metro de Lisboa: Face à intransigência do Governo, a luta continua!

Realizou-se hoje uma nova jornada de luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, em defesa da contratação colectiva e contra o roubo nos salários. A greve, realizada entre as 6h30 e as 11h00 registou uma adesão esmagadora, tendo paralisado a circulação a 100%. Pelas 8h30 realizou-se um plenário de trabalhadores, que perante o novo quadro político, e a intransigência do Governo, decidiu por unanimidade manter e intensificar a luta, com novas greves a 5 e 7 de Abril, mandatando os sindicatos para novas formas de luta imediatamente depois. O PCP reafirma a sua activa solidariedade com a luta, e a exigência de que o Governo reponha o direito à contratação colectiva e satisfaça as justas reivindicações dos trabalhadores.

24 Março - Metro paralisa a 100% em defesa da contratação colectiva e contra o roubo nos salários!

Integrada na jornada de luta do Sector dos Transportes, a greve do Metropolitano de Lisboa paralizou totalmente a circulação desde as 6h00 de hoje. Os trabalhadores lutam em defesa da contratação colectiva e contra o roubo nos salários que o Governo está a realizar com base no Orçamento de Estado que PS e PSD acordaram. Na próxima terça-feira, dia 29 de Março, realiza-se uma nova jornada de luta do Metropolitano, tendo os Sindicatos realizado hoje um forte apelo ao Governo para, até lá, retomar a negociação colectiva na empresa e respeitar a contratação colectiva livremente assinada entre as partes. A Célula do PCP sublinha que, apesar da anunciada demissão do Governo, este continua em funções, as suas políticas continuam a ser aplicadas, os salários continuam a ser roubados, pelo que a luta tem que continuar, e exige que o Governo se deixe de patéticos apelos cujo único objectivo é tentar com que os trabalhadores aceitem o inaceitável e injusto, e reconheça a justeza das reivindicações dos trabalhadores. 

PCP solidário com a luta dos Trabalhadores do Metro contra o roubo nos salários

metroluta.jpgDecorreu hoje mais uma jornada de luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, com uma greve que registou uma esmagadora adesão, e provocou a paralisação total da circulação. O deputado do PCP Bruno Dias, expressou novamente, junto do piquete de greve na Sidónio Pais, a activa solidariedade do PCP com a luta destes trabalhadores, contra o roubo nos salários que o Governo tenta concretizar por via do OE 2011 aprovado pelo acordo entre PS e PSD, em defesa da contratação colectiva que o mesmo acordo suspendeu unilateralmente, e em defesa do serviço público de transportes.

 


PCP em defesa do serviço público de qualidade exige reparação das escadas e elevadores do Metro

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Foi em Março de 2010 que o PCP denunciou na Assembleia da República a degradação dos meios mecânicos do Metropolitano de Lisboa. Enquanto o Governo e a Administração do Metro assistiam passivamente à degradação crescente e insistiam que a privatização da reparação destes meios estava a dar excelentes resultados, os utentes eram confrontados com uma situação insustentável. Agora o PCP lançou um abaixo-assinado, que no primeiro dia recolheu mais de 5 mil assinaturas, exigindo a imediata resolução do problema, enquanto na Assembleia da República voltava a exigir que o Governo abandonasse a opção que tomou de entregar aos privados estes serviços (que só em 2009 custaram ao Metro mais de 600 mil euros!).

Ler Requerimento apresentado na Assembleia da República

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