Contra a precariedade na EMEF: A luta continua!

20160404 emefUm conjunto de activistas do SNTSF e da CT da EMEF (foto) realizaram hoje uma acção junto da Administração da CP exigindo a contratação de trabalhadores em falta, incluindo a integração de todos os «alugados» a empresas de trabalho temporário. Nas oficinas de Guifões já foram efectivados 25 graças à luta desenvolvida, mas faltam ainda fazer o mesmo nas restantes oficinas. Aos utentes distribuiram, durante a manhã, o comunicado que se anexa.

Ler Comunicado entregue aos Utentes sobre a EMEF

CP Carga -começa a ficar claro o plano secreto: deslocalizar trabalho, degradar a segurança operacional e intensificar a exploração

cpcarga garrasA Multinacional MSC, a quem o Governo ofereceu a CP Carga, começou a revelar as suas intenções, expondo o único objectivo que a norteia: aumentar os seus lucros, à custa de tudo e de todos. Primeiro anunciou que iria retirar a manutenção à EMEF; depois que ia tentar generalizar o agente único nos seus comboios de mercadorias. O PCP questionou o Governo sobre o conteúdo dos acordos (que continuam secretos) com a multinacional e sobre a falta de soluções para os problemas criados à EMEF pelo anterior Governo.

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PCP presente no Forum Ferroviário «Regresso ao Futuro!»

DSC 3264p 2O PCP esteve presente no Forum Ferroviário que se realizou no dia 3 de Março no Pragal, e que juntou mais de 100 ferroviários a convite das Comissões de Trabalhadores da CP, CP Carga, EMEF e IP. Na curta saudação que dirigiu aos trabalhos, Bruno Dias saudou a iniciativa, sublinhou a importância de os ferroviários assumirem nas suas mãos o futuro da ferrovia e reiterou o compromisso do PCP de levar à Assembleia da Repúblicas as propostas, posições e reivindicações dos ferroviários.

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PCP questiona o Governo sobre a Modernização da Linha de Cascais

O PCP apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo questionando a sua posição sobre a urgente Modernização da Linha de Cascais. Um requerimento onde se saúda o facto de o PS ter assumido que o projecto é para avançar sem a concessão da Linha, mas onde se lamenta a falta de resposta concreta a um problema que é urgente e não precisa de mais promessas, precisa de soluções.

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Os Ferroviários não podem ficar a assistir à luta em torno do OE2016

ferroviarios oeA Célula dos Ferroviários está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre o Orçamento do Estado para 2016, onde sublinha a luta - de classes - que se trava em torno do Orçamento, onde se valoriza aspectos importantes da proposta apresentada pelo PS, mas onde se sublinha que ela fica muito longe do necessário  e até dos compromissos já assumidos pelo Governo. E o apelo do PCP é para que os ferroviários intensifiquem a sua participação na luta que se trava.

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Plenário de Trabalhadores contra a destruição da REFER e da EP

20160203plenreferO deputado Bruno Dias expressou hoje, no plenário realizado em Lisboa frente à Secretaria de Estado da tutela, a solidariedade activa do PCP com a luta dos trabalhadores da REFER e das Estradas de Portugal contra a destruição destas empresas no processo de fusão na Infraestruturas de Portugal. O PCP lamentou que o Governo do PS tenha, também aqui, optado por manter as políticas de direita do anterior governo, sublinhando que a fusão degrada a resposta operacional, promove a transferência de património público para o grande capital, e faz crescer a depência pública das multinacionais e dos grandes grupos económicos que vivem à custa do Orçamento de Estado.

Contra a privatização: a luta continua na CP Carga!

20160128cpcargaRealizou-se hoje um acção de luta contra a privatização da CP Carga (foto) com um desfile que partiu da Sede da Empresa na Av. da República até à Secretaria de Estado nos Restauradores, e ainda passou no Tribunal de Contas. A iniciativa foi promovida pela CT da CP, pelo SNTSF e pela FECTRANS e contou com a participação solidária da CT da EMEF e da USL/CGTP-IN. Presente na iniciativa, o deputado Bruno Dias do PCP expressou a activa solidariedade com a luta dos ferroviários contra a privatização da CP Carga, condenou o facto do governo do PS ter optado por continuar este criminoso processo, e expressou a confiança do PCP na luta dos trabalhadores para conseguir travar esta privatização.

Contra a privatização da CP Carga: a luta continua!

 MG 8755Ao mesmo tempo que o Governo realizada (à porta fechada!) a assinatura para a «oferta» da CP Carga à multinacional MSC, um conjunto de trabalhadores realizava à porta uma concentração simbólica de protesto (foto). O PCP editava entretanto um comunicado onde responsabilizava o PS pela opção de continuar esta criminosa privatização e apela os trabalhadores para prosseguirem a luta em defesa da ferrovia, da soberania nacional e da CP Carga.

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Contra a destruição da REFER e da EP, PCP presente na Concentração de Trabalhadores em Santa Apolónia

20160120 105925Realizou-se na manhã do dia 20 de Janeiro uma concentração de trabalhadores da REFER e das Estradas de Portugal (foto), promovida pela Comissão de Trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (empresa resultante da fusão forçada da REFER com a EP). A acção, que contou com a participação e activa solidariedade de um conjunto de organizações (CT da IP, CT da CP, CT da EMEF, CT da CP CARGA, FNSTFPS, FECTRANS, SINTAP, SNTSF, SINFB, SNAQ, SINAFE, SINDEFER) decidiu marcar um plenário frente ao Ministério das Infraestruturas para o próximo dia 3 de Fevereiro caso o Governo continue a apostar na continuação da política do PSD/CDS de destruição do sector ferroviário e degradação da rodovia.

Cumplicidade do Governo com a precariedade tem que acabar!

emefprecariedadeNa EMEF, já vale tudo! São pelo menos 4 as empresas de trabalho temporário a fornecer trabalhadores precários à empresa, e as prestadoras de serviço vão crescendo como  cogumenlos, ao mesmo tempo que se externalizam funções. Para poupar uns cêntimos em salários gasta-se milhões em subcontratações. Este foi o resultado da política do anterior governo, mas o actual já leva tempo suficiente para ter alterado este estado de coisas, e antes dá todos os sinais de estar confortavelmente sentado a assistir à precariedade e à exploração. O PCP confrontou o Governo com estas questões no requerimento que aqui se reproduz.

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