Reforçar a vigilância, a unidade e a luta em defesa da EMEF e da CP

alerta ferroviarioO Sector dos Transportes tornou pública uma posição sobre o recente Acordão do Tribunal de Contas relativo aos contratos - rejeitados há um ano - assinados entre a EMEF e a CP no quadro da tentativa de privatização da primeira. O PCP alerta os ferroviários para o facto deste Acordão estar a ser empolado para utilizar contra a EMEF e a CP, nomeadamente para retomar velhos projectos derrotados há um ano, e sublinha a necessidade de reforçar a vigilância, a unidade e a luta dos ferroviários.

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Três descarrilamentos reforçam alertas do PCP contra o fim do comboio socorro do Barreiro

comboiosocorroO PCP apresentou na Assembleia da República um novo requerimento ao Governo sobre a eliminação do Comboio Socorro do Barreiro, agora reforçado por três descarrilamentos entretanto ocorridos e que confirmam o risco que representa o fim desta medida de segurança. Ao Governo, que ainda não respondeu ao primeiro requerimento apresentado, o PCP solicita o envio dos estudos de risco que fundamentaram esta decisão, consciente que eles ou não existem (o que é grave) ou estão seriamente manipulados (o que seria ainda mais grave).

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PCP aceita convite da FECTRANS para aprofundar conhecimento dos problemas dos trabalhadores da CP na Linha de Sintra

DeputadosLinhaSintraJulho2016O PCP aceitou o convite da FECTRANS/CGTP-IN para uma viagem na linha de Sintra da CP (Foto). A acção destinada a reforçar a sensibilização dos grupos parlamentar para os problemas que enfrentam os ferroviários: falta de segurança, bilheteiras encerradas, máquinas sem manutenção, supressão de comboios. Uma degradação que afecta os utentes mas em primeiro lugar prejudica os trabalhadores. O PCP, único grupo que aceitou o convite, deu conta das iniciativas parlamentares já tomadas em defesa dos ferroviários e comprometeu-se a prosseguir essa acção.

PCP em defesa da Engenharia Ferroviária e do desenvolvimento soberano de Portugal

eng ferrovO PCP apresentou um projecto de resolução na Assembleia da República sobre a decisão do Governo, materializada pela Infraestruturas de Portugal, de encerrar a IP Engenharia, e assumir o projecto de liquidação da engenharia ferroviária, entregando aos grupos económicos nacionais e multinacionais uma valência estratégica para o país, e prosseguindo o caminho desastroso de transformar a Infraestruturas de Portugal numa empresa gestora de concessões, subconcessões e subcontratações.

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Ferrovia: sobram ETT's, faltam trabalhadores e desaparece a segurança!

ferrovdiO PCP apresentou hoje um conjunto de questões ao Governo relativas à degradação da situação na ferrovia nacional. Na IP recorre-se à contratação de Empresas de Trabalho Temporário; na CP esvaziam-se bilheteiras para suprir comboios; e por razões economicistas acaba-se com o comboio socorro do Barreiro. Exemplos de uma situação que se agrava enquanto o Ministro das Infraestruturas mantém as políticas de direita.

Requerimento sobre as ETT na IP; sobre o Comboio Socorro; sobre a falta de trabalhadores na CP

Infraestruturas de Portugal: Um ano depois, não há razões para celebrar!

capa referip16O Sector Ferroviário do PCP iniciou hoje a distribuição de um comunicado aos trabalhadores a propósito da passagem de um ano desde a fusão da REFER e das Estradas de Portugal. Um comunicado onde se sublinha a maquilhagem das contas da nova empresa para disfarçar o desastre que esta fusão está a ser. Um documento onde o PCP valoriza o que já se travou (o processo de privatização da IP( mas reafirma a necessidade de romper com a fusão e com a degradação das empresas.

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CP Carga: Hoje os capitalistas fizeram a Festa, que o povo está a pagar!

cpcarga16maioHoje realizou-se, em Lisboa, no Museu da Electricidade, a Festa de passagem de nome da CP Carga para MedLog, na sequência da oferta da CP Carga à multinacional suiça MSC. À porta da iniciativa, na empresa e para a Comunicação Social, o PCP distribuiu o comunicado anexo, onde se sublinha as consequências negativas da privatização da CP Carga e onde se cita o Relatório e Contas da CP de 2015, recentemente publicado, que reconhece um prejuízo de 85 milhões pela «venda» da CP Carga. Um comunicado onde se alerta ainda para as consequências que se começam a fazer sentir para os trabalhadores e para o país, e se reafirma que a renacionalização da CP Carga é uma inivetibalidade que resultará da desenvolvimento da luta.

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Trabalhadores da EMEF exigem em Lisboa respostas às suas reivindicações

20160510 emefOs trabalhadores da EMEF realizaram hoje uma Marcha em Lisboa, em defesa da empresa, dos postos de trabalho, contra a precariedade laboral e em defesa da contratação colectiva. A Marcha terminou com um plenário realizado em frente ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, onde uma delegação foi recebida pelo Secretário do Estado, que ouviu as razões dos trabalhadores e recebeu a resolução aprovada nos diversos plenários realizados na empresa. O PCP expressou a solidariedade activa com a luta dos ferroviários da EMEF.

Contra a precariedade na EMEF: A luta continua!

20160404 emefUm conjunto de activistas do SNTSF e da CT da EMEF (foto) realizaram hoje uma acção junto da Administração da CP exigindo a contratação de trabalhadores em falta, incluindo a integração de todos os «alugados» a empresas de trabalho temporário. Nas oficinas de Guifões já foram efectivados 25 graças à luta desenvolvida, mas faltam ainda fazer o mesmo nas restantes oficinas. Aos utentes distribuiram, durante a manhã, o comunicado que se anexa.

Ler Comunicado entregue aos Utentes sobre a EMEF

CP Carga -começa a ficar claro o plano secreto: deslocalizar trabalho, degradar a segurança operacional e intensificar a exploração

cpcarga garrasA Multinacional MSC, a quem o Governo ofereceu a CP Carga, começou a revelar as suas intenções, expondo o único objectivo que a norteia: aumentar os seus lucros, à custa de tudo e de todos. Primeiro anunciou que iria retirar a manutenção à EMEF; depois que ia tentar generalizar o agente único nos seus comboios de mercadorias. O PCP questionou o Governo sobre o conteúdo dos acordos (que continuam secretos) com a multinacional e sobre a falta de soluções para os problemas criados à EMEF pelo anterior Governo.

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