Deputado do PCP visita EMEF em Lisboa e compromete-se com intervenção rápida na Ass. da República

emef_lx.jpgO Deputado do PCP Bruno Dias, a convite da Célula do PCP no Sector Ferroviário, visitou as instalações em Santa Apolónia da EMEF. Confrontado com a falta de condições de Higiene e Segurança com que os trabalhadores são obrigados a trabalhar (na foto, ilustra-se a situação dos diques para onde são despejadas as latrinas dos comboios e onde se tem que trabalhar na manutenção do equipamento) assumiu o compromisso de colocar a questão, com urgência, ao Governo. Um processo disciplinar a um membro da sub-ct, colocado por se ter deslocado uma hora à sala da CT, merecerá igualmente a firme intervenção na Assembleia da República.

Trabalhadores Ferroviários Avançam para a Luta!

sntsf20090212.jpgRealizou-se hoje o Plenário de ORT's do Sector Ferroviário, convocado pelas Comissões de Trabalhadores da CP, EMEF e REFER, e pelo SNTSF (Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário). Na Resolução aprovada pode-se ler "As medidas anunciadas para combate á crise, mais não são que a repetição de receitas velhas, agora com roupagens novas, que se traduzem em pedir sacrifícios sempre aos mesmos, enquanto aumentam os apoios ao sector financeiro, que através da especulação financeira, obtiveram lucros elevados, enquanto impunham juros elevados aos trabalhadores, pequenas e médias empresas". Nas conclusões, destaque para a determinação de dar um forte contributo para a luta de 13 de Março promovida pela CGTP-IN, e para o apontar de uma Jornada de Luta do Sector, em defesa dos Acordos de Empresa, dos Salários, da Liberdade Sindical e dos Direitos dos Ferroviários.

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CG da CP e Governo mostram o jogo: reprimir e explorar!

A Coordenadora Nacional do Sector Ferroviário editou um comunicado a todos os ferrovários onde aborda a recente proposta do CG da CP (que pretende liquidar o AE da Empresa e aumentar brutalmente a exploração dos ferroviário) e a relaciona com as ofensivas à liberdade sindical em curso na empresa e  com o Código de Trabalho. E aponta o caminho para a defesa dos direitos dos ferroviários: Unidade e Luta!

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PCP no Parlamento Europeu denuncia repressão sindical na CP

Pedro Guerreiro, Deputado do PCP no Parlamento Europeu, interveio esta segunda-feira em Bruxelas em defesa da liberdade sindical na CP, em mais um sinal da inequívoca solidariedade do PCP com a luta dos trabalhadores da CP em defesa da liberdade sindical e contra as tentativas de repressão executadas pelo CG da CP a mando do Governo. Amanhã, 17 de Dezembro, uma delegação do PCP estará presente na acção de luta promovida pela CT da CP e pelo SNTSF.

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A tentativa de limitar a liberdade sindical na CP: Não Passará!

O PCP tomou uma firme posição de denúncia perante a nova escalada de ilegalidades na CP, que esta semana instaurou 9 processos disciplinares para despedimento a activistas sindicais pelo facto de terem participado num piquete de greve no passado dia 1 de Outubro. Num Comunicado aos Ferroviários o PCP exige o arquivamento imediato dos processos disciplinares e o fim das limitações ao direito à greve na empresa. Na sequência desta posição, o Grupo Parlamentar do PCP avançou com um requerimento urgente ao Governo.

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Só a luta permitirá defender a CP Carga e os direitos dos seus trabalhadores

O PCP de Lisboa está a distribuir um comunicado aos trabalhadores da CP Carga onde sublinha que perante a subserviência do governo aos interesses privados no sector, a luta é única forma de defender o interesse nacional e os direitos dos trabalhadores.

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Fertágus: Trabalhadores e Utentes, a mesma luta - privatizar foi um erro!

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário realizou este 30 de Outubro uma nova acção de luta em defesa da contratação colectiva na Fertágus. Como bem demonstra a targeta distribuída na iniciativa (pode ler aqui), a concessão aos privados de parte do sector está a ser pior para os trabalhadores, com as empresas a aumentarem a sua exploração, mas é igualmente pior para os utentes, pois pagam 73% mais que pelo mesmo serviço público, apesar dos privados receberem mais indeminizações compensatórias do Estado que os operadores públicos de transportes.

Fim às privatizações do aparelho produtivo!

Perante o agravamento da crise do capitalismo, o Sector dos Transportes da ORL lança. em comunicado, a palavra de ordem de "Fim às privatizações do aparelho produtivo", num momento em que o grande capital e o seu Governo se preparam para prosseguir a entrega de empresas estratégicas aos mesmo a quem acabam de oferecer fundos públicos para tentar evitar o seu colapso.

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PCP questiona Governo na Assembleia da República sobre acontecimentos no CCO de Braço de Prata

O Grupo Parlamentar do PCP avançou com dois requerimentos ao Governo sobre os acontecimentos no CCO de Braço de Prata durante a greve do passado dia 1 de Outubro. Quer o PCP saber porque respondeu a PSP ao chamamento da Administração quando antes se recusara a intervir chamada pelo Piquete de Greve, e que medidas tomou o Governo perante a falta de segurança ferroviária provocada pela tentativa de esconder os reais efeitos da greve dos trabalhadores da REFER.

Ver Requerimento sobre Intervenção da PSP

 

Ver Requerimento sobre Segurança Ferroviária

Ilegalidades e Insegurança na Circulação Ferroviária em Lisboa

Devido à extraordinária adesão dos trabalhadores no CCO de Braço de Prata, a administração da REFER foi obrigada a recorrer à ilegalidade, tentando substituir trabalhadores em greve por outros, trazendo trabalhadores externos, colocando chefias a substituir grevistas e colocando trabalhadores em turnos superiores a 10 horas. E isto no local que deveria garantir a segurança da circulação ferroviária!

O piquete de greve chamou a polícia para impedir a continuação destas práticas. Não houve resposta. Passado duas horas a polícia aparecia chamada pela administração.

O piquete de greve, no quadro das suas responsabilidades, cumpriu o seu dever. 

O Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários já afirmou que a circulação se está a processar sem as condições exigiveis de segurança, e disso responsabilizou o Governo.