Trabalhadores exigem segurança nas linhas ferroviárias

mini-20100722seg_sntsf.jpgNa Concentração dos trabalhadores, realizada a 22 Julho junto ao Ministério da Administração Interna, exigiu-se medidas preventivas para combater a situação de insegurança que afecta os trabalhadores e utentes dos comboios da região de Lisboa.

Jornada de Luta de 8 de Julho inicia-se com grande greve do Sector Ferroviário

8jul_ferr.jpgIniciou-se à meia-noite de hoje uma greve no sector ferroviário, com fortes adesões em várias empresas do sector, como a CP Carga (com o grosso da circulação parada) e a EMEF (com adesões nos diferentes polos entre 60% e 95%), e em muitas das linhas da CP (por exemplo na Linha de Cascais (na foto), a adesão na revisão está a ser de  quase 100%, com a Empresa a recorrer à ilegal substituição de trabalhadores grevistas para manter a circulação a 30% (às 8.00), no Oriente a adesão nas bilheteiras é de 95%, e por todas as linhas centenas de trabalhadores encontram-se em greve.

Ferroviários prosseguem a luta em defesa dos seus direitos

Dirigentes e delegados sindicais do SNTSF, e membros das CTs da CP e da EMEF, concentraram-se hoje junto ao Ministério dos Transportes, onde aprovaram um documento contendo as principais reivindicações dos ferroviários e onde  definiram a marcação de novas lutas para o próximo dia 8 de Julho, integradas no dia de protesto e luta convocado pela CGTP-IN, deslocando-se de seguida à residência do primeiro-ministro, onde entregaram o documento que pode ler em baixo.

Tribuna Pública contra a privatização das Linhas da CP junta utentes e trabalhadores na mesma luta

mini-tpublica_usar.jpgPor iniciativa do SNTSF, das Comissões de Trabalhadores da CP, EMEF, CP-Carga e das Comissões de Utentes das linhas da região metropolitana de Lisboa, realizou-se, hoje, em Lisboa, a Tribuna Pública, "DIGA NÃO ÀS PRIVATIZAÇÕES", onde foi debatido as consequências para o País, para os trabalhadores e para os utentes, de uma eventual privatização do sector. Esta iniciativa contou com a presença de sindicalistas do Reino Unido, que falaram do processo privatizador naquele País, e das desastrosas consequências que implicou. No final da acção, os presentes deslocaram-se ao Ministério dos Transportes, onde entregaram um documento, contendo o texto da petição que anda a decorrer e que já ultrapassa as 4 mil assinaturas (recolhidas em acções nas Estações), mas que ainda pode, e deve ser assinada por todos até ao fim do mês de Maio.
 

Trabalhadores da EMEF em luta contra a privatização da Empresa

mini-emefcapa.jpgRealizou-se hoje uma concentração de activistas da CT da EMEF e do SNTSF, junto da Administração da CP (cujo Presidente preside igualmente à EMEF) exigindo respostas perante a iniciativa do Governo de proceder à privatização da Empresa, e sobre as negociatas em curso com a Siemens. Perante a ausência de respostas, os trabalhadores dirigiram-se em desfile para o Ministério dos Transportes. O PCP, considerando tratar-se esta privatização de mais um crime contra a economia nacional, expressou a sua solidariedade activa com os trabalhadores da EMEF em luta.

Contra a Privatização do Sector Ferroviário: Utentes e Trabalhadores, a mesma luta!

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 As Comissões de Utentes da Linha de Sintra, Cascais e Azambuja, a CT da CP e o SNTSF, começaram a distribuição do comunicado anexo, em suporte à recolha de assinaturas da Petição contra a privatização das linhas suburbanas de Lisboa, que o Governo incluiu no quadro da política de desastre nacional que está a promover em coligação com o PSD. Neste texto, destaque para a comparação com a Fertágus, que apesar de ter recebido 168 milhões de Euros do Estado em 5 anos, pratica preços que são o dobro dos da CP, ilustram um dos malefícios das privatizações - saem mais caras ao Estado e aos Utentes que a gestão pública.

Ler Comunicado em PDF

Assinar Petição já!

Contra a Privatização das Linhas da CP: Utentes e Trabalhadores, a mesma luta!

mini-capa_priv_ci.jpgNo passado dia 28 de Abril realizou-se uma Conferência de Imprensa conjunta das Comissões de Utentes das Linhas de Sintra, Azambuja e Cascais, da Comissão de Trabalhadores da CP e do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, onde apresentaram as razões que unem utentes e trabalhadores na luta contra a privatização das Linhas Suburbanas de Lisboa (medida que o Governo incluiu no PEC) e apresentaram ainda as acções conjuntas que vão desenvolver para derrotar este objectivo. Em Ler Mais podem encontrar a Nota de Imprensa divulgada na ocasião.

Deputado do PCP com os trabalhadores ferroviários vítimas das ilegalidades patronais

mini-cco20100427.jpgReflexo do firme compromisso de solidariedade do PCP com os trabalhadores em luta neste 27 de Abril, o deputado do PCP Bruno Dias deslocou-se ao CCO de Braço de Prata, chamado pelo piquete de greve, onde pôde constatar das graves violações à lei da greve e à segurança ferroviária cometidos neste dia pelo Governo e pela sua Administração da Refer, nomeadamente a ilegal substituição de trabalhadores em greve, a realização de pressões e intimidações aos trabalhadores e a excesso de carga horária superando os máximos impostos por questões de segurança. No quadro desta visita, Bruno Dias pode conversar ainda com a inspecção da Autoridade para as Condições no Trabalho, aí presente perante a denúncia do piquete.

Ilegalidades e repressão não escondem grande greve dos ferroviários: a luta continua!

 

 mini-_dsc0033.jpgmini-_dsc0073.jpgContra o Redução dos Salários!

 Requerimentos entregues hoje na AR dirigidos ao MOPTC e ao MTSS

 

Por todo o país, a greve do sector ferroviário afectou significativamente a circulação, registando adesões superiores a 80% em muitos locais de trabalho. A EMEF do Entroncamento aderiu à luta a 90%. Na CP Carga a circulação está praticamente paralizada desde as 24.00 de ontem. Nas redes urbanas de Lisboa e Porto entre as 24.00 e as 10.00 realizaram-se apenas os serviços mínimos (25%). Os primeiros Alfas e Intercidades foram suprimidos. No Sul do país até às 10.00 a circulação encontrava-se suprimida. Para tentar intimidar os ferroviários, estas 4 Empresas (tuteladas pelo Governo!) envolveram-se num frenesim de ilegalidades que roçam a irresponsabilidade e demonstram um sentimento de inimputabilidade perigoso e anti-democrático. Por todo o país, forçaram a ilegal substituição de trabalhadores em greve, chegando ao cúmulo de expulsar do CCO de Braço de Prata os trabalhadores grevistas que estavam a assegurar os serviços mínimos para os substituir (ilegalmente e irresponsavelmente, repetimos!) por quadros superiores da empresa que furaram a greve.

O deputado do PCP Bruno Dias, perante a denúncia do piquete de greve, deslocou-se de imediato ao CCO, onde confrontou os responsáveis com as ilegalidades que estavam a ser cometidas, e assumiu o compromisso de confrontar o Governo e as restantes entidades públicas com estas ilegalidades. As entidades que em teoria deveriam assegurar a segurança ferroviária, o cumprimento das leis do trabalho, e o cumprimento da lei em geral, apesar de chamadas a intervir pelo piquete de greve escusaram-se a fazer cumprir a lei!