PCP contesta encerramento dos Infantários da CP

paredecoO Grupo Parlamentar do PCP éxigiu do Ministro da Economia medidas que impeçam o encerramento dos Infantários da CP na Parede, Barreiro e Entroncamento, na sequência da decisão anunciada aos pais de encerrar desde já os dois primeiros. Para o PCP, trata-se de mais uma medida errada, de ataque aos trabalhadores, criadora de desemprego e de liquidação de serviços sociais essenciais.

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Adesão total dos ferroviários já paralisou a circulação ferroviária em Lisboa

mini-IMG 0513Com a adesão praticamente total dos ferroviários, a greve geral já encerrou a circulação ferroviária na Linha de Sintra, na Linha de Cascais, na Linha da Azambuja e na linha do Sado. É mais uma importante demonstração da unidade e determinação dos trabalhadores para construir uma grande greve geral!

Adesão esmagadora dos Ferroviários paralisa circulação ferroviária em todo o país

20111108_grve_ferroviarios3.jpgOs ferroviários responderam hoje - com uma esmagadora adesão à greve - à brutal ofensiva que se abate sobre o sector. Uma ofensiva onde o Governo se prepara para destruir o serviço regional e entregar à exploração capitalista os sectores potencialmente lucrativos da CP (os suburbanos e o longo curso), procedendo a centenas de despedimentos, à liquidação dos AE's, à diminuição dos serviços e ao aumento de preços, entregando a EMEF e a CP Carga às multinacionais e carregando a Refer com as dívidas de todo o investimento nacional em infraestruturas ferroviárias nos últimos 20 anos: Só o reforço da luta dos ferroviários, a par da luta dos utentes e das populações, pode derrotar este projecto anti-nacional, cozinhado entre a troika ocupante (UE/BCE/FMI) e a troika colaboracionista (PS, PSD, CDS).

 

PCP exige que Governo recue e se promova a viabilização da Fergráfica

fergraficacapa.jpgO PCP confrontou, na Assembleia da República, o Governo com a decisão tomada de liquidar a Fergráfica, empresa do Grupo CP. No mesmo requerimento, o PCP volta a colocar a uma questão, infelizmente, recorrente: a violação da lei e dos direitos ao controlo de gestão das comissões de trabalhadores.

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Redução de Circulações na Linha de Cascais: São os utentes quem paga as erradas opções dos Governos!

cascaiscp.jpgA CP implementou uma nova e inaceitável redução de circulações na Linha de Cascais. Desta vez, argumentando necessidades técnicas face à instalação de novos motores nos comboios (que não está a acontecer!). O PCP na Assembleia da República questionou o Governo sobre o futuro da Linha de Cascais, face ao adiamento sucessivo dos investimentos indispensáveis para a modernização deste serviço, e denunciou as opções políticas que os sucessivos governos têm tomado, sempre em prejuízo dos utentes e dos trabalhadores. 

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PCP questiona Governo sobre o duplo roubo que está a ser praticado na EMEF contra os trabalhadores

emef.jpgO PCP entregou hoje na Assembleia da República um requerimento ao Governo questionando-o sobre a ilegal aplicação retroactiva do OE 2011 com que a EMEF está a duplamente roubar os seus trabalhadores - roubando-os pela aplicação de um Orçamento ilegal e abusivo, e roubando-os fazendo esse roubo insidir no último trimestre de 2010, quando o OE2011 ainda nem estava aprovado! O PCP exige a imediata devolução aos trabalhadores do dinheiro que lhes foi roubado.

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PCP saúda vitória dos ferroviários na luta em defesa da contratação colectiva!

capaferr.pngDepois de 5 meses de luta, o Governo finalmente reconheceu a razão dos ferroviários! O compromisso hoje alcançado de aplicação das regras do Acordo de Empresa no que respeita ao trabalho extraordinário, em dias de escanso e feriados é uma importante vitória que todos os trabalhadores devem valorizar. Neste Comunicado, o PCP saúda os Ferroviários por esta importante vitória, e anuncia que - face à continuada manipulação da opinião pública contra as empresas públicas, realizada pelos meios subjugados aos interesses dos capitalistas - irá lançar uma nova campanha de esclarecimento e mobilização contra a privatização do sector ferroviário.

 

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PCP solidário com a luta dos ferroviários acusa Governo e Administração de falta de seriedade!

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A Célula do PCP no Sector Ferroviário exige neste comunicado que o Governo pare de brincar com coisas sérias: «Face ao início de nova greve às horas extraordinárias e à convocação de greves parciais para hoje e para sexta-feira, assiste-se ao mais irresponsável comportamento do governo de que há memória nesta matéria: Por um lado temos o Ministério das Finanças a informar "que o AE deve ser aplicado onde se demonstre ser mais favorável no plano dos custos”, e que “dessa posição já informou a empresa”; Por outro, temos a Administração da CP, tutelada pelo Ministério dos Transportes, a afirmar que ainda não tem autorização das Finanças para aplicar o acordo assinado com os sindicatos que "é mais favorável em termos de custos", e que a carta que recebeu a 27 de Maio das Finanças "não é um aval em nosso entender". Só podem andar a brincar com os utentes e os ferroviários!»

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CDU edita comunicado aos ferroviários

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A CDU editou um comunicado aos ferroviários onde sublinha que os partidos não são todos iguais. Abordando questões concretas relativas ao sector, e a forma oposta como CDU e a troika PS/PSD/CDS sobre estas intervieram, a CDU apela a que no dia 5 de Junho os ferroviários, com o seu voto, dêem força a quem propõe e concretiza as opções que servem os interesses dos ferroviários, dos trabalhadores e do país - a CDU.

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Grande Adesão à greve dos ferroviários: em luta pela contratação colectiva!

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A greve de 24 horas da CP, Refer e CP Carga iniciou-se na noite de ontem. De registar a adesão na CP Carga, que paralizou a circulação de mercadorias a 100%, e na CP, com a circulação ferroviária a ser interrompida a partir das 23h00 de ontem, com excepção de alguns dos comboios exigidos pelos serviços minimos - serviços mínimos ilegalmente definidos e ainda mais ilegalmente aplicados pela Empresa. A Célula do PCP no sector ferroviário expressou a sua solidariedade com a luta em defesa da contratação colectiva, contra o roubo nos salários e contra a privatização destas Empresas. E reafirma a exigência de que o Governo mude a sua postura arrogante e intransigente, e satisfaça as justas reivindicações dos trabalhadores.