Utentes de Cascais da CP exigem investimento para melhorar serviço e não para privatizar

UtentesCascaisA Comissão de Utentes da Linha de Sintra realizou na passada sexta-feira uma importante acção de esclarecimento contra a privatização da linha de Cascais. Em anexo disponibilizamos o comunicado distribuído por diversas estações da Linha. A CT da CP, o SNTSF e a FECTRANS participaram solidariamente na jornada de esclarecimento. Curiosamente, a Comunicação Social que repete acriticamente todas as mentiras do Governo sobre os Transportes fez questão de não ouvir os argumentos dos utentes. O PCP apela à crescente convergência de Utentes e Trabalhadores na justa luta contra as novas PPP's nos transportes.

Ler Comunicado da Comissão de Utentes da Linha de Cascais

Trabalhadores Manifestam-se em Lisboa em defesa da EMEF

emefhoje1Cerca de duas centenas de trabalhadores da EMEF realizaram hoje uma manifestação em Lisboa em defesa da EMEF. Denunciaram que se continua a destruir postos de trabalho e a transferir para as multinacionais tarefas que poderiam e deveriam ser executadas pela EMEF, exigiram que a manutenção da Metro do Porto se mantenha na EMEF, que a Manutenção dos vagões da CP Carga não seja entregue a Espanha, que não se atrase mais a grande reparação dos Alfas. O PCP exprimiu a sua activa solidariedade com a luta.

É preciso travar o processo de destruição da REFER!

mini-referconfNo dia em que o SNTSF realizava uma importante acção de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores da REFER contra a destruição desta com a fusão com as Estradas de Portugal, o PCP colova na Assembleia da República um novo requerimento sobre a REFER, desta vez denunciando a escandalosa contratação externa de serviços que a REFER está em condições de realizar, num processo auto-destrutivo inaceitável e que tem que ser rapidamente travado.

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Governo pretende prejudicar toda a região para criar mais uma negociata

set cpcascaisVão ficando mais claros os contornos da negociata que o Governo quer realizar em Cascais com a Linha ferroviária. Suportado num investimento público de 80 milhões (que já vem tarde) para a infraestrutura e em comboios retirados à CP Lisboa, o Governo pretende oferecer a Linha para ser explorada pelos grupos capitalistas, reduzindo a oferta ferroviária em toda a região. Mais um escândalo à justa medida das PPP's que parasitam o nosso país.

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Guifões: Mais uma peça no ataque à EMEF

set emefO Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre o destino da EMEF em Guifões que se pode perceber da leitura do caderno de encargos para a subconcessão da Metro do Porto. Aí se pode ler que a EMEF abandona as oficinas para estas serem oferecidas gratuitamente ao privado, que a manutenção passa a contar com apenas 5 trabalhadores efectivos (na chefia) e todo o trabalho fica a cargo de subcontratações do subconcessionário. Este cenário, além de mais um desvio de património público para alimentar lucros privados, expõe a clara intenção de precarizar completamente o trabalho no sector.  Um escândalo que deixa perceber qual a verdadeira intenção desta política criminosa.

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Defender a Refer e apontar à reconstrução de um Sector Ferroviário uno e público

set referO Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre o seu projecto de destruição da REFER,  que tem apresentado como de fusão da REFER com as Estradas de Portugal. Denuncia o PCP que as anunciadas «fast wins» do despacho governativo são a entrega ao desbarato do património ferroviário impulsionadas por necessidades estranhas à ferrovia, e a transformação da REFER numa gestora de concessões e subcontratos, colocando em causa a segurança e a fiabilidade da operação ferroviária.  E sublinha o PCP que o caminho que urge seguir - esse sim potenciador de sinergias - é o da reconstrução de um sector ferroviário uno e público, invertendo mais de 20 anos de política de direita.

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Defender a Empresa, os Postos de Trabalho e a Soberania

set cpcargaO Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobrea situação na CP Carga, onde a obsessão com a privatização continua a causar estragos. Uma empresa que perdeu já mais de 20% dos seus trabalhadores, vê-se ameaçada de lhe serem retirados os Terminais de Mercadorias, e enfrenta uma situação de progressivo cerco, enquanto o Governo continua apostado na entrega do sector à exploração capitalista. Um requerimento onde o PCP sublinha ainda o facto de que a diminuição de despesas com as remunerações (frutos de mil roubos e dos despedimentos) é exactamente igual ao crescimento das despesas com juros, assim se tornando mais claro o verdadeiro objectivo dessa política.

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Vitória na CP Carga em defesa da Contratação Colectiva

vitoria cpcargaA Célula dos Ferroviários está a distribuir aos ferroviários um comunicado de valorizaçao da luta na CP Carga, que desde 2011 vinha resistindo ao roubo das horas extraordinárias, e onde conseguiram agora a importante vitória de ver a administração assumir o compromisso de passar a pagar de acordo com o AE. Um comunicado onde se alerta para a ofensiva em curso contra os ferroviários e para a necessidade de lhe responder reforçando as organizações da classe e a unidade e luta dos ferroviários.

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EMEF: O Governo é um agente activo da destruição do Aparelho Produtivo Nacional

mini-emefjul14O PCP apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo sobre três graves siuações que ocorrem com a EMEF, todas em grave prejuízo da empresa e da economia nacional: a situação do projecto Lusogate oferecido à multinacional Nomad; a situações em Guifões com a perspectiva de retirar à EMEF a manutenção do Metro do Porto; a perspectiva da manutenção dos vagões da CP Carga passar para Espanha.

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Políticas do Governo estão a colocar em risco a fiabilidade da ferrovia nacional

mini-seg ferroviaO Grupo Parlamentar do PCP apresentou um requerimento exigindo  que o Secretário de Estado dos Transportes fosse chamado à Assembleia da República para prestar esclarecimentos sobre as consequências para a fiabilidade e segurança ferroviária das políticas que estão a ser impostas. Neste requerimento, que foi aprovado, o PCP sublinha o número crescente  de incidentes, aponta as causas - despedimentos, cortes na manutenção, privatizações - e a necessidade de uma ruptura com esta política que o Governo pretende intensificar com a liquidação da REFER na sua fusão com a EP.

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