Plenário Nacional de Trabalhadores da REFER decide avançar para a greve contra a destruição da empresa

plenariorefer 2dez14Os trabalhadores da REFER, hoje reunidos num plenário nacional no Clube Ferroviário em Lisboa (foto) decidiram avançar para a luta contra a destruição da REFER no quadro da anunciada fusão com as Estradas de Portugal. Num quadro de assinalável convergência da esmagadora maioria das ORT's da empresa, os trabalhadores decidiram avançar para a greve a 18 de Dezembro. O PCP saúda a determinação demonstrada e expressa a sua activa solidariedade com a luta dos ferroviários da REFER.

PCP contra o roubo dos Terminais de Mercadorias à CP Carga

O PCP apresentou na Assembleia da República uma proposta de Resolução destinada a travar o roubo dos Terminais de Mercadorias à CP Carga e sua posterior privatização. Nesse documento o PCP denuncia os verdadeiros objectivos desta medida - destruir a CP Carga, servir os interesses dos grupos económicos, ajudar a pagar as PPP, cumprir as ordens do grande capital europeu. Simultaneamente, a Célula do PCP no Sector Ferroviário saúda os plenários hoje realizados na Bobadela e Leixões, sublinha a importância das suas decisões e apela à intensificação da luta contra esta medida lesiva dos interesses de todos os trabalhadores da CP Carga, de todos os ferroviários e da economia nacional.

Ler Projecto de Resolução em PDF

PCP leva luta contra a fusão da REFER e Estradas de Portugal ao Parlamento

referfusaoO Grupo Parlamentar do PCP apresentou na Assembleia da República um pedido de Apreciação Parlamentar ao Decreto-Lei que funde as Administrações da REFER e das Estradas de Portugal, levando assim o combate contra esta fusão até ao Parlamento. No texto, o PCP denuncia os verdadeiros objectivos por detrás desta medida - transformar estas empresas em meros livros de cheque à disposição dos grandes grupos económicose arranjar dinheiro rápido para continuar a pagar os galácticos compromissos assumidos com as PPP.

Ler Texto da Apreciação Parlamentar em PDF

13 Novembro: Em defesa da EMEF ferroviários cortam circulação em Santa Apolónia e Entroncamento

20111113emef staapolOs trabalhadores da EMEF realizaram hoje um conjunto de plenários para discutir a resposta ao processo de destruição e privatização da empresa lançado pelo governo, bem como aos roubos sucessivos que contra eles têm sido aprovados nos sucessivos Orçamentos de Estado desde 2011. Além de outras formas de luta que adoptaram, decidiram realizar cortes simbólicos das linhas ferroviárias, nomeadamente em Santa Apolónia e Entroncamento.

13 Novembro: Grande greve na CP Carga contra a privatização e o roubo dos Terminais à Empresa

CP CargaOs trabalhadores da CP Carga realizaram hoje uma grande jornada de luta contra o Orçamento de Estado (e os roubos nele contidos), contra a privatização da Empresa e contra a transferência dos terminais para a REFER (para que esta os privatize!). A greve de 24 horas está a ser seguida de forma muito significativa, afectando praticamente toda a actividade comercial da empresa.

Ferroviários - reformados e trabalhadores - unidos em Marcha contra o roubo dos direitos

mini-FullSizeRenderOs ferroviários realizam hoje uma marcha para a Assembleia da República  que une trabalhadores e reformados. Além da contestação ao conjunto de roubos incluídos no OE para 2015, os ferroviários contestam com especial vigor o roubo das concessões de transporte. A indignação cresceu quando, com a publicação da proposta de OE2015 ficaram patentes as sucessivas mentiras - de governantes e administradores - que criaram a expectativa de que esse roubo das concessões terminaria. O PCP já propôs, nas primeiras 18 alterações ao Orçamento de Estado, que o Artº 142 fosse alterado acabando com uma proibição que é injusta, mesquinha e contraprocedente.

PCP edita Boletim do seu Sector Ferroviário: A alternativa existe!

bol ferr 2O PCP editou o seu número de Novembro do Boletim do Sector Ferroviário, onde se abordam um conjunto vasto das matérias mais em foco no sector hoje, desde a tentativa de aniquilação da REFER, ao processo de privatização da EMEF e CP Carga, ao Orçamento de Estado para 2015, ao desinvestimento na ferrovia e às sucessivas mentiras com que os Governos vão justificando a sua política anti-nacional e anti-popular.

Ler Boletim em PDF

Degradação da oferta na Linha do Oeste: Só há dinheiro para juros, swaps e PPP's!

geralcpPerante a continuada degradação da ferrovia, o PCP levou à Assembleia da República duas novas situações: a degradação da oferta na Linha do Oeste e a falta de qualidade das tristemente célebres «espanholas» que hoje circulam na Linha do Minho. Em ambos os casos, estamos perante opções erradas, que atrasaram investimentos necessários, que escolheram caminhos que prejudicam o presente e o futuro do país, e reflectem a lógica de subordinação aos interesses da banca e das multinacionais que impera no sector.

Ler Requerimento sobre a Linha do Oeste

Ler Requerimento sobre a falta de Qualidade dos Comboios alugados à RENFE

PCP contesta «Lei da Rolha» na CP e desmascara intenções do Governo

leidarolhaO PCP levou hoje à Assembleia da República a sua contestação ao novo Regulamento de Comunicação da CP, mais conhecido pela «lei da rolha», na medida em que procura impedir que os ferroviários falem publicamente sobre a empresa. Para o PCP o que se exige numa empresa pública é a máxima transparência e não a perseguição a quem denuncia as swaps, as negociatas e tudo o que o Governo e a Administração pretendem esconder. Na mesma ocasião, o PCP questionou a necessidade de serem gastos milhares de euros mensais a contratar uma agência de comunicação, para mais numa empresa onde o Governo proibe a entrada de trabalhadores que fazem falta à operação.

Ler Requerimento em PDF

Comissão Europeia - para justificar dualidade de critérios - revela as mentiras dos Governos Portugueses

ferroviarios 7outA Comissão Europeia, questionada pelo deputado do PCP João Ferreira sobre a dualidade de critérios entre a Alemanha e a França, com a operação e infraestrutura ferroviária numa mesma empresa, e as políticas impostas a Portugal ao longo dos anos para a pulverização e privatização da CP, acaba por confirmar que essas imposições europeias nunca existiram, e que os sucessivos governos portugueses mentiram aos portugueses enquanto executavam uma política errada, de cariz neocolonial, mas a que só os obrigava o seu enfeudamento aos interesses do grande capital. Num comunicado aos ferroviários dando conhecimento da pergunta realizada e da resposta obtida, o PCP apela à resistência ao actual processo de destruição do sector ferroviário nacional, uma resistência essencial para permitir a mais rápida inversão do rumo que está a ser imposto.

Ler Comunicado em PDF