PCP no Entroncamento com trabalhadores da EMEF e da CP Carga: Confiança nos ferroviários e na luta!

emef joãoferreiraFace ao anúncio do Governo de que aguardava ordens da União Europeia sobre se a EMEF e a CP Carga deverão ser liquidadas ou privatizadas, o deputado do PCP no Parlamento Europeu imediatamente exigiu esclarecimentos sobre esta questão à Comissão Europeia, e hoje participou numa jornada de contacto com os trabalhadores das duas empresas no Entroncamento (foto), levando-lhes três mensagens fundamentais do PCP: que a União Europeia não pode impor a privatização nem o encerramento de empresas, nem o Governo tem que se submeter a políticas lesivas do interesse do país;  que Portugal precisa de inverter o processo de destruição da ferrovia nacional; e que será a luta dos trabalhadores e do povo português que derrotarão este Governo e esta política.

Ler Pergunta entregue no Parlamento Europeu

RUA! A resposta que se exige à provocação de SS Monteiro aos ferroviários!

ferroviarios 2015jan29A Célula dos Ferroviários reagiu em comunicado às declarações de Sérgio Monteiro, Secretário de Estado das Swaps e das Privatizações. Um texto onde repudia frontalmente as declarações de SS Monteiro, que recordemos, ontem anunciou ter entregue a Bruxelas a decisão de liquidar ou privatizar a EMEF e a CP Carga. A Célula do PCP sublinha que a resposta que se exige é a unidade e a luta dos ferroviários, contra um governo de traição nacional apostado na destruição do sector e do país.

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Encontro do PCP com as ORT's dos Ferroviários

Realizou-se hoje uma reunião de Organizações Representativas dos Ferroviários com o PCP, que contou com a participação de Jerónimo de Sousa. Uma reunião que serviu para avaliar a brutal ofensiva lançada contra o sector (ataque aos salários, redução de direitos, privatizações, reduções oferta, liquidação de património, etc), discutir a necessária resposta e para o PCP apresentar a sua alternativa para uma política ferroviária ao serviço do povo e do país.

É preciso travar o Governo e defender a ferrovia na Linha de Cascais

2015 Jan Comunicado PCP Linha CascaisEm comunicado conjunto as Organizações do PCP nos Transportes, em Cascais, Oeiras e Lisboa, reagem à nova redução de oferta na Linha de Cascais. Responsabilizam o Governo pelo adiamento sucessivo dos investimentos necessários à modernização da Linha e por uma estratégia subordinada à prioridade de privatizar, que aposta na degradação da oferta e no adiamento de investimentos para os quais até existem verbas atribuídas. O PCP apela à população a desenvolver a luta para travar o Governo.

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Sérgio Swaps Monteiro: Nas Empresas Públicas era preciso cancelar e pagar, nas privadas transferir para o Estado?

swampsO PCP colocou na Assembleia da República um requerimento em torno da polémica transferência de uma Swap do consórcio privado ELOS para a empresa pública Parpública, num processo onde Sérgio Monteiro interveio dos dois lados do «negócio» e que está a custar aos contribuintes mais de 150 milhões de euros. No requerimento, o PCP pergunta como é possível que, na carta de esclarecimentos emitida a propósito deste assunto,  Sérgio Monteiro utilize os argumentos exactamente opostos aos que utilizou para justificar a «necessidade» de cancelar e pagar os contratos de swaps das empresas públicas.

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Porque quer o Governo favorecer a Bombardier à custa da EMEF?

mini-20141222 104132Uma delegação de trabalhadores da EMEF, da CT e do SNTSF, dirigiu-se hoje ao Ministério da Economia, exigindo esclarecimentos sobre a negociata que está a ser preparada no Porto, com o Governo e as Administrações da Metro do Porto e da EMEF a prepararem a transferência da manutenção do Metro do Porto por ajuste directo para a Bombardier. Um escândalo que prosseguirá o caminho de destruição do aparelho produtivo nacional e o controlo das multinacionais sobre o país.

À custa da EMEF, governo promove escandalosa negociata no prolongamento das concessões no Metro do Porto!

O PCP exigiu hoje na Assembleia da República explicações do Governo sobre a escandalosa negociata em curso no Metro do Porto, na sequência do facto de a actual concessão terminar a 31 de Dezembro, e nada estar previsto para a substituir. Em vez de assegurar directamente a operação através das empresas públicas, o Governo está a promover, por ajuste directo, o prolongar das concessões com os privados e a afastar a EMEF, uma empresas pública, da manutenção ferroviária ameaçando proceder a novos despedimentos. Um escândalo!

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18 Dezembro: Uma grande jornada de unidade e luta contra a destruição da REFER!

2014-12-18 09.50.45A greve convocada pelas estruturas sindicais da REFER - e apoiada pela sua Comissão de Trabalhadores - está a traduzir-se numa enorme jornada de luta contra a destruição da REFER no quadro da «fusão» com as Estradas de Portugal, que como o própriio Governo já reconheceu vai implicar a privatização de sectores, a venda de património ao desbarato, milhares de despedimentos e a degradação da ferrovia nacional colocando o país nas mãos dos grupos monopolistas do sector e das multinacionais. O impacto da greve seria ainda maior se não fosse a imposição de serviços mínimos. O PCP está activamente solidário com os ferroviários em luta e com as suas justas reivindicações.

Trabalhadores da CP Carga bloqueiam Terminal da Bobadela em luta

CP CargaBobadela05122014Os trabalhadores da CP Carga na Bobadela realizaram hoje um novo plenário e decidiram bloquear o portão do Terminal em protesto contra o roubo dos Terminais à CP Carga, com o Governo a impor a sua passagem para a REFER para que esta proceda à sua privatização. O PCP já apresentou na Assembleia da República uma iniciativa parlamentar destinada a impedir esta transferência, que só servirá os interesses dos grupos económicos que dominam o Governo.

Ler Sobre o Roubo dos Terminais de Mercadorias

Da Sorefame até à EMEF, da Amadora até Lisboa: os caminhos da luta!

mini-20141203 123729Realizou-se hoje uma Marcha entre as antigas instalações da Sorefame na Amadora (actual sede da EMEF) e o Ministério da Economia, no Largo Camões. Uma iniciativa que assinalava, simultaneamente, os 10anos da destruição da Sorefame e reivindicava o fim do processo de privatização e destruição da EMEF. Além de centenas de trabalhadores da EMEF e muitos antigos trabalhadores da Sorefame, a Marcha incontou com a participação solidária do Presidente da Câmara do Barreiro, dos Vereadores do PCP nas Câmaras Municipais da Amadora e Lisboa, dos grupos parlamentares dos Verdes, do BE e do PCP. O SG da CGTP, Arménio Carlos, encerrou a iniciativa com uma intervenção frente ao Largo Camões, reforçando uma ideia que percorreu a iniciativa: a destruição da SOREFAME foi um crime que não pode ser repetido; a EMEF faz falta ao país. À população das Cidades da Amadora e Lisboa foi distribuído um comunicado que pode descarregado aqui.