Governo avança com liberalização a mando da UE, PCP contesta e resiste

pap liberalizacaoferroviaO Governo avançou com um Decreto-lei para aprofundar a liberalização da ferrovia, ajoelhando-se às directivas da União Europeia, não defendendo minimamente a soberania nacional, e prosseguindo o caminho de destruição do sector ferroviário nacional que há dezenas de anos PS/PSD/CDS vão protagonizando alternadamente. O PCP apresentou na Assembleia da Republica um pedido de Apreciação Parlamentar ao Decreto-Lei, para impor a sua discussão e tentar corrigir os aspectos mais gravosos.

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Comboios para o Regional não fazem esquecer todas as insuficiências

cp comboios linha alentejo bejaO Governo montou mais uma operação de propaganda, agora em torno do lançamento do concurso para a aquisição de 22 comboios para o srrviço regional da CP. Ocasião para a o PCP recuperar criticas à opção do Governo de impedir a CP de comprar material circulante para o serviço urbano e para o longo curso, os sectores mais rentáveis da CP, e criticar o facto do concurso não assegurar a incorporação nacional nem assegurar que a manutenção é feita pela EMEF. O PCP alerta ainda para o facto dos últimos concursos terem sido sempre lançados antes de um processo eleitoral e cancelados depois delas realizadas.

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EMEF: Governo avança com nova privatização na ferrovia. PCP apela à luta!

emef privatizavagonsEm vez de arrepiar caminho, o Governo continua na senda da política de direita para a ferrovia. Agora, com a privatização da Unidade de Manutenções de Vagões da EMEF, que vai ser oferecida à multinacional suiça MSC (através de um ACE da «sua» Medway com a EMEF) usando como extraordinário argumento que essa venda é uma inevitabilidade provocada pela oferta a essa mesma multinacional dos mais de 2000 vagons da CP aquando da privatização da CP Carga. O PCP apela à luta contra esta privatização que vai prosseguir o caminho de destruição da ferrovia nacional.

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Que razões justificam a discriminação da IP contra a CP?

rreq ipdiscrimicacpAlguém na IP, a mando do Governo ou do grupo Barraqueiro, aproveita cada greve na IP para discriminar a CP e favorecer a Fertagus. Numa greve na Infraestrutura, numa mesma linha, a IP abre o canal de circulação à Fertagus e fecha-o à CP. Nada do ponto de vista técnico justifica este benefício a uma empresa privada. Sobram as más razões. O PCP exigiu resposta do Governo.

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Em distribuição o Boletim do Sector Ferroviário

bol ferr out 2018Está em distribuição o Boletim do Sector Ferroviário, com artigos sobre: o futuro da EMEF, a compra de material circulante da CP, o fim da PPP da Fertagus e a acção dos deputados do PCP no Parlamento Europeu em defesa da Linha do Oeste.

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Linha do Oeste: Necessidade Regional e Nacional que não pode continuar a ser adiada.

linhadooeste peOs deputados do PCP no Parlamento Europeu realizaram uma pergunta escrita à Comissão Europeia sobre os apoios à Linha do Oeste, exigindo respostas quer no que respeita à modernização da infraestrutura quer no que respeita ao material circulante.

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A segurança ferroviária não pode ser objecto de poupanças!

req caixasquentesEstivemos na eminência de um acidente grave provocado por uma avaria que poderia ter sido detectada atempadamente caso as «caixas quentes» instaladas na infraestrutura continuassem operacionais. Mais uma vez, foram os trabalhadores que conseguiu detectar a tempo a avaria. Mas cabe a pergunta: porque estão desligado equipamentos importantes para a segurança ferroviária.

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Ferroviários e utentes unidos na mesma luta: Por mellhores transportes públicos!

20181003 utentestrabalhadoresferroviariosCentenas de Ferroviários e utentes da ferrovia desfilaram hoje em Lisboa sob o lema «Pôr os Comboios na Linha, para servir a população!». Denunciaram a falta de investimentos na ferrovia, disfarçada atrás de uma barragem de anúncios e promessas. Denunciaram a não contratação dos operacionais necessários a reintroduzir a fiabilidade no sistema. Exigiram go Governo mais actos em defesa do serviço público e menos promessas.

Andam a torturar os utentes da CP para os obrigarem a aceitar as privatizações!

capacascaisNo dia 5 de Agosto, foram aplicados novos cortes à oferta da CP na Linha de Sintra/Azambuja e na Linha de Cascais. Coincidindo com um fim de semana terrível com dezenas de supressões  por todo o país. Em comunicados aos utentes das Linhas de Cascais e de Azambuja/Sintra, o PCP alerta para o facto da actual situação resultar da política realizada pelos sucessivos governos - redução de trabalhadores, não renovação do material circulante, adiamento dos investimentos estratégicos - com o objectivo de degradar de tal forma a ferrovia que os utentes não resistam à transferência para a exploração capitalista dos sectores rentáveis da CP:

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Defender a Ferrovia Nacional, travar a privatização da EMEF

ferroviarios2018jul emefO governo e a administração da EMEF dão passos no sentido de uma nova tentativa de privatização de sectores da ferrovia nacional. Agora querem entregar uma parte da EMEF à multinacional suiça MSC (a quem já ofereceram a CP Carga), utilizando a figura de um Acordo Complementar de Empresa. Em comunicado aos ferroviários o PCP sublinha a falsidade dos argumentos usados pelo Governo, aponta a necessidade de, uma vez por todas, romper com a política de direita na ferrovia!

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