CP Cascais: Decisões que adiam as decisões necessárias!

O Governo lançou uma empreitada para recauchutar a Linha Ferroviária de Cascais. É uma obra que não faz qualquer sentido nas véspera da prometida modernização da infraestrutura, pelo que só pode ser lida como um novo adiamento da solução do principal estrangulamento na oferta de transportes públicos na AML Norte. O PCP confrontou o Governo na AR com o significado desta sua decisão, exigindo que seja concretizada desde já a prometida e indiispensável modernização da infraestrutura e do material circulante.

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Por iniciativa do PCP, CML exige do Governo esclarecimentos sobre Santa Apolónia

Por iniciativa do PCP, a CMLisboa aprovou a 20 de Dezembro uma moção onde decidiu «Exigir ao Governo informação sobre esta iniciativa da IP/Infraesturas de Portugal e sobre a sua posição acerca do que foi anunciado por esse organismo público;» e «Tomar junto do Governo uma posição de defesa de mais este importante património da cidade de Lisboa, com todas as suas valências de transporte que actualmente tem capacidade para oferecer e que expresse claramente essa sua vontade e determinação;»  A luta das populações será decisiva para travar os interesses especulativos que pretendem retirar Santa Apolónia do serviço público para alimentar a especulação.

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PCP exige respostas para as necessidades operacionais da EMEF

req emef declaraO PCP confrontou hoje o Governo, novamente, com a ausência de medidas para repor a resposta operacional na EMEF, onde é já o Presidente do Seu Conselho de Administração que reconhece que vão começar a parar (mais!) comboios se o Governo continua a proibir a entrada de trabalhadores. O mesmo governo que depois autoriza a entrada prestadores de serviços e de precários. São critérios inaceitáveis, que degradam a imagem das empresas públicas, prejudicam utentes e trabalhadores, e com os quais é preciso romper.

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Boletim do Sector Ferroviário valoriza resultados da luta no agente único e no OE 2018

bol ferr dez 2017Está em distribuição o Boletim de Dezembro do Sector Ferroviário, onde: se valoriza a vitória alcançada na luta contra a implementação do Agente Único, alertando no entanto para a necessidade de continuar mobilizados e activos até ao final do processo de negociação agora iniciado; se valoriza os avanços no OE 2018, mas se alerta para a necessidade de, através da luta organizada, aproveitar as oportunidades abertas para a valorização remuneratória e para a melhoria das condições de trabalho no sector.

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O OE2018 e as empresas Ferroviárias do Sector Empresarial do Estado

20171128ferroviarios oe2018Em comunicado aos trabalhadores ferroviários nas empresas do Sector Empresarial do Estado (CP, EMEF, IP e respectivas participadas), a Célula dos Ferroviários valoriza os avanços materializados neste OE2018 e sublinha a necessidade de escancarar, pela luta, as portas abertas para a satisfação de importantes reivindicações como a valorização dos salários e a contratação dos trabalhadores necessários para repor a capacidade de resposta operacional das empresas.

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Agente único: Quanto os lucros de uns poucos, são o prejuízo de muitos!

image24O PCP está a distribuir aos utentes dos Comboios um comunicado onde alerta para a opção que está a ser preparada de generalizar a circulação de comboios com apenas um trabalhador a bordo, o maquinista, incrementando o risco para os utentes, as populações e a própria infraestrutura, com o único objectivo de aumentar os lucros de meia dúzia. O PCP já exigiu ao Governo que trave esta medida e antes promova o aumento de trabalhadores no sistema por forma a aumentar a sua segurança, fiabilidade e qualidade.

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Plenário Nacional EMEF: Em defesa da empresa e dos direitos dos trabalhadores

20171122 emefRealizou-se na Amadora, frente à Sede da Empresa, no dia 22 de Novembro, um grande plenário de trabalhadores da EMEF. Onde se reivindicou a defesa da empresa, ameaçada de ser dividida e vendida, a contratação dos trabalhadores em falta e a melhoria dos salários, congelados há quase 10 anos. Caso não obtenham resposta positiva às reivindicações apresentadas, os trabalhadores decidiram da intensificação da luta em Janeiro.

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PCP avança com iniciativas legislativas para travar o agente único nos comboios

rect3699O PCP avançou com duas iniciativas legislativas para tentar travar a alteração em curso nos regulamentos ferroviários que permitiria a generalização do agente único nos comboios de passageiros e mercadorias. Fá-lo em nome da segurança ferroviária, da qualidade do serviço e das condições de trabalho dos ferroviários. Nada justifica (excepto a sede de lucros de mia dúzia) que se continue a retirar trabalhadores à operação aumentando o risco, degradando as condições de utilização do serviço, facilitando a própria degradação do material e da infraestrutura. Pelo contrário, o país o que precisava é que mais trabalhadores fossem integrados na ferrovia, nomeadamente acabando com as estações abandonadas e os comboios sem a tripulação devida, e reforçando o trabalho de manutenção de um investimento público que merece ser mais rentabilizado pelo país em vez de colocado ao serviço dos lucros de meia dúzia.

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Santa Apolónia: Especulação continua a ser mais importante que servir os utentes!

req staapoloniahotelPoucos dias depois das eleições autárquicas foi publicado um anúncio, da IP, colocando perto de metade da Estação de Santa Apolónia para ser concessionada, a 35 anos, para um Hotel. Uma opção errada a todos os títulos, que o PCP exigiu do Governo ser cabalmente esclarecida e revertida.

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Boletim do Sector: O Orçamento de Estado e os Ferroviários

bol ferr out 2017Está em distribuição o Boletim do PCP no Sector Ferroviário. Um Boletim onde se aborda com detalhe as matérias relativas ao Orçamento de Estado, quer as relativas às questões laborais, quer as relativas ao futuro do sector. Um documento onde se alerta para a necessidade de lutar pela satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores. No Boletim informa-se ainda das iniciativas realizadas nos últimos meses sobre o sector e apela ao protesto contra o facto de a CP ter recebido de Indemnizações Compensatórias menos 75% que as privadas Fertagus e MST, apesar da rede incoparavelmente superior que assegura e a preços muito mais reduzidos.

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