Alargar o apoio do Fundo de Emergência Social ao Movimento Associativo Popular

Edificio CMLO surto epidémico de COVID-19 exigiu e exige do país medidas excecionais. Hoje existem novos problemas para todos os sectores da sociedade e o Movimento Associativo Popular não foi exceção, vendo a sua atividade suspensa e encerrada. No entanto, as despesas correntes mantêm-se, desde rendas, água, luz, gás, seguros obrigatórios a salários de trabalhadores. Importa garantir que este importante sector da economia social e pilar da nossa Democracia, possa retomar a sua
atividade o mais brevemente possível.

O surto de Covid-19 e as medidas necessárias para a prevenir e combater implicaram o encerramento de grande parte das suas atividades, constituindo um forte impacto nas receitas arrecadadas. 

Face à situação difícil que o Movimento Associativo Popular atravessa, torna-se imperioso que sejam adotadas medidas excecionais, em particular a extensão do Fundo de Emergência Social (FES) do Município de Lisboa – Vertente de apoio ao Movimento Associativo Popular.

Os vereadores do PCP apresentaram hoje uma proposta, que aguarda agendamento, que prevê o reforço do Fundo de Emergência Social, no valor de 2.500.000€ dirigido ao Movimento Associativo Popular, ao abrigo da criação de um regime de apoios extraordinários, no contexto da pandemia de COVID-19, com a criação desta nova vertente do FES - Movimento Associativo Popular.
 
Consulte a proposta
Fundo de Emergência Social para o Movimento Associativo Popular