Vereadores do PCP na CML apresentaram moção defendendo a Expansão da Rede do Metropolitano de Lisboa - Prioridade à Zona Ocidental em detrimento da Linha Circular

 

joo FerreiraDos dois pontos deliberativos apenas o segundo foi aprovado, embora com os votos contra do PS, que requer ao Governo que desenvolva de imediato os procedimentos necessários à expansão da Rede do Metro para a Zona Ocidental da Cidade, ligando S. Sebastião a Campolide/ Amoreiras/ Campo de Ourique, servindo as freguesias de Alcântara, Ajuda e Belém, bem como o Prolongamento da Linha Verde de Telheiras cruzando a Linha Azul e o prolongamento da Linha Amarela para ligação ao

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PCP vota contra as Grandes Opções do Plano e Orçamento da CML - Não corresponde aos desafios e necessidades da Cidade de Lisboa

 

Edificio CMLAs Grandes Opções do Plano 2019-2022 e a proposta de Orçamento para 2019 evidenciam que Lisboa beneficia de um orçamento milionário, com parcelas importantes de receitas assentes na dinâmica do tecido económico, mas cujos impactos não estão a ser canalizados para melhorar a vida de quem vive ou poderia viver na cidade, bem como dos que aqui trabalham.

Evidenciam também que muitas das propostas que a gestão da CML propagandeou há um ano, e que

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Casa do Presidente faz parte da venda a retalho do Parque Florestal de Monsanto

 

Casa do Presidente CMLOs Vereadores do PCP na CML votaram contra a Proposta n.267/2014 de 11 de Junho (Concurso público, com publicidade internacional, para a concessão de exploração de parte delimitada da Quinta da Pimenteira, sita na serra de Monsanto, em Lisboa, e de outros edifícios e equipamentos existentes no parque florestal de Monsanto) que visou conceder em exploração o Viveiro da Quinta da Pimenteira, o Moinho do Penedo, a Casa do Presidente e as antigas casas de

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PS, PSD e CDS, votam contra a moção apresentada pelos Vereadores do PCP na CML relativamente à defesa do sector do Táxi

 

TáxisNa proposta apresentada é referido que o sector do táxi exige que os veículos a operar para as multinacionais estejam sujeitos a um contingente determinado pela autarquia - deveria corresponder a uma necessidade da própria autarquia face às consequências da liberalização decidida pela Assembleia da República.

 

A luta do sector do táxi contribui para clarificar a injustiça desta lei, sendo amplamente reconhecido que a Lei 45/2018 é injusta e desleal, que criou dois regimes para uma mesma actividade económica e que a sua entrada em vigor colocará em risco milhares de postos de trabalho e centenas de empresas do sector do táxi.

 

A Câmara Municipal de Lisboa não pode ficar indiferente à luta do sector do táxi, perante uma lei que vale só para alguns. Não é uma questão de tecnologias, nem de modernidade, é uma questão de legalidade. A lei tem de ser igual para

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